<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737</id><updated>2012-01-30T15:44:20.537-02:00</updated><title type='text'>"Quod scripsi scripsi!"</title><subtitle type='html'>"O que escrevi está escrito" disse Pilatos. Por outros motivos, a saber, por amor à verdade, fazemos nossa - em epígrafe - esta afirmação. E com a sigla que, doravante, a representa (QSS) assim finalizaremos nossos textos e postagens. "Ad majorem Dei glóriam" "Para maior glória de Deus".</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>40</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-1021476189423607914</id><published>2012-01-30T15:40:00.002-02:00</published><updated>2012-01-30T15:44:20.544-02:00</updated><title type='text'>Mídia Sem Máscara - Capitão Covarde: eis nosso admirável mundo novo 'sexualmente emancipado'</title><content type='html'>&lt;a class="title" href="http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/12763-capitao-covarde-eis-nosso-admiravel-novo-mundo-sexualmente-emancipado.html"&gt;Capitão Covarde: eis nosso admirável mundo novo 'sexualmente emancipado'&lt;/a&gt;&lt;div class="headline"&gt;&lt;h1 class="title"&gt;        &lt;/h1&gt;                                                     &lt;/div&gt;                 &lt;p class="articleinfo"&gt;          &lt;span class="author"&gt;     Escrito por Hillary White   &lt;/span&gt;             &lt;span class="created"&gt;     | 25 Janeiro 2012   &lt;/span&gt;           &lt;br /&gt;           &lt;span style="color:#be4238;"&gt;           Artigos                 -          &lt;/span&gt;             &lt;span style="color:#be4238;"&gt;           Cultura         &lt;/span&gt;            &lt;/p&gt;           &lt;p style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;Num  vídeo, Michael Voris mencionou o tipo de homem que é aprovado pelos  meios de comunicação controlados pelas feministas: fraco, burro e  inútil, que precisa ser governado por mulheres fortes, modernas e  inteligentes.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;i style="text-align: center;"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;Muitos  países estavam representados na lista da tripulação do Costa Concordia.  O desastre tem, por todos os lados, as impressões digitais de nossa  cultura ocidental que está envenenada e morrendo.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;Que  tipo de homem foge, sob o manto da escuridão, de seu navio que está  afundando, deixando aproximadamente 4.200 passageiros e tripulação para  se virarem sozinhos? Que tipo de homens empurra violentamente mulheres  idosas, menininhas e jovens mães para entrar primeiro nos botes  salva-vidas? Ora, ora, os homens modernos, os homens sexualmente  emancipados que foram criados conforme as doutrinas do feminismo e de  nossos costumes “modernos”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;O que  significa uma expressão como “mulheres e crianças primeiro” para homens  modernos que foram ensinados a vida inteira que as mulheres nada mais  são do que brinquedos sexuais e que as crianças nada mais são do que uma  carga descartável?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;Os  detalhes do tombamento do Costa Concordia, um dos maiores navios  cruzeiros que navegam pelo Mediterrâneo, chegaram à imprensa de língua  inglesa uma semana mais tarde e todo mundo agora conhece a conversa de  telefone gravada na qual o capitão da guarda costeira, Gregorio De  Falco, ordena furiosamente que o capitão do navio, Francesco Schettino,  volte a seu navio. Schettino respondeu mentindo repetidamente, enquanto  estava tentando fugir num bote salva-vidas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;Os  passageiros foram abandonados para se resgatarem sozinhos, ajudados por  artistas contratados e poucos membros da tripulação. Uma mulher disse:  “Havia homens grandalhões, membros da tripulação, empurrando todos nós  para entrarem nos botes salva-vidas”. Outra passageira, uma avó, disse:  “Eu estava ao lado dos botes salva-vidas, e homens grandalhões estavam  me acertando e empurrando as meninas com brutalidade”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;Nos  primeiros dias depois que o Costa Concordia tombou na água rasa a quase  300 metros da praia, toda a Itália foi pega em vergonha com as  reportagens sobre a conduta de Schettino. Ele foi preso depois que  chegou à praia e acusado de homicídio involuntário e abandono de seu  navio. Ele foi apanhado tentando entrar num táxi, tendo, pelo que foi  relatado, pedido ao taxista: “Tire-me daqui o mais rápido possível”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;Apelidado  de “Capitão Covarde”, Schettino se tornou o centro da fúria nacional  para os italianos que já estão fartos do estereótipo — que com demasiada  frequência é acurado — dos homens italianos como permanentes  adolescentes vaidosos, preguiçosos, irresponsáveis, egoístas e  inconfiáveis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;Mas o  problema não está limitado à Itália. A propósito, na mesma semana do  caso do navio o grande apologeta católico americano Michael Voris estava  fazendo uma série de vídeos sobre a feminilização dos homens e o efeito  do feminismo na Igreja Católica e no mundo em geral, um assunto que  poucos na Igreja Católica ousam puxar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;Num  vídeo, Voris mencionou o tipo de homem que é aprovado pelos meios de  comunicação controlados pelas feministas: fraco, burro e inútil, que  precisa ser governado por mulheres fortes, modernas e inteligentes. Nos  50 anos passados, a Igreja Católica vem seguindo o mundo ao adotar o  modelo feminista. Esse ideal, diz Voris, expulsou os homens fortes da  Igreja e da vida familiar, empurrando-os para encontrar um canal para  sua masculinidade em caminhos prejudiciais como a criminalidade e o  tratamento das mulheres como meros objetos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;Depois  de assistir ao vídeo, enviei um email a Michael perguntando se ele  havia se lembrado de falar sobre o outro lado do feminismo: o ódio  feminista aos homens e sua atitude de difamar e demonizar a força dos  homens. De acordo com as doutrinas da ideologia feminista, os homens  fortes são violentos, malignos e apavorantes. Em vez de heróis  protegendo mulheres e crianças, o feminismo retrata homens fortes como  monstros brutais, surradores de esposas e estupradores de crianças.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;O  desastre do Costa Concordia trouxe ao centro das atenções os efeitos que  o feminismo, e sua filha prostituta, a Revolução Sexual, tiveram nos  homens. O feminismo matou a prioridade cultural dos homens protegendo e  se responsabilizando pelas mulheres. Num vídeo, Michael Voris falou da  “jornada do herói”, o modelo original da cultura ocidental do rapaz que  deixa o lar, enfrenta e vence adversidades e se torna um homem com  capacidade de proteger uma família. Mas nossa cultura inspirada pelo  feminismo, juntando forças com o materialismo consumista que mata a  alma, jogou esses conceitos na lata de lixo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;Ao  dizer às mulheres que elas não precisam dos homens e ao demonizar o  valor da masculinidade, o feminismo ao mesmo tempo diz aos homens que  eles nunca precisam crescer. Se o feminismo disse às mulheres que elas  podem sair por aí dormindo com qualquer um “como se fossem homens”,  devemos nos lembrar de que isso significa que os homens podem, em  retribuição, fazer a mesma coisa. Em vez de insistirem em que os homens  cresçam, se casem com uma mulher e protejam e cuidem de seus filhos, o  feminismo oferece aos homens as mulheres como brinquedos e ao mesmo  tempo oferece às mulheres a pílula anticoncepcional, aborto e tribunais  para resolver questões de pensão alimentícia como plano B. O feminismo  define “igualdade” como homens e mulheres competindo igualmente no  mercado de trabalho e usando um ao outro igualmente como objetos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;Algum  tempo atrás li um site interessante, embora profundamente assustador,  que afirmava dar apoio aos homens contra o mundo feminista. Num artigo,  os homens claramente irados apontavam para o injusto padrão duplo nas  leis relativas à família. O sistema legal, agora preso firmemente nas  garras das feministas, mantem os homens financeiramente responsáveis  pelos filhos que eles geram quando se separam da mãe. Mas o artigo  apontou, com suficiente lógica, que ao mesmo tempo o feminismo exige que  a contracepção e o aborto sejam disponibilizados gratuitamente. Por que  então, se as mulheres têm agora a liberdade de usar os homens como  objetos sexuais, um homem deveria em algum momento ser responsabilizado  pela paternidade? Por que os homens deveriam ser rotineiramente  arruinados por ações legais de pensão alimentícia quando o aborto é  legal e muito mais barato e fácil de conseguir?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;Realmente,  por quê? O feminismo, pelo fato de que é essencialmente desonesto,  pueril e age só em causa própria, nunca confessará francamente as  conclusões lógicas de suas suposições.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;Recentemente,  os papas escreveram contra o tipo de feminismo que promove o aborto e a  contracepção e ao mesmo tempo cria uma divisão de hostilidade entre  homens e mulheres. A promiscuidade geral, a contracepção, o aborto  legal, o divórcio fácil, junto com uma cultura que adora a juventude e é  loucamente materialista, disseram eles, criaram uma sociedade  individualista de consumidores isolados para os quais todos os  relacionamentos rotineiramente terminam em abandono. Uma vasta  catástrofe cultural que deixa os filhos sem pais, diz às mulheres que  elas não precisam dos homens e que diz aos homens que eles podem  permanecer a vida inteira como adolescentes felizes e despreocupados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;Essa  mensagem parece ter tido resultado especialmente evidente na Itália onde  é facílimo encontrar homens que são a personificação do estereótipo  consumista. O homem-criança efeminado é uma praga na Itália; meninos das  mamães vaidosos, convencidos, superficiais e egoístas que vivem na casa  dos pais quando já estão com trinta e quarenta anos de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outrora, o centro de vida dos italianos era a família; agora eles estão  cada vez mais se divorciando ou se recusando a casar em primeiro lugar.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;A jornalista italiana Rosaria Sgueglia escreve no &lt;i&gt;Huffington Post&lt;/i&gt;  que o ex-capitão do Costa Concordia é um daqueles homens italianos que  estão à altura desse estereótipo ponto por ponto. Os italianos estão  “furiosos”, escreveu ela, com “gente como o sr. Schettino que não fazem  nada a não ser comprometer a imagem já danificada que o resto do mundo  tem do povo italiano”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;“Diz-se  que o homem italiano comum é narcisista, egomaníaco, covarde, egoísta,  incapaz de seguir procedimentos básicos e incapaz de seguir as regras.  Verdade ou não, é um estereótipo, um estereótipo que é fortemente  comprovado pelos eventos trágicos mais recentes na Itália”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;Embora  os italianos estejam descarregando sua fúria em Francesco Schettino por  ser tudo o que eles odeiam em si mesmos, precisamos nos lembrar de que  muitos países estavam representados na lista da tripulação do Costa  Concordia. O desastre tem, por todos os lados, as impressões digitais de  nossa cultura ocidental que está envenenada e morrendo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;Lendo  as reportagens do Costa Concordia, não pude evitar reconhecer os  resultados das novas prioridades de nossa sociedade. Muitos observadores  fizeram a comparação com o desastre do Titanic. Cem anos atrás, os  homens da primeira classe levantaram as mulheres e crianças da classe  pobre e as colocaram nos botes salva-vidas tendo plena consciência de  que estavam dando suas vidas. O capitão do Titanic, de acordo com os  relatos, foi visto pela última vez segurando uma criança em seus braços  buscando um jeito de salvá-la. Cem anos mais tarde, o que vemos é um  oficial da guarda-costeira gritando para o “Capitão Covarde”: “Vada a  bordo, cazzo!” que significa “Volte à bordo, caralho!”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial,sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;Eis nosso admirável novo mundo sexualmente emancipado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial,sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;*** *** ***&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:10pt;"  &gt;QSS&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-1021476189423607914?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/12763-capitao-covarde-eis-nosso-admiravel-novo-mundo-sexualmente-emancipado.html#.TybVtc8MvgM.blogger' title='Mídia Sem Máscara - Capitão Covarde: eis nosso admirável mundo novo &apos;sexualmente emancipado&apos;'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/1021476189423607914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2012/01/midia-sem-mascara-capitao-covarde-eis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/1021476189423607914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/1021476189423607914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2012/01/midia-sem-mascara-capitao-covarde-eis.html' title='Mídia Sem Máscara - Capitão Covarde: eis nosso admirável mundo novo &apos;sexualmente emancipado&apos;'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-5367987591264133135</id><published>2012-01-30T15:22:00.001-02:00</published><updated>2012-01-30T15:24:20.291-02:00</updated><title type='text'>Mídia Sem Máscara - Burrice com fome de pasto</title><content type='html'>&lt;a class="title" href="http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/12773-burrice-com-fome-de-pasto.html"&gt;Burrice com fome de pasto&lt;/a&gt;&lt;div class="headline"&gt;&lt;h1 class="title"&gt;        &lt;/h1&gt;                                                     &lt;/div&gt;                 &lt;p class="articleinfo"&gt;          &lt;span class="author"&gt;     Escrito por Percival Puggina   &lt;/span&gt;             &lt;span class="created"&gt;     | 29 Janeiro 2012   &lt;/span&gt;            &lt;br /&gt;            &lt;span style="color:#be4238"&gt;           Artigos                 -          &lt;/span&gt;             &lt;span style="color:#be4238"&gt;           Movimento Revolucionário         &lt;/span&gt;            &lt;/p&gt;           &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;A carga simbólica da palavra  capitalismo é tão negativa, malgrado se refira a um modelo  comprovadamente superior ao socialismo, que até parece ter sido  concebida por seus adversários, não é mesmo? E, de fato, foi!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br /&gt;É possível, com algum esforço, criar uma palavra e atribuir-lhe  um significado universalmente conhecido. Mas é quase impossível mudar o  significado de uma palavra suprimindo ou alterando seu conteúdo  simbólico consolidado. Fará muita bobagem na política quem não souber  isso ou, ao menos, não o intuir.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Exemplifiquemos. Você dificilmente participará de uma missa, ouvirá  um sermão ou lerá um documento da CNBB sem que se depare com a palavra  "excluído". Ela estará ali, para a mensagem, assim como a farinha de  trigo está para a hóstia. Procure essa palavra nos quatro evangelhos e  veja quantas vezes é mencionada. Já fez isso? Pois é. Nenhuma. Quando  alguém, astuciosamente, substituiu a palavra "pobre" (esta sim, 25 vezes  referida nos evangelhos) por "excluído", infiltrou um conteúdo  ideológico na mensagem cristã. E quem não estiver prevenido receberá  doses frequentes de veneno marxista em substituição ao verdadeiro  ensinamento de Jesus, um ensinamento de amor ao próximo, de caridade, de  zelo fraterno e de rejeição à idolatria da riqueza. Não há nos  evangelhos qualquer esboço de luta de classes. Não há uma gota sequer de  ódio aos ricos, mas severas advertências a quem apenas se ocupa com  acumular bens onde eles são consumidos "pela ferrugem e pelas traças".  Já a noção de exclusão implica a simétrica noção de inclusão e de ambas  se deduz que o excluído é sujeito passivo da ação de exclusão que sobre  ele exerce o sujeito ativo incluído. Vai uma bandeirinha vermelha aí?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O ensino cristão sobre os bens materiais não significa, em absoluto,  nem poderia significar, uma proposta de organização da economia sem  direito de propriedade, sem iniciativa privada, sem produção, sem  negócios, sem remuneração e sem lucro. Num mundo com bilhões de  habitantes essa seria a receita da miséria e da inanição.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Vamos em frente. Atente, leitor, para a palavra capitalismo. Volta e  meia ela é usada para definir um sistema vantajoso, oposto ou em  contraposição ao socialismo como sistema econômico. Ora, a carga  simbólica da palavra capitalismo é tão negativa, malgrado se refira a um  modelo comprovadamente superior ao socialismo, que até parece ter sido  concebida por seus adversários, não é mesmo? E, de fato, foi! Esse  vocábulo entrou nos dicionários na segunda metade do século 19, levada  pelos textos de socialistas e anarquistas, a partir de Marx, Proudhon e  outros. Portanto, usar como bandeira, proposta ideológica ou plataforma  de organização da ordem econômica uma palavra com essa carga negativa,  cunhada pelos próprios adversários da tese que expressa, é uma burrice  com fome de pasto. Em tudo semelhante a de quem usa ingenuamente a  palavra "excluído" em seus atos penitenciais, sem perceber o erro que  está cometendo. Reze pelos pobres e aja em favor deles, meu irmão. Mas  não caia nas redes da Teologia da Libertação!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Veja o que escreveu o Papa João Paulo II, no nº 42 de sua extraordinária encíclica Centésimo Ano (1991):&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;"Voltando agora à questão inicial, pode-se porventura dizer que,  após a falência do comunismo, o sistema social vencedor é o capitalismo e  que para ele se devem encaminhar os esforços dos Países que procuram  reconstruir as suas economias e a sua sociedade? É, porventura, este o  modelo que se deve propor aos Países do Terceiro Mundo, que procuram a  estrada do verdadeiro progresso econômico e civil? A resposta  apresenta-se obviamente complexa. Se por "capitalismo" se indica um  sistema econômico que reconhece o papel fundamental e positivo da  empresa, do mercado, da propriedade privada e da consequente  responsabilidade pelos meios de produção, da livre criatividade humana  no setor da economia, a resposta é certamente positiva, embora talvez  fosse mais apropriado falar de "economia de empresa", ou de "economia de  mercado", ou simplesmente de "economia livre".&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; Ele veio de um país comunista e sabia das coisas.&lt;br /&gt;*** *** ***&lt;br /&gt;QSS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-5367987591264133135?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/12773-burrice-com-fome-de-pasto.html#.TybR2YErjzI.blogger' title='Mídia Sem Máscara - Burrice com fome de pasto'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/5367987591264133135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2012/01/midia-sem-mascara-burrice-com-fome-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/5367987591264133135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/5367987591264133135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2012/01/midia-sem-mascara-burrice-com-fome-de.html' title='Mídia Sem Máscara - Burrice com fome de pasto'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-1987096382247090917</id><published>2012-01-28T11:07:00.001-02:00</published><updated>2012-01-30T15:26:09.921-02:00</updated><title type='text'>SPES - Santo Tomás de Aquino: “O indivíduo e o estado”, por Pio XII</title><content type='html'>&lt;a href="http://spessantotomas.blogspot.com/2012/01/o-individuo-e-o-estado-por-pio-xii.html?spref=bl"&gt;SPES - Santo Tomás de Aquino: “O indivíduo e o estado”, por Pio XII&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;h2 class="date-header"&gt;&lt;span&gt;sábado, 21 de janeiro de 2012&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;                        &lt;a name="6314797696202210663"&gt;&lt;/a&gt; &lt;h3 class="post-title entry-title"&gt; “O indivíduo e o estado”, por Pio XII &lt;/h3&gt; &lt;div class="post-header"&gt;  &lt;/div&gt;   &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 17.0pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify; text-indent: 17.0pt;"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;«Onde se nega a dependência do direito humano ao direito divino, onde não se apela senão a uma ideia mal segura de autoridade meramente terrena, onde se reivindica uma autonomia fundada apenas numa moral utilitária, ali o próprio direito humano perde justamente, nas suas aplicações mais gravosas, a sua força moral, que é a condição essencial para ser reconhecido e para exigir sacrifícios, se forem precisos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 17.0pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify; text-indent: 17.0pt;"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;É preciso reconhecer: é verdade também que o poder assim alicerçado em base tão frágil e oscilante, mercê de circunstâncias contingentes, pode às vezes conseguir sucessos materiais que assombram observadores não muito profundos; mas há de chegar a hora em que triunfará a lei inelutável que fere tudo o que tenha sido construído sobre uma latente ou clara desproporção entre a grandeza do êxito material e exterior e a fraqueza do valor interior e da sua base moral. De proporção que subsiste sempre quando a autoridade pública desconhece ou renega o domínio do Sumo Legislador que, se dá o poder aos governantes, não deixa de assinalar-lhes e determinar-lhes os limites. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;a name="more"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 17.0pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify; text-indent: 17.0pt;"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Quer o Criador que exista a soberania civil, para que regule a vida social de acordo com as prescrições de uma ordem imutável nos seus princípios universais, para que torne mais fácil à pessoa humana, na ordem temporal, o conseguimento da perfeição física, intelectual e moral, e para que a ajude a conseguir o fim sobrenatural. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 17.0pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify; text-indent: 17.0pt;"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Nobre prerrogativa e missão dos estados é, pois, o fiscalizar, auxiliar e ordenar as atividades particulares e individuais da vida nacional, fazendo-as convergir harmonicamente para o bem comum, que não pode ser determinado por concepções arbitrárias, nem pode receber a sua norma primariamente da prosperidade material da sociedade, mas sim do desenvolvimento harmônico e da perfeição natural do homem, a quem, como meio, é pelo Criador destinada a sociedade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 17.0pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify; text-indent: 17.0pt;"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Considerar o estado como fim a que tudo deve ser endereçado e subordinado, seria o mesmo que prejudicar a verdadeira e duradoura prosperidade das nações. E dá-se isto quando tal domínio ilimitado seja atribuído ao estado, como mandatário da nação, do povo ou mesmo de uma classe, ou quando o estado o pretende, como senhor absoluto, independentemente de qualquer mandato. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 17.0pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify; text-indent: 17.0pt;"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Com efeito, se o estado se arroga o uso e dispõe das iniciativas privadas, estas, cujo governo tem suas bases em normas internas delicadas e complexas, que garantem e asseguram o conseguimento do escopo que lhes é próprio, veem-se danificadas com desvantagem do bem público, por serem destacadas do seu ambiente natural, ou seja, da responsabilidade ativa particular. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 17.0pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify; text-indent: 17.0pt;"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Também a primeira e essencial célula da sociedade, a família, com o seu bem-estar e desenvolvimento, correria então o risco de ser considerada pertença exclusiva do poder nacional, esquecendo-se assim que o homem e a família são, por natureza, anteriores ao estado e que a ambos deu o Criador forças e direitos, confiando-lhes também uma missão correspondente às incontestáveis exigências naturais de cada um. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 17.0pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify; text-indent: 17.0pt;"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;A educação das novas gerações não visaria um desenvolvimento equilibrado e harmônico das forças físicas e de todas as qualidades intelectuais e morais, mas sim uma formação unilateral daquelas virtudes cívicas julgadas necessárias para o conseguimento de sucessos históricos; ao contrário deixariam de ser inculcadas aquelas virtudes que dão a sociedade o perfume de nobreza, de humanidade e de respeito, como se elas diminuíssem o brio do cidadão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 17.0pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify; text-indent: 17.0pt;"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Diante de Nossos olhos aparecem em toda sua dolorosa clareza os perigos que tememos possam advir a esta geração e às gerações futuras do desconhecimento, da diminuição e da progressiva abolição dos direitos próprios da família. Por isto é que Nos erguemos em defensores de tais direitos com plena consciência do dever que Nos impele o Nosso ministério apostólico. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 17.0pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify; text-indent: 17.0pt;"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;As angústias dos nossos tempos, tanto interiores como exteriores, tanto materiais como espirituais, os múltiplos erros com suas inúmeras repercussões, se há alguém que os experimenta amarissimamente é a minúscula e nobre célula familiar. É preciso, às vezes, uma grande coragem e, na sua simplicidade, um heroísmo digno de grande admiração e respeito, para suportar as durezas da vida, o peso cotidiano das misérias, as indigências e estreitezas que crescem em medida jamais experimentada, e por vezes sem razão nem necessidade. Quem se ocupa das almas e recebe as confidências dos corações, bem conhece as furtivas lágrimas de muitas mães, a dor resignada de inúmeros pais, e as muitas amarguras, que nenhuma estatística cita nem poderá citar, vê com verdadeira preocupação crescerem sempre mais esses sofrimentos, bem sabendo que as potências da subversão e destruição estão vigilantes e prontas a servir-se disso para os seus tenebrosos desígnios. Quem tenha um pouco de boa vontade e olhos abertos não poderá por certo recusar ao estado, nas circunstâncias extraordinárias em que se acha o mundo, um direito, mais amplo e excepcional, para ocorrer às necessidades do povo. Mas a ordem moral, por Deus estabelecida, exige também em tais contingências que se indague com maior sutileza e seriedade se tais providências são realmente necessárias, segundo as normas do bem comum. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 17.0pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify; text-indent: 17.0pt;"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Em todo caso, quanto mais onerosos são os sacrifícios materiais pelo estado exigidos dos indivíduos e das famílias, tanto mais sagrados e invioláveis devem ser os direitos da consciência. Poderá pretender bens e sangue, nunca porém a alma por Deus redimida. A missão que Deus confiou aos pais de se interessarem pelo bem material e espiritual da sua prole e de dar à mesma uma formação harmônica e repassada de verdadeiro espírito religioso, não lhes poderá ser arrebatada sem grave lesão do direito. Esta formação deve certamente ter por escopo também preparar a juventude para cumprir com inteligência, consciência e galhardia aqueles deveres de patriotismo que dá à pátria terrestre a devida medida de amor, de dedicação e colaboração. Mas, por outra parte, uma formação que se esqueça, ou o que é pior ainda, propositadamente descure de dirigir os olhos e o coração da juventude para a pátria sobrenatural, seria uma injustiça contra a juventude, uma injustiça contra os inalienáveis deveres e direitos da família cristã, um excesso a que se deve remediar, mesmo em favor do bem público e do estado. Semelhante educação poderia parecer àqueles que por ela são responsáveis fonte de maior força e vigor; na realidade seria o contrário e as tristes consequências encarregar-se-iam de prová-lo. O delito de lesa-majestade contra o Rei dos reis e o Senhor dos dominadores perpetrado por uma educação indiferente ou contrário ao espírito cristão, a inversão do “deixai que as crianças venham a mim”, acarretaria amaríssimos frutos. Ao contrário, o estado que tira aos dilacerados corações dos pais e das mães as suas preocupações e restabelece os seus direitos, mais não faz que promover a própria paz interna e lançar as bases de um futuro mais feliz para a pátria. As almas dos filhos que Deus deu aos pais, assinaladas no batismo com o selo real de Cristo, são um depósito sagrado por Deus vigiado com cioso amor. O mesmo Cristo que disse “deixai que as crianças venham a mim” ameaçou também, não obstante sua bondade e misericórdia, terríveis males àqueles que escandalizam os prediletos do seu coração. E que escândalo mais nocivo e duradouro às gerações do que uma formação da juventude dirigida para uma meta que afasta de Cristo, caminho, verdade e vida, levando-a a uma simulada ou manifesta apostasia? Este Cristo do qual querem alienar as gerações juvenis presentes e futuras, é o mesmo que recebeu do seu eterno Pai o poder no céu e na terra. Em sua mão onipotente tem ele o destino dos estados, dos povos e das nações. A ele compete diminuir-lhes ou prolongar-lhes a vida, o desenvolvimento, a prosperidade e a grandeza. De tudo o que existe sobre a terra, somente a alma tem vida imortal. Um sistema de educação que não respeitasse o recinto sagrado da família, protegido pela santa lei de Deus, que procurasse minar-lhe os alicerces, que fechasse à juventude o caminho que conduz a Deus, às fontes de vida e de alegria do Salvador, que considerasse o apostatar de Cristo e da Igreja como símbolo de fidelidade ao povo ou a uma determinada classe, pronunciaria contra si mesmo a sentença de condenação, e experimentaria, a seu tempo, a inelutável verdade das palavras do profeta: “Aqueles que se afastam de vós serão escritos na terra”.» &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 17.0pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify; text-indent: 17.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 17.0pt; mso-line-height-rule: exactly; text-align: justify; text-indent: 17.0pt;"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;[Da Encíclica do Papa Pio XII &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Summi Pontificatus&lt;/i&gt;, de 20 de outubro de 1939.] &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;*** *** ***&lt;br /&gt;QSS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-1987096382247090917?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://spessantotomas.blogspot.com/2012/01/o-individuo-e-o-estado-por-pio-xii.html?spref=bl' title='SPES - Santo Tomás de Aquino: “O indivíduo e o estado”, por Pio XII'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/1987096382247090917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2012/01/spes-santo-tomas-de-aquino-o-individuo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/1987096382247090917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/1987096382247090917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2012/01/spes-santo-tomas-de-aquino-o-individuo.html' title='SPES - Santo Tomás de Aquino: “O indivíduo e o estado”, por Pio XII'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-8338265311258395329</id><published>2011-12-02T17:49:00.001-02:00</published><updated>2011-12-02T17:52:39.008-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A uma Excelência&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;Olavo de Carvalho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;        &lt;i&gt;Diário do Comércio&lt;/i&gt;&lt;em&gt;,&lt;/em&gt; 28 de agosto de 2009       &lt;/div&gt;&lt;div&gt;         &lt;div align="center"&gt;                     &lt;ins style="border: none; display: inline-table; height: 60px; margin: 0; padding: 0; position: relative; visibility: visible; width: 468px;"&gt;&lt;ins id="aswift_2_anchor" style="border: none; display: block; height: 60px; margin: 0; padding: 0; position: relative; visibility: visible; width: 468px;"&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt;        &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="mb_0"&gt;         &lt;div&gt;           &lt;div&gt;             &lt;div id="div"&gt;               &lt;div&gt;                 &lt;div&gt; Desafio Vossa Excelência (refiro-me à excelência                     do seu cargo, pois na sua pessoa não vejo excelência                     nenhuma) a provar que estou mentindo:&lt;br /&gt;                  A tortura é crime hediondo, com o atenuante de, no                     Brasil, ter sido praticada seletivamente contra terroristas                     assassinos. O terrorismo também é crime hediondo,                     com o agravante de ter sido praticado contra populares inocentes.&lt;br /&gt;                  Os crimes de tortura, reais e supostos, já renderam                     às suas vítimas alguns bilhões de reais                     em indenizações, enquanto as vítimas                     do terrorismo não receberam nem mesmo um pedido de                     desculpas. São tratadas como uma escória desprezível,                     culpadas de terem se atravessado, por bobeira, no caminho                     do carro da História, então carregadinho de                     trastes como Vossa (humpf!) Excelência. &lt;br /&gt;                  O governo representado por Vossa (repito a ressalva) Excelência                     tem dado apoio ao regime cubano, que, numa população                     muito menor que a brasileira, torturou e matou e continua                     torturando e matando aproximadamente cinqüenta vezes                     mais pessoas do que a ditadura brasileira. Vossa (argh!) Excelência                     é portanto pelo menos tão culpado de cumplicidade                     moral com a tortura quanto aqueles a quem acusa.&lt;br /&gt;                  O governo que Vossa (com o perdão da palavra) Excelência                     representa dá apoio ao regime da Coréia do Norte,                     que neste mesmo momento tem duzentos mil prisioneiros políticos                     encarcerados – nenhum terrorista entre eles, só                     civis desarmados –, submetidos não só                     a torturas e maus tratos infinitamente piores do que aqueles                     infligidos aos terroristas brasileiros, mas também                     a trabalhos forçados, dos quais os bandidos amados                     de Vossa (?) Excelência foram totalmente poupados pela                     ditadura. Não venha me dizer que apoio a regimes torturadores                     não é cumplicidade com a tortura.&lt;br /&gt;                  Diretamente e/ou através dessa central do crime que                     é o Foro de São Paulo, o governo que Vossa (como                     direi?) Excelência representa dá integral apoio                     político às Farc, que neste preciso momento                     mantêm em cativeiro, sob condições desumanas                     e – é claro – sem acusação                     formal ou julgamento, aproximadamente sete mil seqüestrados.                     Tudo o que o seu governo quer para as Farc é premiá-las                     não só com a anistia geral e irrestrita, mas                     com a elevação delas à condição                     de partido político legal, a prova mais patente de                     que o crime compensa.&lt;br /&gt;                  Apoiando as Farc, seu governo é ainda cúmplice                     da morte de dezenas de milhares de brasileiros sacrificados                     anualmente pelo narcotráfico colombiano, diretamente                     ou através de seus agentes locais, os celerados do                     PCC. O governo representado por Vossa (porca miséria!)                     Excelência não é cúmplice só                     de tortura, mas de homicídio em massa. Comparado a                     vocês, o famigerado delegado Fleury era um amador, um                     principiante. O Champinha, então, nem se fala.&lt;br /&gt;                  Vossa (ora, bolas!) Excelência carrega a culpa moral                     de mil vezes mais crimes do que aqueles a quem acusa e quer                     punir.&lt;br /&gt;                  Vossa (isto cansa!) Excelência não tem a mais                     mínima autoridade moral para acusar torturadores, assassinos,                     narcotraficantes ou quem quer que seja. Vossa (pela última                     vez) Excelência tem mais é de ir para casa e                     esconder a vergonha sem fim da sua vida inútil, destrutiva,                     toda feita de fingimento, hipocrisia e engodo.&lt;br /&gt;http://goo.gl/JEEsn&amp;nbsp; &lt;br /&gt;*** *** ***&lt;br /&gt;QSS&lt;br /&gt;                &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-8338265311258395329?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/8338265311258395329/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/12/uma-excelencia-olavo-de-carvalho-diario.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/8338265311258395329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/8338265311258395329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/12/uma-excelencia-olavo-de-carvalho-diario.html' title=''/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-9100779560964294648</id><published>2011-10-29T10:05:00.003-02:00</published><updated>2011-10-29T10:05:53.221-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="headline"&gt;        &lt;h1 class="title"&gt;         &lt;a class="title" href="http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/12527-gaystapo-verde-amarelo.html"&gt;Gaystapo verde amarelo&lt;/a&gt;       &lt;/h1&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="articleinfo"&gt;        &lt;span class="author"&gt;    Escrito por Julio Severo   &lt;/span&gt;           &lt;span class="created"&gt;    | 28 Outubro 2011   &lt;/span&gt;          &lt;br /&gt;           &lt;span style="color: #be4238;"&gt;          Artigos                 -          &lt;/span&gt;            &lt;span style="color: #be4238;"&gt;          Governo do PT         &lt;/span&gt;         &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-weight: normal;"&gt;Disque-denúncia abre as portas para a repressão a tudo o que “ofende” os amantes do sexo anal e perversões semelhantes.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;Está em plena atividade o telefone estatal especial criado para que praticantes do homossexualismo possam denunciar cidadãos do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;De acordo com o jornal &lt;a href="http://www.dcomercio.com.br/index.php/cidades/sub-menu-cidades/75271-disque-100-recebeu-856-denuncias-de-homofobia-ate-setembro-deste-ano-sao-paulo-lidera-ranking"&gt;&lt;i&gt;Diário do Comércio&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, “O serviço Disque Direitos Humanos (Disque 100) recebeu 856 denúncias de casos de homofobia no Brasil entre janeiro e setembro deste ano. De acordo com a Secretaria de Direitos Humanos (SDH), as ligações totalizaram 2.432 violações aos direitos dos homossexuais, como violência e atendimento inadequado em delegacias, entre outros. O Estado de São Paulo lidera o ranking com 134 telefonemas sobre homofobia…”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;O estado de São Paulo, onde foi aprovada uma lei anti-“homofobia” pelo PSDB em 2001, está na vanguarda de medidas políticas gayzistas. O PSDB está construindo no seu quintal paulistano todo um aparelho de repressão a favor da agenda gay. O Ministério Público Federal de São Paulo é o instrumento predileto dos ativistas gays. Embora com sede em Curitiba, no Paraná, a ABGLT, a maior entidade gay recebedora de verbas governamentais, só faz uso do MPF de São Paulo para reprimir os opositores, tendo inclusive já feito nesse MPF queixa contra o autor deste blog.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;O &lt;i&gt;Diário do Comércio&lt;/i&gt; não deu exemplo dos tipos de queixas que estão sendo feitas ao disque-denúncia, mas já expus o famoso caso de &lt;a href="http://juliosevero.blogspot.com/2008/02/lei-anti-homofobia-de-so-paulo-multou.html"&gt;um jovem paulistano bêbado que foi multado em quase 15 mil reais apenas por ter chamado de “veado” um praticante do homossexualismo&lt;/a&gt;. De acordo com a lei anti-“homofobia” do Estado de São Paulo, a multa de 14.880 reais foi necessária porque a palavra “veado” provocou no homossexual declarado “constrangimento de ordem moral, em razão da sua orientação sexual, na modalidade de vexame, humilhação, aborrecimento e desconforto”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;Evidentemente, essa repressão não vale quando homossexuais provocam nas outras pessoas “constrangimento de ordem moral na modalidade de vexame, humilhação, aborrecimento e desconforto”, exibindo obscenidades publicamente na frente de famílias com suas crianças.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;Na verdade, eles podem fazer isso e muito mais. &lt;a href="http://juliosevero.blogspot.com/2007/11/eles-s-querem-igualdade-homossexuais-de.html"&gt;Quando um homossexual pode se apresentar desrespeitosamente só de calcinha na frente dos deputados sem maiores consequências, é sinal de que, mesmo não tendo sido aprovada, a lei do privilégio já é realidade&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;O disque-denúncia não foi criado para pessoas ofendidas pelos atos homossexuais. &lt;a href="http://juliosevero.blogspot.com/2011/02/travestis-violencia-disque-denuncia.html"&gt;Foi criado apenas para que os homossexuais tenham as ferramentas certas para reprimir os que se sentem ofendidos com as obscenidades gays e com a infame agenda gay&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;Essa paranoia tem a marca registrada do PT.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;O disque denúncia foi lançado no ano passado por Maria do Rosário, a radical militante do PT que tem a pretensão ideológica de transformar em crime a autoridade dos pais de disciplinar os filhos fisicamente por desobediência. Os pais cristãos, que atendem diretamente ao mandamento bíblico de uso da vara em situações de rebeldia dos filhos, serão classificados como “criminosos”, se os planos de Rosário avançarem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;Como toda boa petista, Rosário não abre mão do aborto provocado como direito reprodutivo da mulher. Dê uma varada ou chinelada de correção em seu filho, e Rosário diz que sua atitude é crime. Mate seu filho antes de nascer, e Rosário dirá que esse assassinato é um sagrado direito reprodutivo de toda mulher.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;O sonho dela é livrar as crianças do Brasil da “violência” da disciplina física dos pais e entregá-las às maravilhas do aprendizado estatal do sexo anal nas escolas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;Ela quer mudanças no ECA — em parceria com a &lt;a href="http://juliosevero.blogspot.com/2009/08/o-que-era-ruim-vai-ficar-pior-grupos.html"&gt;ABGLT, que também quer “melhorias” no ECA&lt;/a&gt; —, para que as crianças sejam “protegidas” da autoridade corretiva dos pais. Os pais não podem se aproximar dos próprios filhos para discipliná-los, mas há total liberdade, com proteção governamental, para que crianças sejam levadas ao sexo anal através de porcas aulas de educação sexual.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;Essa é a paranoia do PT: prisão para pais que exercem seu direito de usar a vara corretiva em seus filhos, e proteção e liberdade para mães que matam seus bebês antes de nascer ou para autoridades educacionais depravadas que treinam crianças para o sexo anal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;O que o Brasil precisa urgentemente é de um disque-denúncia de crimes homossexuais contra crianças. Milhares de meninos são vítimas de estupradores homossexuais no Brasil, mas o governo, em sua paranoia, dá proteção aos predadores, não às suas vítimas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;Qualquer autoridade governamental que esteja determinada a destruir a autoridade corretiva dos pais na vida dos filhos, dando em troca o “direito” e a “liberdade” de matar os filhos antes de nascer ou dando em troca aulas de sexo anal para crianças, precisa de uma camisa de força.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;Os ativistas homossexuais &lt;a href="http://juliosevero.blogspot.com/2011/05/vergonha-governo-deu-quase-dois-milhoes.html"&gt;recebem rios de dinheiro para elaborar materiais para doutrinar os filhos dos outros nas escolas&lt;/a&gt;, e não temos nenhum disque-denúncia para nos ajudar a denunciar esse crime.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;O governo federal gasta milhões em políticas, eventos e leis para expandir a agenda gay na sociedade e nas escolas, e não temos nenhum disque-denúncia para denunciar esse vergonhoso investimento na sodomia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;Milhares de &lt;a href="http://juliosevero.blogspot.com/2010/04/em-video-homossexual-suspeito-indica.html"&gt;meninos são estuprados por homossexuais&lt;/a&gt; por ano, e não temos nenhum disque-denúncia para nos ajudar a cobrar do governo uma campanha ampla contra os predadores homossexuais. Pelo contrário, &lt;a href="http://juliosevero.blogspot.com/2011/03/de-cristao-revoltado-homossexual.html"&gt;já denunciei várias defesas homossexuais à pedofilia&lt;/a&gt;, e o Ministério Público Federal e o próprio governo federal nem bocejam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;Luiz Mott, o maior líder homossexual do Brasil, vem há anos sinalizando &lt;a href="http://juliosevero.blogspot.com/2011/06/luiz-mott-estatua-de-bebe-pelado-e.html"&gt;preferências claramente pedófilas, especialmente quando apresentou publicamente um museu erótico alisando a estátua de um bebê pelado&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;Contudo, em vez de ser enquadrado criminalmente, ele é alvo de condecorações e adulações governamentais. Ele aplaudiu quando a ABGLT, a maior organização gayzista do Brasil, &lt;a href="http://juliosevero.blogspot.com/2011/10/site-do-pt-publica-queixa-da-abglt.html"&gt;se queixou&lt;/a&gt; de mim ao Ministério Público Federal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;Mas se nos queixarmos dos abusos que a agenda gay e seus cúmplices governamentais estão cometendo contra nós e nossos filhos, os militantes homossexuais “ofendidos” podem nos denunciar pelo disque-denúncia criado especialmente para os amantes do sexo anal e perversões semelhantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;Se permitirmos que as denúncias estúpidas deles neutralizem nossa capacidade de reação e defesa de nossas famílias, a opressão deles contra nossos filhos passará de mera doutrinação homossexual nas escolas para alisamento físico e muito mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;Nessa altura, se nada fizermos, poderemos ser denunciados e criminalizados se não entregarmos nossos filhos aos tarados de Sodoma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/12527-gaystapo-verde-amarelo.html &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;*** *** ***&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;QSS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-9100779560964294648?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/9100779560964294648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/10/gaystapo-verde-amarelo-escrito-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/9100779560964294648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/9100779560964294648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/10/gaystapo-verde-amarelo-escrito-por.html' title=''/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-8600220620555080632</id><published>2011-10-26T12:48:00.002-02:00</published><updated>2011-10-26T12:49:09.722-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="headline"&gt;&lt;h1 class="title"&gt;&lt;a class="title" href="http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/12508-a-civilizacao-crista-e-o-socialismo.html"&gt;A civilização cristã e o socialismo&lt;/a&gt;       &lt;/h1&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="articleinfo"&gt;&lt;span class="author"&gt;    Escrito por Klauber Cristofen Pires   &lt;/span&gt;           &lt;span class="created"&gt;    | 21 Outubro 2011   &lt;/span&gt;          &lt;br /&gt;&lt;span style="color: #be4238;"&gt;          Artigos                 -          &lt;/span&gt;            &lt;span style="color: #be4238;"&gt;          Movimento Revolucionário         &lt;/span&gt;         &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;Pouco importa qual área do conhecimento ou dimensão da vida humana. Psicologia, educação, saúde, economia ou direito. Está cada vez mais claro: todas as campanhas da esquerda têm um fim comum: bestializar o ser humano.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;Prezados leitores,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;As diversas manifestações que hoje percebemos no mundo nos permitem traçar, a esta altura dos fatos, um paralelo demonstrativo entre os valores consagrados pela tradição judaico-cristã, formadora da civilização ocidental, e tudo aquilo que se situa em volta do que vou chamar aqui simplesmente de socialismo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;Para a compreensão deste texto, necessário se torna ao leitor não iniciado compreender o socialismo como essencialmente uma cultura de negação. Isto se dá porque, embora reivindique a formação de um corpo doutrinal fundamental, a utilização de estratégias de aliciação e de destruição psicológica das nações ocidentais se vale de um número infindo e não poucas vezes francamente contraditório de conceitos e ideias, que acabam se fundindo num amálgama irreconhecível, daí a dificuldade dos cidadãos, mesmo os que se dizem mais letrados, de reconhecer as suas origens e os seus propósitos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;De uma forma geral que baste ao entendimento, valemo-nos da obra do dissidente soviético Anatoli Golytsin, que com sua obra &lt;i&gt;"New Lies for Old" &lt;/i&gt;("Novas Mentiras Velhas") já anteviu com pelo menos duas décadas de antecedência o aparecimento das milhares de ONG’s e movimentos ditos sociais, como fruto da inserção de agentes de informação e desinformação soviéticos nas instituições públicas e privadas das democracias capitalistas, com o fim de esmaecer os valores morais das populações e tomá-las por dentro para então dirigir o comportamento dos indivíduos segundo a vontade do partido comunista.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;Tendo já alcançado significativa penetração nos meios de comunicação, nas escolas, nas igrejas e na máquina pública, o que este texto pretende é nada mais do que evidenciá-las, deixando ao leitor o encargo de formular as suas próprias convicções.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;Na magistral minissérie Roma, criada e exibida pela rede HBO - e disponível nas locadoras -&amp;nbsp; o telespectador é transportado com a maior fidedignidade possível à Antiguidade, para vivenciar quase que ao vivo a violência, as atrocidades e as iniquidades que não somente aconteciam, mas eram respeitadas como condutas moralmente esperáveis. Um dos fatos mais cômicos de que me lembro é o da aristocrata Atia, ao presentear Servillia com um escravo sexual bem-dotado, tendo inclusive o cuidado caprichoso de enfeitá-lo com laços e outros apliques. Cômico, claro, para mim, que assistia pela no conforto de meu lar, no século XXI.&amp;nbsp; No entanto, no mesmo seriado se conta a história de um judeu que trabalhava como capo de Servillia, executando os serviços sujos de matar e torturar os desafetos dela, até que um dia ele se rebela contra a vida que leva e proclama: "eu não sou um animal!"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;A religião cristã nos convida à busca da elevação espiritual. O diabo, muito propriamente descrito como a Besta, encarna as tendências animalescas do ser humano, que para elevar-se espiritualmente, deve esforçar-se por livrar-se delas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;Quando alguém diz: “adoro sorvete de chocolate, mas não vou comê-lo, porque preciso estar em forma”, dá uma demonstração de superioridade de sua alma sobre o seu corpo. Age dominando o seu impulso instintivo de gula.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;O exemplo acima é de fácil compreensão e larga aceitação porque atualmente está em voga um culto à boa forma. Na verdade, todavia, muitos que se submetem à disciplina alimentar têm em mente entregarem-se a outros tipos de vícios, como a vaidade e a sensualidade. Não que uma dose sensata dos cuidados com a aparência e o gozo do prazer responsável sejam em si pecados. Não são, exceto como no caso mesmo daqueles que se entregam desmedidamente aos prazeres do garfo ou do copo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;No campo da Psicologia, correntes nascidas como fruto do movimento revolucionário têm defendido que o ser humano deve extravasar o que sente e agir segundo a sua natureza, exatamente o oposto da doutrina judaico-cristã, que defende a moderação e diz que o ser humano deve elevar-se acima de sua condição natural. O Cristianismo diz: "você não tem o direito de bater em alguém com base na alegação de que você é assim mesmo, que nasceu assim, e que esta é a sua natureza. Pelo contrário, você deve dominar os seus impulsos, por meio da oração, do treinamento e da disciplina". Já aqueles psicólogos modernistas diziam "grite, extravase, quebre um vaso, chute a porta - depois disso você vai se sentir mais feliz". O fato é que atualmente tal escola parece estar em franca decadência entre os especialistas deste ramo, embora tenha produzido grande prejuízo a um número incontável de vidas. Mesmo assim, nos filmes e nas novelas ainda tal mote é apregoado com franca hegemonia "faça o que seu coração mandar! Obedeça aos seus desejos!" &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;No campo da Psiquiatria, movimentos da mesma origem deram início a uma grande campanha contra as instituições de internações de pessoas com problemas mentais. Recordo-me muito bem do momento de sua deflagração, quando até mesmo reportagens jornalísticas, novelas e seriados foram produzidos para difamar os manicômios dos quais um dos mais famosos era o Instituto Philippe Pinel. O grande mote era o de que pessoas com problemas mentais deveriam ser tratadas no seio do lar, sob o amparo amoroso dos familiares. Ninguém se preocupou com o fato de que havia doentes sem família ou que havia doentes do sexo masculinos fortes e violentos que acabavam matando velhinhas e crianças. O que importava é que deviam ser soltos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;A revolução socialista inaugurou o movimento de libertação sexual. A pílula anticoncepcional carrega até hoje, nas costas, coitada, o encargo de ter sido a responsável pelo sexo livre, desimpedido, comunal, orgiástico, mas a verdade está no fato de que o conceito tradicional de família deveria, na visão revolucioária, desconstruído, e nada como o amor livre como ponto de partida. Vale dizer o quanto os nomes mais ilustres das esquerdas, dentre filósofos, políticos e artistas foram adeptos sôfregos de surubas que fariam César babar de inveja.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;Para quem não sabe, o&amp;nbsp; Ministério do Trabalho mantém em seu site uma página com um roteiro passo a passo para quem quiser seguir a profissão de prostituta. O objetivo é conscientizar as profissionais do sexo para a sua importância como classe trabalhadora e regulamentar a profissão, com direito ao uso do SUS e da carteira assinada. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;Então sobreveio o movimento gayzista: declarando a existência da homoafetividade como emulação da relação natural entre homem e mulher, reivindicaram o respeito que se atribui ao casamento heterossexual. Era o tempo em que se usava a sigla GLS. Depois, novas formas de sexualidade foram se apresentando, não necessariamente decorrentes do sentimento chamado de amor, mas cada uma reclamando seu lugar no mundo como condição de cidadania, e a sigla foi crescendo: GLBT, GLBTT, até que eu perdi a conta e a cunhei de vez como "GLBTSTUVXZ"! Nao por coincidência,&amp;nbsp; não há muito tempo, na Austrália, o movimento gayzista de lá tentou fazer uma lei que aprovasse o reconhecimento de 23 categorias diferentes de sexualidade! Eu nem sequer conseguiria imaginar tantas variações: fiquei comigo confabulando... terá entre elas os “postessexuais” (sexo com postes de iluminação) ou os abajursexuais (sexo com abajures, arandelas e outros tipos de luminárias)?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;Atualmente, tendo o movimento gayzista praticamente dominado a opinião pública - pelo menos tem o poder de controlar os meios de comunicação e as classes intelectuais políticas&amp;nbsp; - o que dá no mesmo, surge uma nova etapa: a apologia da pedofilia, recentemente apresentada em congressos nos EUA por ditos especialistas, que com palavras doces buscam legitimar a curra de meninos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;Além disso, também surge a desnaturalização sexual das crianças: em vários países já começam a ser adotadas medidas para retirar das crianças a identidade sexual natural. Por exemplo, ao invés de "pais", a certidão de nascimento passa a constar como "filiação". A senadora Mata Suplicy mantém um projeto deste teor para o Brasil. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;Vamos agora para o campo econômico: toda a tradição judaico-cristã aponta para o comedimento, para a previdência e para o reconhecimento da relativa raridade dos recursos materiais como ponto de partida para o estabelecimento das bases da ciência econômica, mas as teorias revolucionárias, com ênfase no keynesianismo, delcaram justamente o contrário, isto é, que quanto mais os governos gastarem, melhor será para o progresso geral da sociedade. De tanto terem levado a sério tal &lt;i&gt;nonsense&lt;/i&gt; que qualquer pai e mãe de família instintivamente percebem como falso, os governos chegaram ao cúmulo de revogar o ouro e começaram a enfiar goela abaixo das pessoas umas tiras de papel pintado, facilmente imprimíveis, como meio de troca compulsoriamente legal, e a dar aos bancos o poder de emprestar quantidades praticamente ilimitadas de dinheiro, mesmo sem ativos suficientes. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;Na área da educação, teve lugar a revolução freiriana, aquela que iguala o professor ao aluno e que inocula a doutrina da “luta de classes” até mesmo em disciplinas como Física e Matemática. O resultado disso está na pior classificação mundial para o estudante brasileiro, que majoritariamente se forma nas faculdades sem saber ler e interpretar um texto e realizar as quatro operações, mas que já pode se orgulhar de ter algumas vezes chutado o traseiro de seus professores, estuprado algumas coleguinhas e fumado uns "tapas". O cume da montanha já foi alcançado, por recente campanha defendida pelo Ministério da Educação que ensina que o certo é escrever errado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;O que dizer então das drogas? Basta verificar como o governo intensifica o combate ao fumo comum e incentiva ao uso das drogas mais pesadas, chegando ao ponto mesmo de reconhecer a legitimidade da marcha pela legalização da maconha, com o garoto-propaganda Fernando Henrique Cardoso à frente, e de distribuir gratuitamente seringas e cachimbos para usuários de cocaína e de crack, sob pretexto de fazer uso de uma "política de redução de danos".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;Liberação sexual total, não só despida de qualquer compromisso e responsabilidade como até mesmo persecutória a quem os defenda; entrega às drogas, sem limites; desrespeito a toda autoridade constituída e à elite da sociedade; gastança desenfreada; extravasamento da natureza de cada um; analfabetismo útil. Vamos resumir: todas as propostas da esquerda, do socialismo, da social-democraica, do comunismo ou do progressismo, como se queira denominar esta corrente de pensamento, ou melhor, de anti-pensamento, pregam a mais completa e absoluta animalização do ser humano, em todas as esferas da vida. Deu pra perceber ou ainda não está claro? Como disse Jesus, são pelos frutos que se reconhece a árvore. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"&gt;Talvez agora se torne mais compreensível entender a passagem na qual está escrito que Jesus liberta. Mas então, você vai dizer: o que pretendem, então, com isto? Basta olhar para o cavalo? Por que ele puxa a carroça? É porque ele não sabe...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/12508-a-civilizacao-crista-e-o-socialismo.html&lt;br /&gt;*** *** ***&lt;br /&gt;QSS&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-8600220620555080632?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/8600220620555080632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/10/civilizacao-crista-e-o-socialismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/8600220620555080632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/8600220620555080632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/10/civilizacao-crista-e-o-socialismo.html' title=''/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-8596587693408841351</id><published>2011-08-30T19:42:00.000-03:00</published><updated>2011-08-30T19:43:48.496-03:00</updated><title type='text'>Guerrilha comunista no Brasil</title><content type='html'>&lt;p class="articleinfo"&gt; 		 						&lt;span class="author"&gt; 				Escrito por Félix Maier			&lt;/span&gt; 					 						&lt;span class="created"&gt; 				| 16 Agosto 2011			&lt;/span&gt; 			 							&lt;br /&gt;			 								&lt;span style="color: rgb(190, 66, 56);"&gt; 										Artigos																 - 									&lt;/span&gt; 												&lt;span style="color: rgb(190, 66, 56);"&gt; 										Movimento Revolucionário									&lt;/span&gt; 				 			 		&lt;/p&gt; 		 				 		 &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;A  guerrilha comunista teve início em 1961 no Brasil - e não após 1964,  como propaga a esquerda mentirosa -, quando o presidente João Goulart  ocultou e repassou secretamente a Fidel Castro as provas da intervenção  armada de Cuba no Brasil. Provas? Leia os verbetes abaixo, que constarão  de meu livro &lt;i&gt;A Língua de Pau - Uma história da intolerância e da desinformação&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;b&gt;Coleção História Nova&lt;/b&gt; - Para a formação do “homem novo”, a história também deve ser nova. A Coleção de Pau (de &lt;i&gt;langue de bois&lt;/i&gt;  - língua de pau) surgiu durante o Governo João Goulart, na “Campanha de  assistência ao estudante”, do MEC, em que os livros tradicionais de  História foram reformulados, os fatos interpretados sob a ótica  marxista. O MEC editou também a cartilha “Viver é lutar”, reconhecida  pela Conferência Nacional dos Bispos, para a alfabetização rural - ou  melhor, alfabetização marxista. A rádio Ministério da Educação (Rádio da  Verdade) era utilizada para propaganda comunista. Nada mais que o  Pravda (“Verdade”) em ação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;b&gt;Contrarrevolução de 1964&lt;/b&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;  - Após a anarquia promovida no Brasil pelo Governo João Goulart  (“Jango”), no dia 31/3/1964, sob a exigência dos jornais e a aclamação  da população brasileira, é desencadeada a “Revolução de 31 de Março”,  apelidada pelos opositores como “golpe militar”, mas que foi na verdade  uma Contrarrevolução, por suspender o processo revolucionário em  andamento no País. Antecedentes: Quando Jânio Quadros renunciou à  presidência, “Jango” estava em viagem à China comunista, acompanhado de “&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;i&gt;líderes trabalhistas, convocados para observação e estudo das comunas populares daquele país”&lt;/i&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt; (AUGUSTO, 2001: 70).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;Na China, “Jango” &lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;i&gt;fez  “um pronunciamento radical, em que revelou sua intenção de estabelecer  também no Brasil uma república popular, acrescentando que, para tanto,  seria necessário contar com as praças para esmagar o quadro de oficiais  reacionários”&lt;/i&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt; (idem,  pg. 71) - prenúncio da Revolta dos Marinheiros, no Rio de Janeiro, e da  Revolta dos Sargentos, em Brasília. Em janeiro de 1964, Luiz Carlos  Prestes viajou a Moscou para prestar contas dos últimos trabalhos do  PCB, desenvolvidos à luz da estratégia traçada por ele e Kruschev em  novembro de 1961. Nesse encontro, participaram, além de Kruschev,  Mikhail Suslov (ideólogo de Kruschev), Leonid Brejnev (Secretário do  Comitê Central do Partido), Iuri Andropov e Boris Ponomariov (Chefe do  Departamento de Relações Internacionais).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;Naquela ocasião, Prestes afirmou:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;“&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;i&gt;A  escalada pacífica dos comunistas no Brasil para o poder abrindo a  possibilidade de um novo caminho para a América Latina. (...) oficiais  nacionalistas e comunistas dispostos a garantir pela força, se  necessário, um governo nacionalista e antiimperialista. Implantaremos um  capitalismo de Estado, nacional e progressista, que será a antessala do  socialismo. (...) ... uma vez a cavaleiro do aparelho do estado,  converter rapidamente, a exemplo de Cuba de Fidel, ou do Egito de  Nasser, a revolução nacional-democrática em socialista&lt;/i&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt; (idem, pg. 121-2)&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;Segundo Luís Mir, em &lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;A Revolução Impossível&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;i&gt;, “a exemplo de 1935, a revolução deveria começar novamente, pelos quartéis”&lt;/i&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt; (cit. pg. 122). “&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;i&gt;É  crime lembrar que a direita civil armada, pronta e ansiosa para matar  comunistas desde 1963, foi pega de surpresa pelo golpe militar e  inteiramente desmantelada pelo novo governo, de modo que, se algum  comunista chegou vivo ao fim do ano de 1964, ele deveu isso  exclusivamente às forças armadas que agora amaldiçoa”&lt;/i&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt; (Olavo de Carvalho, &lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;i&gt;in&lt;/i&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt; &lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;i&gt;A História, essa criminosa&lt;/i&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;).&lt;br /&gt;Olavo  se refere às forças paramilitares formadas, principalmente, pelos  governadores Carlos Lacerda, da Guanabara, e de Adhemar de Barros, de  São Paulo, que pretendiam trucidar os comunistas. “&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;i&gt;O  regime militar fez várias reformas. Obteve êxito. O papel do Estado na  economia foi ampliado numa escala nunca vista. Qualquer setor onde havia  alguma dificuldade econômica, a saída encontrada era a criação de uma  empresa estatal. E foram surgindo às pencas. O país melhorou a  infraestrutura, desenvolveu novos setores produtivos e se integrou à  economia mundial diversificando sua pauta de exportações”&lt;/i&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt; (Marco Antonio Villa, in “Eles não conseguem desenhar o futuro”, &lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;i&gt;O Globo&lt;/i&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;, 28/6/2011). “&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;i&gt;Os  militares parecem haver sofrido, desde o começo, de uma espécie de ‘má  consciência’. O sentimento acabou por dividi-los e provocar hesitações  nefastas à administração. Ao princípio, um embaixador inglês, Sir  Geoffrey Wallinger, ainda podia comparar os militares de Castello Branco  aos puritanos de Cromwell, fanaticamente convencidos de sua missão de  limpar a corrupção que contaminava o país. Mas as hesitações e as  contramarchas entre ‘linha dura’ e ‘legalistas’ acabou comprometendo o  projeto e o próprio bom senso”&lt;/i&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt; (PENNA, 1994: 163).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;“&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;i&gt;Não  há provas de que os Estados Unidos instigaram, planejaram, dirigiram ou  participaram da execução do golpe de 1964. Cada uma dessas funções  parece ter competido a Castelo Branco e seus companheiros de farda. Ao  mesmo tempo, há sugestivas evidências de que os Estados Unidos aprovaram  e apoiaram a deposição de Goulart quase que desde o princípio. Os  Estados Unidos reforçaram o seu apoio ao elaborar planos militares  preventivos que poderiam ter sido úteis para os conspiradores, se  houvesse a necessidade”&lt;/i&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt; (PARKER, 1977: 128). Leia &lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;i&gt;Projeto História Oral do Exército na Revolução de 1964&lt;/i&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt; - (&lt;a href="http://www.rberga.kit.net/hp64/hp64_9/adalto.html" target="_blank"&gt;http://www.rberga.kit.net/hp64/hp64_9/adalto.html)&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;Folhetos cubanos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;  - Eram disseminados no Brasil pelo Movimento de Educação Popular (MEP),  durante o Governo de João Goulart, e serviam de inspiração às Ligas  Camponesas, de Francisco Julião, e aos Grupos dos Onze (G-11), de Leonel  Brizola. Desde 1961, os comunistas passaram a comprar várias fazendas  em Pernambuco, Bahia, Acre, Goiás e Minas, para servirem de centros de  guerrilha. Isso prova que o idioma de pau cubano (o comunismo), de  inspiração soviética, tentou se estabelecer no Brasil antes da  Contrarrevolução de 1964.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;Foquismo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;  - Teoria revolucionária de pau, em que a revolução marxista seria  iniciada em pequenos núcleos (focos), para começar a guerrilha rural,  com o objetivo de dominar a nação. O foquismo foi sistematizado pelo  revolucionário comunista francês Jules Debray, e defendida por Fidel  Castro e Che Guevara. O PC do B tentou colocar em prática essa teoria na  região do Araguaia. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;“O  treinamento a brasileiros em Cuba continua até os dias atuais, embora  somente no terreno político-ideológico, na Escola Superior Nico Lopez,  do PC cubano, Escola Sindical Lázaro Peña, Escola de Periodismo José  Martí, Escola da Federação de Mulheres Cubanas, Escola da Federação  Democrática Internacional de Mulheres e Escola Nacional Julio Antonio  Mella, da União da Juventude Comunista. Por essas escolas já passaram  mais de 100 brasileiros. Todavia, o mais importante em tudo isso, é que a  ida de qualquer brasileiro para fazer cursos em Cuba depende do aval do  Partido Comunista Cubano, após entendimentos anteriores, de partido  para partido. Atualmente, existem diversos brasileiros, militantes do  Movimento dos Trabalhadores Sem Terra vêm recebendo, em Havana,  treinamento em técnicas agrícolas, e outros matriculados na Faculdade  Latino-Americana de Ciências Médicas. O site do Partido dos  Trabalhadores oferece vagas e publica as condições definidas por Cuba  para matrícula nessa Faculdade”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt; (Huascar Terra do Valle, &lt;em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;in&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt; “Histórias quase esquecidas”, site &lt;em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;Mídia Sem Máscara&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;, 10/2/2003).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Frente Única&lt;/b&gt;  - Idealizada pelo ex-ministro San Thiago Dantas, desejava unir todas as  esquerdas em uma “Frente Única” (1963), para dar suporte consistente ao  Governo João Goulart e suas “Reformas de Base”. Os partidos comunistas e  o exibicionismo de Brizola impediram a formação dessa Frente. A “Frente  Popular” de Jango, com o PCB e as organizações dominadas pelo  “Partidão”, foi o que sobrou da pretensa “Frente Única”. A expressão de  pau “Frente Única”, pelo menos, serviu de inspiração para a moda da  década de 1960, sendo uma peça feminina bastante &lt;i&gt;sexy&lt;/i&gt; - ao mesmo tempo em que debutavam as chinelas havaianas e a camisa “ban-lon”, também conhecida como camisa “volta ao mundo”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;G-11 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;  Grupo dos Onze, ou Grupo dos Onze Companheiros: “comandos  nacionalistas”, que foram formados em todo o Brasil em 1963, a mando do  ex-governador gaúcho Leonel Brizola. Os G-11 seriam o embrião do  Exército Popular de Libertação (EPL). Um documento do grupo afirmava que  os G-11 seriam a &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;“vanguarda do movimento revolucionário, a exemplo da Guarda Vermelha da Revolução Socialista de 1917 na União Soviética”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;(Prova a ignorância de Brizola, pois em 1917 havia apenas a Rússia, não a URSS.) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;Quando  ocorreu a Contrarrevolução de 1964, havia centenas desses grupos  espalhados em todo o País e tinham como missão eliminar fisicamente  todas as autoridades do Brasil - civis, militares e eclesiásticas, como  se pode ler nas “Instruções secretas” do EPL e seus G-11, no item 8, “A  guarda e o julgamento de prisioneiros”: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;“Esta  é uma informação para uso somente de alguns companheiros de absoluta e  máxima confiança, os reféns deverão ser sumária e imediatamente  fuzilados, a fim de que não denunciem seus aprisionadores e não lutem,  posteriormente, para sua condenação e destruição”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;(AUGUSTO, 2001: 112). Sobre os G-11, leia os documentos secretos em &lt;a href="http://cbn.globoradio.globo.com/hotsites/grupo-dos-onze/GRUPO-DOS-ONZE.htm" target="_blank"&gt;http://cbn.globoradio.globo.com/hotsites/grupo-dos-onze/GRUPO-DOS-ONZE.htm&lt;/a&gt;. Leia, de minha autoria, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;Brizola, o último dos maragatos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;, disponível na internet - &lt;a href="http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=4886&amp;amp;cat=Ensaios&amp;amp;vinda=S" target="_blank"&gt;http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=4886&amp;amp;cat=Ensaios&amp;amp;vinda=S&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;Ligas Camponesas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;  - As origens da organização dos camponeses datam da década de 1940, no  trabalho do PCB, que estabeleceu as Ligas Camponesas. Essa atividade  ressurgiu na década de 1950, em Galileia, com a criação da Sociedade  Agricultural de Plantadores e Criadores de Gado de Pernambuco, assistida  por um ex-membro do PCB, José dos Prazeres, e depois com a formação de  sociedades de direito civis e legais, que rapidamente se espalharam por  todo o Nordeste, passando a uma rede de Ligas Camponesas - como eram  chamadas pelos proprietários de terras, devido à sua origem da década de  1940. Francisco Julião foi o principal líder das Ligas, com atuação,  especialmente, em Pernambuco, do então Governador Miguel Arraes, onde as  Ligas colocavam fogo em canaviais e depredavam fazendas. No dia  27/11/1962, na queda de um Boeing 707 da Varig, quando se preparava para  pousar em Lima, Peru, estava entre os passageiros o presidente do Banco  Central de Cuba, em cujo poder foram encontrados relatórios de Carlos  Franklin Paixão de Araújo, filho do advogado comunista Afrânio Araújo, o  responsável pela compra de armas para as Ligas Camponesas. Os  relatórios detalhavam os atrasos dos preparativos para a luta no campo,  acusava Francisco Julião e Clodomir Morais de corrupção e malversação de  recursos recebidos. Esses documentos chegaram às mãos do governador  Carlos Lacerda, da Guanabara, que fez vigorosa campanha na imprensa,  denunciando a interferência cubana em nosso País. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;No  Brasil, antes de 1964, Cuba financiou ainda as Ligas Camponesas para  comprar fazendas que serviram de campos de treinamento de guerrilha. A  revista &lt;em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;Veja&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;",  de 24/1/2001, sob o título "Qué pasa compañero?", faz uma análise  centrada na tese de doutorado da pesquisadora Denise Rollemberg, da  UFRJ, a qual afirma que &lt;em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;"o  primeiro auxílio de Fidel foi no Governo João Goulart, por intermédio  do apoio às Ligas Camponesas, lendário movimento rural chefiado por  Francisco Julião. (...) O apoio cubano concretizou-se no fornecimento de  armas e dinheiro, além da compra de fazendas em Goiás, Acre, Bahia e  Pernambuco, para funcionar como campos de treinamento”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;  Após a Contrarrevolução de 1964, as Ligas Camponesas, de inspiração  comunista, foram dissolvidas, e Julião obteve asilo no México.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;b&gt;Marcha do Terço&lt;/b&gt;  - Organizada em fevereiro de 1964, em Belo Horizonte, pelo Padre  Peyton, pelo Padre Botelho e por várias organizações femininas  patrocinadas pelo IPES. A Marcha condenou Leonel Brizola publicamente  como anticristo; também condenou o governo de João Goulart e pediu uma  intervenção militar; esse apelo foi reforçado pelo lançamento, em março  de 1964, da “Marcha da família com Deus pela liberdade”, semelhante às  executadas em São Paulo e no Rio de Janeiro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;MEB&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;  - Movimento de Educação de Base: organização criada pela Igreja  Católica, financiada pelo Governo João Goulart e administrada por  militantes de esquerda católica, muitos dos quais eram membros da Ação  Popular (AP). Baseado nas ideias marxistas de Paulo Freire, autor do  livro pauleira &lt;em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;Pedagogia do Oprimido&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;,  o MEB funcionava através de escolas radiofônicas, sob a direção de um  líder local (padre ou camponês), em contato com as Ligas Camponesas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;MEP&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;  - Movimento de Educação Popular. O MEP disseminava no Brasil, durante o  desgoverno de João Goulart, folhetos cubanos sobre a técnica de  guerrilhas. Esses folhetos foram utilizados pelos G-11, de Brizola, e  pelas Ligas Camponesas, de Francisco Julião.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;Revolução Cubana&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;  - No dia 1º de janeiro de 1959 as tropas de Fidel Castro tomam Havana. A  “república socialista” cubana, porém, só foi proclamada em maio de  1961, logo após a fracassada invasão de anticastristas ocorrida na Baía  dos Porcos, em Cuba, com o (falso) apoio americano. Em 1962, Cuba foi  excluída da OEA e em 1964 os países membros da OEA, com exceção do  México, romperam relações diplomáticas com o país, devido ao apoio  cubano de focos guerrilheiros em vários países da América Latina  (Guatemala, Colômbia, Venezuela). Cuba forneceu toneladas de armamento  ao governo comunista de Salvador Allende. As residências oficiais de  Allende eram verdadeiros paióis, descobertos após a intervenção de  Pinochet, que derrubou os comunistas depois da autorização dada pela  Suprema Corte, que ainda não era cooptada com Allende. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;No  Brasil, antes de 1964, Cuba financiou as Ligas Camponesas para comprar  fazendas que serviram de campos de treinamento de guerrilha. As prisões  políticas de Cuba são muitas: La Cabaña (ainda em 1982 houve 100  fuzilamentos), Boniato (a mais repressiva), Kilo 5,5, Pinar del Río,  Guanajay, Guanahacabibes, Castelo do Príncipe, Ilha de Pinos, Camaguey,  Holguín, Manzanillo, Sandino (1, 2 e 3). Fidel Castro mandou fuzilar  entre 15 e 17 mil pessoas (10 mil só na década de 1960); em 1978, havia  em Cuba 15 a 20 mil prisioneiros; em 1997, segundo a Anistia  Internacional, havia entre 980 e 2.500 prisioneiros políticos. &lt;em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;“Para  uma população de apenas 6,4 milhões, Fidel e Che prenderam e executaram  mais, em termos relativos, do que os nazistas, e igualmente mais,  proporcionalmente, do que os comunistas”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;  (FONTOVA, 2009: 150). A tortura cubana incluía as “ratoneras”,  “gavetas”, “tostadoras”, além da tortura “merdácea” - os prisioneiros  eram “aspergidos” com fezes e urina. Apesar desses crimes todos, o  ditador Fidel Castro é venerado pelos “intelectuais” brasileiros como &lt;em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;el comandante&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;,  ao passo que Augusto Pinochet, ex-presidente do Chile, não passa de um  vil “ditador”, “torturador”, para os “guerrilheiros da pena”, como Emir  Sader e Frei Betto. &lt;em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;“Quando Che assumiu o Ministério das Indústrias, Cuba tinha uma renda per capita “superior à da Áustria, Japão e Espanha”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;  (idem, pg. 214-5). Um ano depois, o anteriormente “terceiro maior  consumo proteico do Ocidente estava racionando comida, fechando  fábricas” (idem, pg. 215).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;Comparação  das rações diárias, entre os escravos (em 1842) e Cuba desde 1962:  carne, frango e peixe: 230 g/55 g; arroz: 110 g/80 g; carboidratos: 470  g/180 g; feijão: 120 g/30 g (Cfr. FONTOVA, 2009: 223). Ou seja, os  escravos negros se alimentavam melhor do que a população cubana sob  Fidel. Só os idiotas e os patifes defendem as excelências da medicina e  dos hospitais cubanos da atualidade, coisa que nunca existiu. &lt;em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;“Em  1957, Cuba tinha, proporcionalmente, mais médicos e dentistas do que os  EUA ou a Grã-Bretanha. Em 1958, tinha a menor taxa de mortalidade  infantil da América Latina e a 13ª. do mundo, estando à frente de  França, Bélgica, Alemanha Ocidental, Israel, Japão, Áustria, Itália e  Espanha. Hoje, pelas cifras oficiais, tem a 25ª. menor taxa – piorou sob  o fidelismo. O que, hoje, reduz a mortalidade infantil é a taxa de 0,71  aborto por criança viva nascida em Cuba - o primeiro lugar do Ocidente e  um dos primeiros do mundo. É um verdadeiro extermínio de bebês no útero  materno”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt; (FONTOVA, 2009: 225). &lt;em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;“Havana, que na década de cinquenta era mais rica que Roma ou Dallas, hoje parece Calcutá ou Nairóbi”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt; (idem, pg. 230). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;Os prédios tornaram-se decrépitos, à semelhança de &lt;em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;el coma andante&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;,  e Havana, hoje, é o maior museu a céu aberto de carros velhos do mundo.  Doenças erradicadas em 1958, como tuberculose, lepra e dengue, voltaram  com força total em 2005. Quase 6.000 empresas norte-americanas foram  pilhadas em Cuba, um valor de 2 bilhões de dólares. Nada foi indenizado,  assim como os 5 bilhões da União Soviética. Evo Cocales aprendeu  rapidinho com Fidel, roubando as refinarias e bens da Petrobras na  Bolívia. Eusábio Peñalver ficou preso durante 30 anos. Era negro. Os  guardas comunistas o chamavam de “macaco”. &lt;em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;“Nós o tiramos das árvores e arrancamos sua cauda”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt; (idem, pg. 238).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;“Apenas  0,8 dos cargos políticos do país é ocupado por gente de cor. Em outros  lugares, esta mesma situação seria chamada de Apartheid”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt; (idem, pg. 239). &lt;em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;“Não  é que não exista comida e bens de consumo em Cuba. O problema é que  hoje há duas classes de cubanos: os que possuem dólares (os turistas e o  apparatchiks, ou seja, a nomenklatura cubana) e os que não possuem (o  cidadão cubano comum): Como não tem nada (quer dizer, tem de tudo, nos  shoppings, em dólar e a preços de Tóquio), a gente vende esferográficas,  isqueiros, envelopes, qualquer miudeza”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt; (GUTIÉRREZ, 1999: 114).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;ULTAB&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;  - União dos Lavradores e Trabalhadores Agrícolas do Brasil: fundada em  1957 pelo PCB, teve suas principais bases em São Paulo, Rio de Janeiro e  Minas Gerais. Porém, obteve seu maior sucesso em Goiás, onde o  movimento tomou as cidades de Trombas e Formoso, e só foi desmobilizado  em 1964 pelos militares.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;b&gt;UNE&lt;/b&gt;  - União Nacional dos Estudantes. Durante o 2º Congresso Nacional de  Estudantes (1938), foi feita a proposta de criação da União Nacional de  Estudantes (UNE), que teve sua 1ª Diretoria eleita em 1939.  Inicialmente, a UNE era apolítica; entre 1940 e 1943, mobilizou a  opinião pública e o Governo para participar na II Guerra Mundial contra o  nazifascismo. Era tutelada pela ditadura Vargas e funcionava em sala do  Ministério da Educação. A partir de 1943, começa a insurreição, com  comunistas e democratas lutando contra a ditadura. A partir de 1959,  aprofunda-se a marxização da UNE; nos anos 60, as organizações que  dividiam as massas operárias, além da UNE, eram a JUC, o PC (que atuava  através de seus diretórios estudantis), a Política Operária (POLOP) e a  Quarta Internacional. Eram todos de esquerda, com dosagens diversas de  ideologia marxista. O Partido de Representação Acadêmica (PRA), criado  na Faculdade de Direito da USP, era considerado de Direita. Também nos  anos 60, dá-se o encontro ideológico, reunindo a JUC, a Esquerda  Católica e o Esquerdismo marxista. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;A  Faculdade Nacional de Filosofia (FNFi) desempenhou papel importante na  agitação estudantil e no processo de marxização da Universidade. “&lt;i&gt;Onde  o professor é de tempo parcial, como na maioria da América Latina, a  tendência dos estudantes é dar mais atenção a preocupações não  acadêmicas, inclusive políticas”&lt;/i&gt;. (Seymor Martins Lipset, “University Students and Politics in Underdeveloped Countries”, &lt;i&gt;in Minerva&lt;/i&gt;, Vol. III, nº 1, 1964, pg. 38-39). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;No  dia 28 de março de 1964, os Diretórios Acadêmicos das Faculdades  Nacionais de Direito (CACO) e da Filosofia, da Universidade do Brasil,  mais o de Sociologia da PUC, lançaram manifesto de apoio aos marinheiros  e fuzileiros em greve na sede do Sindicato dos Metalúrgicos. No dia 31  de março, exigiram de Jango armas para a resistência contra o levante de  Minas, mas tiveram que se contentar com “manifestações antigolpistas”  na Cinelândia. Com a depredação da sede da UNE, o seu presidente,  “apista” José Serra (Ministro da Saúde durante o Governo FHC), empossado  em 1963, pediu asilo à Embaixada do Chile. “&lt;i&gt;Terminava, assim, o  ciclo de agitação estudantil, que depois iria se desdobrar em trágicas  consequências, no terrorismo e na ilegalidade”&lt;/i&gt; (José Arthur Rios, &lt;i&gt;in&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Raízes do Marxismo Universitário). &lt;/i&gt;O mesmo Arthur Rios é autor de famosa frase: &lt;i&gt;"Pais positivistas, filhos comunistas, netos terroristas"&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;Na  “campanha nacional de alfabetização”, no Governo Goulart, a UNE recebeu  5.000 dólares de Moscou, por intermédio da UIE. Com a ascensão do PT na  Presidência da República, a UNE se tornou importante falange do  “fascismo gay”, do qual recebeu mais de R$ 10 milhões no período de 2004  a 2009. Leia, de minha autoria, &lt;i&gt;UNE: organização-pelego, de Getúlio a Lula&lt;/i&gt;, disponível na internet.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;AUGUSTO, Agnaldo Del Nero. &lt;i&gt;A Grande Mentira&lt;/i&gt;. Biblioteca do Exército Editora, Rio de Janeiro, 2001.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;AZEVEDO, Reinaldo. &lt;i&gt;O País dos Petralhas&lt;/i&gt;. Record, São Paulo, 2008.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;FONTOVA, Humberto. &lt;i&gt;O verdadeiro Che Guevara - E os idiotas úteis que o idolatram.&lt;/i&gt; É Realizações, São Paulo, 2009.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;GUTIÉRREZ, Pedro Juan. &lt;i&gt;Trilogia Suja de Havana.&lt;/i&gt; Companhia das Letras, São Paulo, 1999.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;PENNA, José Osvaldo de Meira. &lt;i&gt;A Ideologia do Século XX – Ensaios sobre o Nacional-Socialismo, o Marxismo, o Terceiro-Mundismo e a Ideologia Brasileira.&lt;/i&gt; Instituto Liberal e Nórdica, Rio de Janeiro, 1994.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;PONTES, Ipojuca. &lt;i&gt;Politicamente Corretíssimos&lt;/i&gt;. Topbooks, Rio de Janeiro, 2003.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="padding: 0cm;" class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;KOTSCHO, Ricardo. &lt;i&gt;Do golpe ao planalto: uma vida de repórter&lt;/i&gt;. Companhia das Letras, São Paulo, 2006.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;b&gt;Obs. 1 - Língua de pau&lt;/b&gt; - Como visto na Introdução, em sua obra &lt;i&gt;Pequena História da Desinformação&lt;/i&gt;, Vladimir Volkoff fala sobre a “língua de pau” (&lt;i&gt;langue de bois&lt;/i&gt;, em francês), adotada como língua oficial pelos antigos países comunistas. Friedrich Hayeck, em seu ensaio &lt;i&gt;Os intelectuais e o socialismo&lt;/i&gt; já havia observado que vivemos em meio a uma verdadeira guerra semântica: “&lt;i&gt;Uma  guerra que se caracteriza por profunda confusão semântica. Rótulos tais  como liberal, conservador e libertário apresentam hoje tantas  definições que quase perderam todo significado. Se, por exemplo, uma  pessoa não utiliza o adjetivo social em seu discurso, como na expressão  justiça social, passa a ser classificada como direitista”&lt;/i&gt; (PENNA, 1994: 34-35). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;&lt;b&gt;Obs. 2 - Fascismo gay&lt;/b&gt; - Trata-se do fascismo brasileiro, de tempero gramscista, consolidado pelo sucessor de FHC, o &lt;i&gt;gay fascism&lt;/i&gt;.  Nesse modelo, não existe oposição e todos os setores da sociedade,  inclusive empresários, estão “alegremente” cooptados com as benesses do  Poder Central. “&lt;i&gt;O ‘pensamento’ de Marx (e de seus seguidores)  continua a causar estragos e até a apresentar-se como ‘hegemônico’,  sobremodo em algumas partes da descarnada América Latina. É puro  ‘non-sense’. Mas pelo menos no Brasil é inquestionável a supremacia da  dogmática marxista, pois o país tornou-se o espaço vital onde milhares e  milhares de militantes esquerdistas, comandados por uma máquina  bem-azeitada e nutrida o mais das vezes nos fundos públicos (subtraídos a  muque do bolso do trabalhador e dos empresários contribuintes), atuam  sistemática e proficuamente nas cátedras, parlamentos, púlpitos,  quartéis, mídias, associações civis e militares, sindicatos, prisões,  palcos, telas e até nos prostíbulos, com o objetivo único e irreversível  de ‘socializar’ a nação”&lt;/i&gt; (PONTES, 2003: 42-3). “&lt;i&gt;Na medida em que  crescem, de forma galopante as escorchantes tributações sobre os bens  privados, do trabalhador e dos empresários, aumenta em proporção  geométrica o número dos ‘excluídos’, pois uma coisa decorre da outra: é o  Estado (com suas elites, suas agências, instituições e burocracia em  geral) que se apropria, por força da violência legal (e da inércia ou  ignorância da população), da riqueza produzida pela sociedade para  usufruto diuturno de privilégios”&lt;/i&gt; (idem, pg. 43). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;No Brasil, “&lt;i&gt;os  antigos militantes da luta armada trocaram as selvas e os ‘aparelhos’  urbanos pelas vias democráticas: alguns tornaram-se parlamentares,  ministros, membros do governo, ecologistas, professores, comentaristas  da mídia, e outros tranformaram-se simplesmente em líderes religiosos e  integrantes ativos das ONGs, constituídas por vasto contingente de  ‘intelectuais orgânicos’ muito bem remunerados com recursos do próprio  governo e de grupos e empresas internacionais. A estratégia  ‘democraticamente’ adotada para tornar o Brasil uma ‘República Popular  Socialista’ é a da ‘revolução passiva’, extraída dos ‘Cadernos do  Cárcere’ de Antonio Gramsci (1891-1937), um membro do Comitê Central do  Partido Comunista italiano que discordava parcialmente das teses  revolucionárias de Lênin e pregava a tomada do poder pela ação  ‘hegemônica’ dos intelectuais infiltrados no aparelho do Estado e suas  instituições”&lt;/i&gt; (idem, pg. 57). “&lt;i&gt;O mercado não dá a menor bola para  esse tipo de debate. Ele não quer saber qual é a ideologia do petismo. A  sua pergunta sempre será a seguinte: o modelo rende? Rende. Então tudo  está no seu devido lugar”&lt;/i&gt; (AZEVEDO, 2008: 138). “&lt;i&gt;Somos mais  governados pelo PT que não vemos do que por aquele que vemos. (...) A  mina de ouro está nas diretorias e nos milhares de cargos das estatais. É  aí que está alojado o PT. É por isso que eles lamentam tanto as  privatizações do governo FHC. Imaginem se essa gente tivesse, por  exemplo, a Telebrás nas mãos: 27 presidências regionais, mais os  milhares de cargos de confiança. Mais a Vale, a CSN, a Embraer...”&lt;/i&gt; (AZEVEDO, 2008: 124-5). “&lt;i&gt;Dezenas  de jornalistas aguardavam uma definição na portaria do edifício Rocha.  Por pouco não desci para dizer-lhes que não haveria mais a chapa PT-PL.  Quando já ia pegar o elevador, fui chamado de volta. As negociações  haviam recomeçado, agora no quarto do anfitrião. Embora sempre  procurasse me manter à distância nessas horas, esperando por uma decisão  para comunicá-la à imprensa, estava claro para todos que o impasse se  dava na questão da ajuda financeira que o PL tinha pedido ao PT para  fazer sua campanha. Somente três anos depois, quando estourou o  ‘escândalo do mensalão’, eu ficaria sabendo que o valor solicitado era  de 10 milhões de reais. No início da noite, os dirigentes dos dois  partidos anunciaram que a aliança estava selada, como queriam Lula e  Alencar”&lt;/i&gt; (KOTSCHO, 2006: 223).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;http://goo.gl/ZOS9V&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;*** *** ***&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;" face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;span size="2"&gt;QSS&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-8596587693408841351?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://goo.gl/ZOS9V' title='Guerrilha comunista no Brasil'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/8596587693408841351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/08/guerrilha-comunista-no-brasil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/8596587693408841351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/8596587693408841351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/08/guerrilha-comunista-no-brasil.html' title='Guerrilha comunista no Brasil'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-1897693480302806596</id><published>2011-08-23T10:57:00.000-03:00</published><updated>2011-08-23T11:00:04.226-03:00</updated><title type='text'>Tributo à vadiagem</title><content type='html'>Escrito por Klauber Cristofen Pires | 20 Agosto 2011&lt;br /&gt;Artigos - Cultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filósofos uspianos niilistas acusam capitalismo por desapropriação da preguiça!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não compro jornais. Para o melhor fim a que se prestam, já os obtenho na garagem do prédio onde moro, gratuitamente. É só ir lá e pegar um pouco da pilha. Refiro-me obviamente ao papel, muito útil para forrar o wc da cachorrinha lá de casa, a "Nuvenzinha", uma linda e meiga mestiça de maltês com poodle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, caso é que nos fins de semana, devido à folga da doméstica, sobra-me o encargo pelo zelo de sua higiene (eis aí um clássico exemplo de auto-engano: o dos pais que obtêm dos filhos a promessa solene de que cuidarão integralmente dos seus bichos como pré-condição para ganhá-los), momento em que cato algumas folhas, estendo-as sobre o tabladinho e oras, de vez e quando leio alguma bobagem, só para ter o prazer de espezinhá-la aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa destas ocasiões li a manchete intitulada "Intelectuais discutem importância do ócio", que trata de um ciclo de conferências organizado pelo filósofo Adauto Novaes sob o sublime nome de "Elogio à Preguiça", cujos seminários estão sendo realizados no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, São Paulo e Brasília, de 11 de agosto a 6 de outubro de 2011. Entre os seus palestrantes constam os nomes de Marilena Chauí, José Miguel Wisnik, Maria Rita Kehl, Francisco Bosco e Guilherme Wisnik.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O eixo central da tese, como não poderia deixar de ser a um grupo de intelectuais uspianos, é o de que o capitalismo "desapropriou" o tempo livre dos indivíduos. Segundo Novaes: "O que houve foi uma apropriação brutal do tempo dos indivíduos pelo capitalismo contemporâneo”, e denuncia: "Por outro lado, uma das formas eficazes de controle seria estigmatizar a palavra. O preguiçoso torna-se um pária".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Paralaxe Cognitiva&lt;br /&gt;Um dos fenômenos mais curiosos presentes no pensamento dos intelectuais modernos, segundo o filósofo Olavo de Carvalho, é o da "paralaxe cognitiva". Sinceramente, o termo "fenômeno" aí carrega uma acepção eufemista. Na verdade, é a foto que mostra o rabo do gato escondido, ou, para melhor compreensão, é o flagrante do vício do dito pensador em enunciar uma tese desconsiderando inteiramente sua própria posição no conjunto-universo que descreve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis aí um exemplo concreto: intelectuais sustentados pelo estado reclamando da falta de tempo para pensar porque alegam que este foi "desapropriado" pelo capitalismo moderno!   Ora bolas, e o que dizer deles próprios? Em que mundo vive o Sr. Novaes e seus colegas de Campinas? Se o Brasil conta hoje com uma instituição indolente por excelência, podem apostar, é o sistema universitário. Citando apenas parcialmente Lavoisier: lá, "nada se cria, nada se forma" (só!). São nestas instituições onde ocorre o maior índice de acidentes com queimaduras no planeta! Sim, por atrito das mãos sobre os genitais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ócio é o mesmo que Preguiça?&lt;br /&gt;Para o Sr Novaes, o domínio do tempo é uma forma de dominação inventada pelo capitalismo: "Transformar a ociosidade em pecado, ou estigma social, é uma forma de culpar os que ousam dispor do seu tempo livre. Não passa de uma estratégia de dominação".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se levarmos em conta a mais absoluta inércia prevalecente no ambiente acadêmico nacional, então podemos em tom alto e orgulhoso proclamar:  " - Te cuida, Vale do Silício!" Os intelectuais da USP estão chegando..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos este trecho: “Na Grécia e Roma antigas, o ócio era nobre, e o trabalho, vil”. É verdade, mas aqui o ócio figura no sentido de tempo livre de afazeres braçais para a meditação e o debate filosóficos. Pitágoras não formulou seu teorema deitado numa rede bebendo água de coco, mas sim com base em muito estudo e observação, enfim, o que fazem todos os cientistas e verdadeiros intelectuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quanto ao capitalismo? &lt;br /&gt;Como resolver o problema deste esquema de dominação que desapropria o tempo das pessoas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente, é de se perguntar em que período da história meros cidadãos tiveram à sua disposição os fins de semana, os feriados, as férias e as aposentadorias à sua disposição, todas estas parcelas de tempo remuneradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma, conviria buscarmos, igualmente, em que sistema produtivo houve tanta oferta de bares, restaurantes, shopping-centers, parques de diversões, cinemas, teatros, equipamentos eletrônicos de entretenimento, danceterias, boites, spas, hotéis, pousadas, transatlânticos, resorts, retiros, e tudo o mais que ofereça o melhor para desfrutarmos o nosso tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;Desacreditar o capitalismo vivendo de turismo remunerado nele é tão bom quanto desfrutar das primícias dos países socialistas quanto ao uso do tempo. Talvez os nossos filósofos uspianos estejam muito necessitados de uma temporada em algum Gulag ou Laogai para desestressar um pouco. Afinal, ninguém é de ferro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o que há de mais arrojado na escola uspiana, como podemos notar, jaz a consagração do "Mito do Jeca Tatu". Com efeito, pode haver filosofia mais enlevante do que a consagrada pelo caipira cagando no mato a contemplar as galinhas ciscando enquanto saboreia uma palhinha? Donde provém a famosa sentença: "- êta vidinha besta, sô".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://goo.gl/BfYO4&lt;br /&gt;*** *** ***&lt;br /&gt;QSS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-1897693480302806596?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/12342-tributo-a-vadiagem.html' title='Tributo à vadiagem'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/1897693480302806596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/08/tributo-vadiagem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/1897693480302806596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/1897693480302806596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/08/tributo-vadiagem.html' title='Tributo à vadiagem'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-3641003024670707786</id><published>2011-08-23T10:46:00.001-03:00</published><updated>2011-08-23T10:49:00.012-03:00</updated><title type='text'>Quando o Ministério Público censura a autoridade de Deus</title><content type='html'> 			 				 		 				&lt;p class="articleinfo"&gt; 		 						&lt;span class="author"&gt; 				Escrito por Leonardo Bruno			&lt;/span&gt; 					 						&lt;span class="created"&gt; 				| 22 Agosto 2011			&lt;/span&gt; 			 							&lt;br /&gt;			 								&lt;span style="color: rgb(190, 66, 56);"&gt; 										Artigos																 - 									&lt;/span&gt; 												&lt;span style="color: rgb(190, 66, 56);"&gt; 										Direito									&lt;/span&gt; 				 			 		&lt;/p&gt; 		 				 		 &lt;p style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt;"  &gt;Mais  do que rasgar a Constituição Brasileira, a Defensoria Pública quer  destruir uma tradição de mais de dois mil anos, censurando as idéias e  valores que constituíram a civilização ocidental.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt;"  &gt;Alguém  já me chamou de fascista, homofóbico, tradicionalista, conservador,  reacionário, defensor das oligarquias e outras asnices típicas da  verborragia esquerdista. Há no imaginário dos ditos “progressistas” a  perspectiva de que os conservadores são cegamente obedientes à  autoridade. A esquerda, naturalmente, vende a idéia de que é “avançada”,  “rebelde”, questionadora da ordem vigente. No entanto, confesso, tenho  uma profunda desconfiança da autoridade constituída. Desconfio dos  políticos, dos professores, dos acadêmicos, dos jornalistas, dos  cientistas, dos formadores de opinião, dos intelectuais e, também, da  autoridade eclesiástica, vide padres e pastores. Até do papa desconfio,  apesar de crer na fé católica.&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt;"  &gt;Mas  a minha desconfiança não é completamente anárquica. Ela é, na prática,  reflexo de um profundo sentido de ordem. A autoridade deve ser  respeitada quando ela encarna princípios autênticos, senso de  moralidade, ou, como diziam os medievais, &lt;i&gt;auctoritas&lt;/i&gt;, ou seja,  confiabilidade. Essa confiabilidade só existe se a autoridade cumpre o  papel de fazer valer esses valores autênticos, transcendentes. A única  autoridade absoluta é Deus. Ele é o fundamento primaz da lei moral,  natural e civil. O sentido absoluto de ordem na natureza e nas relações  humanas. E a autoridade pública só se faz respeitável se souber  respeitar esses elementos que estão incluídos numa lei moral e natural.  Tudo aquilo que fere o que é inerente à natureza do homem é contrário à  lei natural e contrário ao sentido da realidade mesma em que as relações  humanas e o homem se comportam. É neste sentido a autoridade tem razão  de ser. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt;"  &gt;Porém,  ao que parece, as autoridades públicas querem bancar uma espécie de  Deus. Querem remodelar a sociedade contra a sua própria natureza,  criando relações de poder e instituições biônicas e artificiais, sem o  menor vínculo orgânico com a sociedade, além de francamente destrutivas.  Neste aspecto, o Ministério Público e a Defensoria Pública estão  cumprindo seu papel de substituir Deus na terra. O promotor público já  não é mais o pai dos órfãos e o esposo das viúvas. Nem o defensor  público é um protetor dos direitos civis dos cidadãos. Eles personificam  sim, uma espécie de deusinho de barro presunçoso, querendo moldar  comportamentos, idéias, costumes e instituições à sua imagem e  semelhança. Em suma, Ministério Público e Defensoria Pública se  tornaram, com a colaboração de um judiciário ativista, um instrumento de  engenharia social. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt;"  &gt;Dois  exemplos são claros nessa flagrante violação dos direitos  constitucionais. Uma delas diz respeito a Julio Severo, o evangélico  exilado em uma sociedade que ainda diz ser “democrática”. Qual foi seu  crime, a ponto de ser processado pelo Ministério Público Federal? O  particular crime de pregar o Evangelho. Os procuradores ainda inventaram  uma tipificação penal que nem existe: &lt;b&gt;o crime de homofobia. &lt;/b&gt;Se o  Evangelho é “homofóbico”, logo, deve-se censurar quem prega a Palavra  de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. E o que se deve colocar no seu  devido lugar? A agendinha homossexual na esfera da justiça e dos valores  morais. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt;"  &gt;Todavia,  a pretensão arrogante de um ativismo judicial cada vez mais corrompido  por agendinhas totalitárias não se limita a ameaçar de prisão um  religioso. Em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, a defensoria  pública entrou com uma ação na justiça para exigir a retirada de alguns  versículos bíblicos em outdoors, que condenavam o homossexualismo. Ou  seja, o Ministério Público e a Defensoria Pública, em nome do combate  aos preconceitos, estão rasgando a Constituição Brasileira e destruindo a  liberdade religiosa. Inclusive, a ordem judicial aplicou multa diária  de 10 mil reais se a igreja evangélica que divulgou os cartazes não os  retirasse. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt;"  &gt;Mais  do que rasgar a Constituição Brasileira, a Defensoria Pública quer  destruir uma tradição de mais de dois mil anos, censurando as idéias e  valores que constituíram a civilização ocidental. A prepotência,  arrogância, mesclada com uma ignorância histórica abissal dessa tradição  religiosa faz com que meros técnicos, senhoritos arrogantes, arautos de  um funcionalismo público senil e de uma universidade cada vez mais  marxista, queiram ditar o que nós, cidadãos, devemos pensar, crer ou  defender. A perseguição religiosa no Brasil está crescendo a olhos  vistos, com a colaboração do governo e das instituições públicas ditas  “democráticas”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt;"  &gt;De  fato, o alerta de militante evangélico Julio Severo foi ignorado até  pelos seus pares. Mais do que censurar a fé cristã publicamente, os  áulicos da justiça querem censurar a autoridade de Deus. Os ateus e gays  militantes não dizem que Deus é homofóbico? Cadeia pra Ele e para seus  seguidores. Entretanto, eles não estão sós. A mídia, a universidade e a  imprensa estão do lado dos algozes do cristianismo. Eles já expulsam um  evangélico através de perseguições judiciais visivelmente ilegais e  criminosas, sem parâmetro algum na Constituição e mesmo na lei  ordinária. Eles protegem e estimulam os ataques à fé cristã, quando o  governo libera milhões de reais de contribuintes cristãos, para  praticarem “beijaços” homossexuais na frente das igrejas e catedrais. E  agora querem censurar a bíblia. Não irá longe quando a Polícia Federal,  transformada numa Gestapo ou KGB soviétic,a confiscar milhões de bíblias  de livrarias cristãs, em nome de combater a tal “homofobia”, palavrinha  inventada pelos fanáticos anticristãos. Tenho a absoluta certeza de que  se os católicos e evangélicos se acovardarem, ao ficarem negociando com  seus algozes, é isto que vai ocorrer. Esse é o posicionamento ridículo  dos bispos da CNBB, dos calvinistas da Universidade Mackenzie e mesmo de  uma revista evangélica politicamente correta e ridícula como a revista  Genizah. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt;"  &gt;Iniciei  esse texto falando da minha total desconfiança e sentimento profundo de  desprezo pela autoridade. Já é hora de os cristãos apelarem à  desobediência civil. Essa gentinha ralé, vigarista, desonesta e canalha  do Ministério Público e da Defensoria Pública, que faz do Estado um  instrumento partidário e ideológico de sua causa, acima e contra a lei,  não deve ser respeitada. Deve ser denunciada, combatida, exposta à  execração pública e desmoralizada. Só pessoas muito ingênuas ou muito  relapsas ainda não percebem que a intenção maior de alguns membros do  Ministério Público e da Defensoria é simplesmente atacar e destruir o  cristianismo. Esses celerados jurídicos devem ser tolhidos, em nome da  defesa da democracia, da liberdade civil e religiosa, que hoje é  ameaçada pelo totalitarismo esquerdista politicamente correto que assola  às nossas leis e à nossa justiça. A autoridade que não provém de Deus e  dos valores eternos da Revelação é do Direito natural é perversa. Daí o  judiciário agora querer calar a boca de Deus. Quer revogar a lei de  Deus na terra. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style=";font-family:'Arial','sans-serif';font-size:10pt;"  &gt;&lt;/span&gt;http://goo.gl/dszEB&lt;br /&gt;*** *** ***&lt;br /&gt;QSS&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-3641003024670707786?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.midiasemmascara.org/artigos/direito/12346-quando-o-ministerio-publico-censura-a-autoridade-de-deus.html' title='Quando o Ministério Público censura a autoridade de Deus'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/3641003024670707786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/08/quando-o-ministerio-publico-censura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/3641003024670707786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/3641003024670707786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/08/quando-o-ministerio-publico-censura.html' title='Quando o Ministério Público censura a autoridade de Deus'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-8323632949751960338</id><published>2011-07-01T21:52:00.000-03:00</published><updated>2011-07-01T21:53:04.405-03:00</updated><title type='text'>Parada Gay: respeitar e ser respeitado</title><content type='html'>&lt;h5&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; font-weight: normal; "&gt;Por cardeal Odilo Scherer&lt;/span&gt;&lt;a name="11070102"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h5&gt;&lt;div&gt; &lt;p&gt;SÃO PAULO, sexta-feira, 1º de julho de 2011 (&lt;a title="blocked::http://www.zenit.org/" href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;)  - Eu não queria escrever sobre esse assunto; mas diante das provocações e  ofensas ostensivas à comunidade católica e cristã, durante a Parada Gay deste  último domingo, não posso deixar de me manifestar em defesa das pessoas que  tiveram seus sentimentos e convicções religiosas, seus símbolos e convicções de  fé ultrajados.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ficamos entristecidos quando vemos usados com deboche imagens de santos,  deliberadamente associados a práticas que a moral cristã desaprova e que os  próprios santos desaprovariam também. Histórias romanceadas ou fantasias criadas  para fazer filmes sobre santos e personalidades que honraram a fé cristã não  podem servir de base para associá-los a práticas alheias ao seu testemunho de  vida. São Sebastião foi um mártir dos inícios do Cristianismo; a tela produzida  por um artista cerca de 15 séculos após a vida do santo, não pode ser usada para  passar uma suposta identidade homossexual do corajoso mártir. Por que não falar,  antes, que ele preferiu heroicamente sofrer as torturas e a morte a ultrajar o  bom nome e a dignidade de cristão e filho de Deus?! &lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Nem santo salva do vírus da AIDS”. Pois é verdade. O que pode salvar mesmo é  uma vida sexual regrada e digna. É o que a Igreja defende e convida todos a  fazer. O uso desrespeitoso da imagem dos santos populares é uma ofensa aos  próprios santos, que viveram dignamente; e ofende também os sentimentos  religiosos do povo. Ninguém gosta de ver vilipendiados os símbolos e imagens de  sua fé e seus sentimentos e convicções religiosas. Da mesma forma, também é  lamentável o uso desrespeitoso da Sagrada Escritura e das palavras de Jesus –  “amai-vos uns aos outros” – como se ele justificasse, aprovasse e incentivasse  qualquer forma de “amor”; o “mandamento novo” foi instrumentalizado para  justificar práticas contrárias ao ensinamento do próprio Jesus.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Igreja católica refuta a acusação de “homofóbica”. Investiguem-se os fatos  de violência contra homossexuais, para ver se estão relacionados com grupos  religiosos católicos. A Igreja Católica desaprova a violência contra quem quer  que seja; não apoia, não incentiva e não justifica a violência contra  homossexuais. E na história da luta contra o vírus HIV, a Igreja foi pioneira no  acolhimento e tratamento de soro-positivos, sem questionar suas opções sexuais;  muitos deles são homossexuais e todos são acolhidos com profundo respeito.  Grande parte das estruturas de tratamento de aidéticos está ligada à Igreja. Mas  ela ensina e defende que a melhor forma de prevenção contra as doenças  sexualmente transmissíveis é uma vida sexual regrada e digna. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quem apela para a Constituição Nacional para afirmar e defender seus  direitos, não deve esquecer que a mesma Constituição garante o respeito aos  direitos dos outros, aos seus símbolos e organizações religiosas. Quem luta por  reconhecimento e respeito, deve aprender a respeitar. Como cristãos, respeitamos  a livre manifestação de quem pensa diversamente de nós. Mas o respeito às nossas  convicções de fé e moral, às organizações religiosas, símbolos e textos  sagrados, é a contrapartida que se requer. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Igreja Católica tem suas convicções e fala delas abertamente, usando do  direito de liberdade de pensamento e de expressão. Embora respeitando as pessoas  homossexuais e procurando acolhê-las e tratá-las com respeito, compreensão e  caridade, ela afirma que as práticas homossexuais vão contra a natureza; essa  não errou ao moldar o ser humano como homem e mulher. Afirma ainda que a  sexualidade não depende de “opção”, mas é um fato de natureza e dom de Deus, com  um significado próprio, que precisa ser reconhecido, acolhido e vivido  coerentemente pelo homem e pela mulher. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Causa preocupação a crescente ambiguidade e confusão em relação à identidade  sexual, que vai tomando conta da cultura. Antes de ser um problema moral, é um  problema antropológico, que merece uma séria reflexão, em vez de um tratamento  superficial e debochado, sob a pressão de organizações interessadas em impor a  todos um determinado pensamento sobre a identidade do ser humano. Mais do que  nunca, hoje todos concordam que o desrespeito às leis da natureza biológica dos  seres introduz neles a desordem e o descontrole nos ecossistemas; produz doenças  e desastres ambientais e compromete o futuro e a sustentabilidade da vida. Ora,  não seria o caso de fazer semelhante raciocínio, quando se trata das leis  inerentes à natureza e à identidade do ser humano? Ignorar e desrespeitar o  significado profundo da condição humana não terá consequências? Será sustentável  para o futuro da civilização e da humanidade? &lt;/p&gt; &lt;p&gt;As ofensas dirigidas não só à Igreja Católica, mas a tantos outros grupos  cristãos e tradições religiosas não são construtivas e não fazem bem aos  próprios homossexuais, criando condições para aumentar o fosso da incompreensão  e do preconceito contra eles. E não é isso que a Igreja Católica deseja para  eles, pois também os ama e tem uma boa nova para eles; e são filhos muito amados  pelo Pai do céu, que os chama a viver com dignidade e em paz consigo mesmos e  com os outros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Publicado em &lt;em&gt;O SÃO PAULO&lt;/em&gt;, ed. de 28.06.2011&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Card. Odilo P. Scherer - Arcebispo de São Paulo&lt;/p&gt;&lt;p&gt;*** *** ***&lt;/p&gt;&lt;p&gt;QSS&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-8323632949751960338?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/8323632949751960338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/07/parada-gay-respeitar-e-ser-respeitado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/8323632949751960338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/8323632949751960338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/07/parada-gay-respeitar-e-ser-respeitado.html' title='Parada Gay: respeitar e ser respeitado'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-1904233551136747440</id><published>2011-06-18T21:15:00.000-03:00</published><updated>2011-06-18T21:16:39.157-03:00</updated><title type='text'>A ciência e o declínio das Artes Liberais</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(100, 100, 100); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; letter-spacing: 1px; line-height: 15px; text-transform: uppercase; "&gt;&lt;span class="author" style="white-space: nowrap; "&gt;PATRICK J. DENEEN &lt;/span&gt;&lt;span class="created" style="white-space: nowrap; "&gt;| 01 JANEIRO 2011 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; "&gt;&lt;p class="articleinfo" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(100, 100, 100); text-transform: uppercase; font-size: 10px; letter-spacing: 1px; line-height: 15px; "&gt;&lt;span style="color: rgb(190, 66, 56); "&gt;ARTIGOS  - &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(190, 66, 56); "&gt;CONSERVADORISMO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div id="toolbar-articlebody" style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; clear: both; font-size: 12px; "&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: center; "&gt;&lt;em&gt;Ser livre - liberal - era em si uma arte, algo que se aprendia não por natureza ou instinto, mas por refinamento e educação. No centro das Artes Liberais estavam as Humanidades, a educação de como ser um ser humano&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: center; "&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;O estado escandaloso da universidade moderna pode ser atribuído a várias deturpações que penetraram fundo nas disciplinas de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Humanities" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;Humanidades&lt;/a&gt;. A universidade já foi o local exato das Humanidades: educação sobre os grandes livros; hoje, é mais provável encontrar lá doutrinação em &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Multiculturalism" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;Multiculturalismo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Disability_studies" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;Estudos da Deficiência&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Queer_studies" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;Estudos Gays&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Postcolonialism" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;Estudos Pós-Coloniais&lt;/a&gt;, um monte de categorias de raça, gênero e classe. As Humanidades atualmente parecem estar se desvanecendo em presença e poder na moderna universidade, em grande parte por causa de sua irrelevância solipsística, que previsivelmente aumentou o desinteresse dos alunos por elas.&lt;br /&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Embora os críticos do sequestro das Humanidades possam estar inclinados a ver sua nova irrelevância como um motivo para comemorar, ela deveria ser uma profunda fonte de preocupação e o estímulo para esforços renovados em insistir em seu lugar central nas Artes Liberais, corretamente entendidas. Entretanto, para recuperar o lugar de direito das Humanidades, é necessário primeiro diagnosticar as origens de sua decadência. Estas origens precisam ser vistas em um quadro amplo, não começando simplesmente no clima liberacionista dos anos 60, mas tendo um pedigree que remonta a séculos, ao invés de décadas. A crise das Humanidades na verdade começou no início da Idade Moderna, com a idéia de que uma nova ciência era necessária para substituir a "velha ciência" das Artes Liberais, uma nova ciência que não buscasse mais simplesmente entender o mundo e suas criaturas, mas transformá-las. Este impulso deu origem, primeiro, a uma revolução científica na teoria e, por fim, a uma revolução científica, industrial e tecnológica, na prática. E o mais importante: ela viabilizou teorias de racionalização e padronização de método, ao mesmo tempo em que rejeitava as pretensões mais antigas da tradição e da cultura, do culto e do credo, do mito e da ficção. Ela deu origem à prosperidade, oportunidade, abertura, descoberta e tecnologia sem precedentes - contribuindo grandemente para o que Francis Bacon chamou de "o alívio da condição do homem." Mas, ao mesmo tempo, ao suprimir as Humanidades, ela tornou a humanidade cada vez mais sujeita a um tipo de &lt;em&gt;hubris &lt;/em&gt;incontrolável. Infelizmente, a ciência moderna aspira a transcender o domínio da natureza rumo ao domínio da natureza humana, a última fronteira para seu domínio. A supressão das Humanidades levou inevitavelmente a um desdém gnóstico pelo humano.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Uma diferente concepção de conhecimento se encontrava anteriormente no coração da educação liberal. Ela era pré-moderna em suas origens, e era principalmente religiosa, cultural; sua autoridade emanando das tradições de fé e práticas culturais que uma geração buscava passar para a próxima. Ela ainda existe em muitos campi como um palimpsesto que um olho atento ainda consegue ler - os prédios góticos; os títulos de "professor," "deão," "reitor"; as becas flutuantes, vestidas uma ou duas vezes por ano em ocasiões cerimoniais - estas e outras presenças e práticas remanescentes são fragmentos de uma tradição mais velha, ainda bem viva na maioria dos campus universitários, mas lembretes, entretanto, do que um dia já foi o espírito animador destas instituições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante séculos, as disciplinas humanísticas estiveram no coração da universidade; embora as ciências fossem parte integral da educação original nas Artes Liberais, estas últimas, sim, eram consideradas a principal via rumo a um entendimento da ordem natural e criada da qual a humanidade era a corôa. Reconhecendo o homem como o objeto mais merecedor de estudo, mas, pela mesma razão, o mais desafiador, esta tradição mais velha procurava adotar uma ética de humildade: buscar entender ao mesmo tempo em que admite a insuficiência da capacidade humana para algum dia entender completamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A ciência mais velha" reconhecia que uma característica única do homem era sua capacidade para a liberdade: não movido pelo simples instinto, o homem era singular entre as criaturas por sua habilidade em escolher, em dirigir e ordenar conscientemente sua vida. Esta liberdade, como entendida pelos antigos e pelas religiões bíblicas, estava sujeita a mal-uso e excesso: algumas das histórias mais velhas de nossa tradição, inclusive a história da queda do Éden, falavam da propensão humana a usar mal a liberdade. Entender a nós mesmos era entender como usar bem nossa liberdade e especialmente como controlar apetites que pareciam insaciáveis. As Artes Liberais reconheciam que a submissão a estes apetites sem limites resultaria na perda de nossa liberdade e refletiriam nossa escravização ao desejo. Elas buscavam encorajar aquela tarefa difícil de negociar o que era permitido e o que era proibido, o que constituía o mais alto e melhor uso de nossa liberdade e quais de nossas ações eram hubrísticas, imorais, erradas. Ser livre - liberal - era em si uma arte, algo que se aprendia não por natureza ou instinto, mas por refinamento e educação. No centro das Artes Liberais estavam as Humanidades, a educação de como ser um ser humano. Cada nova geração era encorajada a consultar as grandes obras de nossa tradição, os vastos poemas épicos, as tragédias e comédias clássicas, as reflexões dos filósofos e teólogos, a Palavra revelada de Deus, os livros incontáveis que buscaram nos ensinar o que era ser um humano - sobretudo, como usar bem nossa liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Ascensão da Multiversidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No século XIX, as instituições americanas de ensino superior começaram a emular as universidades alemãs, dividindo-se em disciplinas especializadas e enfatizando a especialização e a descoberta de novos conhecimentos. As bases religiosas da universidade se dissolveram, a visão abrangente que a religião tinha oferecido não era mais um guia. O que tinha sido o princípio organizador para os esforços da universidade - a tradição da qual a faculdade recebia sua vocação - foi sistematicamente desmontada. Na parte central do século XX, uma ênfase renovada no treino científico e na inovação tecnológica - estimulados por investimentos maciços do governo nas "artes e ciências úteis" - reorientaram ainda mais muitas das prioridades do sistema universitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os críticos conservadores de nossas universidades lamentam hoje o declínio da educação liberal, eles deploram sua substituição por uma agenda politizada tendente à esquerda. Mas a verdade mais profunda é que a educação liberal foi mais fundamentalmente substituída por uma educação científica fortalecida pelas demandas da competição global. Embora os conservadores talvez quisessem dividir a culpa com aquelas faculdades cada vez mais irrelevantes cujo pós-modernismo tinha se tornado uma forma de ortodoxia institucional antiquada, a verdade é que a ascensão deste tipo de faculdade foi uma resposta a condições que já estavam tornando a educação liberal irrelevante, um esforço auto-destrutuvo para tornar as Humanidades "atuais." Estes supostos radicais - na maior parte ex-filhos burgueses dos anos 60 - não eram agentes de libertação, mas antes, sintomas do negligenciamento das Artes Liberais no amanhecer de uma nova era de ciência reforçada por competição global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declarando a idéia da universidade estar se tornando um arcaísmo, o reitor da Universidade da Califórnia, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Clark_Kerr" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;Clark Kerr&lt;/a&gt;, saudou, em suas Palestras de Godkin, de 1963 (mais tarde expandidas e publicadas como o imensamente influente &lt;a href="http://www.amazon.com/gp/product/0674005325?ie=UTF8&amp;amp;tag=the-new-atlantis-20&amp;amp;linkCode=xm2&amp;amp;camp=1789&amp;amp;creativeASIN=0674005325" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;As Utilidades da Universidade&lt;/a&gt;), a ascensão de um novo sistema, a Multiversidade, uma entidade "central na industrialização posterior da nação, para aumentos espetaculares na produtividade com a riqueza subsequente, para a extensão substancial da vida humana e para a supremacia militar e científica mundiais." Os incentivos e motivações da faculdade seriam cada vez mais adequados ao novo imperativo científico de criar conhecimento novo: a instrução na faculdade enfatizaria a criação de trabalho original, e a cátedra seria alcançada através da publicação de um corpus de tal trabalho e a aprovação de especialistas avançados da área. Nascia um mercado de contratação e recrutamento universitários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Universidade deveria ser reestruturada para incentivar a motivação e o progresso. Os reformadores educacionais seguiram a liderança de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Dewey" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;John Dewey&lt;/a&gt;, ao lutar para substituir a "leitura de livros" com a ação. Entendeu-se que o passado oferecia pouca orientação em um mundo orientado em direção ao progresso futuro. Dewey sustentou que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;isto que se ensina [hoje] é considerado essencialmente estático: É ensinado como um produto acabado, com pouca relação seja com os modos como foi construído ou com as mudanças que certamente ocorrerão no futuro. É, em grande medida, o produto cultural de sociedades que supuseram que o futuro seria bastante parecido com o passado, e é usado, entretanto, como alimento educacional em uma sociedade onde a mudança é a regra, não a exceção&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No coração da velha universidade estava a biblioteca, normalmente um belo prédio e quase sempre ocupando um lugar central no campus, a par de seu lugar central na transmissão da cultura e da tradição. Na exposição de Dewey, o lugar de preeminência era, ao invés disto, ocupado pelo laboratório. (Na verdade, John Dewey começou o Colégio Laboratório em Chicago, substituindo um currículo baseado em livros por um "aprendizado experimental".) Cursos centrais - formados originalmente pelo entendimento do que as gerações mais velhas tinham vindo a considerar necessário para a formação de seres humanos completos - foram cada vez mais substituídos ou por "requisitos de distribuição" ou nenhum requisito sequer, na crença de que os jovens alunos seriam livres para estabelecer seu curso de estudos de acordo com suas próprias luzes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resposta a estas mudanças tectônicas, as Humanidades começaram a questionar seu lugar na universidade.&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Os que a exerciam ainda estudavam os grandes textos, mas se o exercício permanecia o mesmo, o objetivo era cada vez menos claro. Ainda tinha sentido ensinar aos jovens os desafios instrutivos de como usar bem a liberdade, se cada vez mais o mundo científico parecia tornar aquelas lições desnecessárias? Seria possível uma abordagem baseada na cultura e na tradição continuar relevante em uma época que valoriza, acima de tudo, inovação e progresso? Como as Humanidades poderiam provar seu valor, aos olhos dos administradores e do público mais amplo?&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;strong&gt;Liberalismo e Libertação &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Estas dúvidas dentro das Humanidades tornaram-se um canteiro fértil para tendências auto-destrutivas. Informados por teorias heideggerianas que davam primazia à libertação da vontade, primeiro o pós-estruturalismo, e depois o pós-modernismo criaram raízes. Estas e outras abordagens, embora aparentemente hostis às pretensões racionalistas das ciências, foram encampadas, devido à necessidade de se adaptar às reivindicações acadêmicas sendo feitas pelas ciências naturais, especialmente por conhecimento "progressista."&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;A faculdade podia demonstrar seu progressismo mostrando como eram retrógrados os textos; elas podiam "criar conhecimento" mostrando sua própria superioridade sobre os autores que estudavam, elas podiam exibir seu anti-tradicionalismo atacando os próprios livros que eram a base de sua disciplina. Filosofias que pregavam a "hermenêutica da desconfiança," que exultavam em expor o modo como os textos foram profundamente informados por preconceitos não igualitários, e que até questionavam a idéia de que os textos continham qualquer "ensinamento" que fosse, ofereceram às Humanidades a possibilidade de provar serem elas mesmas relevantes nos termos estabelecidos pela abordagem científica moderna. Adotando um jargão conhecido apenas por alguns "especialistas", elas podiam emular o sacerdócio científico - traindo a lei original das Humanidades de guiar os alunos através da herança cultural e dos ensinamentos dos livros clássicos. Os professores de Humanidades mostraram seu valor destruindo a coisa que estudavam.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Subjacente a esta auto-imolação estava uma aceitação do entendimento moderno da liberdade. Para as Humanidades, há muito a liberdade tinha sido entendida como uma realização da disciplina severa, uma vitória sobre o apetite e o desejo. Mas no século XX, as Humanidades adotaram o entendimento moderno e científico, que sustenta que a liberdade é constituída pela remoção dos obstáculos, pela superação dos limites, pela transformação do mundo - seja o mundo da natureza ou a natureza da própria humanidade. Assim, a educação passou a ser vista como um processo de libertação do auto-controle. A pós-modernidade procurou expor todas as formas de poder e controle, dando a entender que a condição humana ideal era a da completa liberdade - até a liberdade daquilo que um dia foi considerado humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim, no esforço de superar seus rivais científicos, as Humanidades se tornaram a mais ubiquamente liberativa das disciplinas, desafiando (embora de forma inepta) até a legitimidade do empreendimento científico. As condições naturais - tais como as inescapavelmente ligadas aos fatos biológicos da sexualidade humana - passaram a ser consideradas como "socialmente construídas," inclusive o "gênero" e a "heteronormatividade." A natureza não é mais um parâmetro em sentido algum, já que a natureza agora é manipulável. Por que aceitar qualquer um dos fatos da biologia, se estes "fatos" podem ser alterados? Se o homem tiver algum tipo de "natureza", então a única característica permanente que parecerá aceitável será a centralidade da vontade - a afirmação crua de poder por sobre quaisquer constrangimentos ou limites que poderiam limitar a ele e às possibilidades sem fim de auto-reprodução daquela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As circunstâncias atuais apenas aceleraram a morte das Humanidades. Na ausência de defensores vigorosos de sua existência nos campi, hoje em dia, a combinação de exigências de "utilidade" e "relevância", paralelamente à realidade de orçamentos em retração, provavelmente tornarão as Humanidades uma parte ainda menor da universidade. Elas persistirão, de alguma forma, como uma vitrine de butique, um ornamento que indica respeito pela alta erudição, mas a trajetória das Humanidades continua sendo declinante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora poucos professores de Humanidades agora consigam expor razões para protestos, eu prefiro pensar que as Humanidades de antigamente seriam capazes de se sair com uma argumentação poderosa contra esta tendência. O alerta seria muito simples: no fim do caminho da libertação está a escravidão. A libertação de todos os obstáculos é, no fim, ilusória, porque o apetite humano é insaciável e o mundo é limitado. Sem domínio sobre nossos desejos, nós seremos eternamente movidos por eles, nunca satisfeitos com sua posse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta da liderança de nossa nação e nossas instituições de ensino superior à recente crise econômica não é promissora, a este respeito. Ausente da tentativa de dominar a situação com ferramentas pseudo-científicas - os apelos por regulamentação, por melhor conhecimento técnico dos mercados financeiros - está uma simples porém esquecida verdade moral: Nós não podemos viver além de nossos meios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas faculdades de todo o país, bancas de discussões organizadas por causa da crise econômica têm deplorado coisas como a ausência de supervisão, um regime regulatório leniente, a incompetência das entidades públicas e privadas em distribuir crédito ou desenvolver produtos financeiros complexos. Mas qual reitor ou líder de universidade admitiu que havia alguma culpabilidade da parte de sua própria instituição por falhar em educar bem seus alunos? Afinal de contas, foram os melhores universitários das instituições de elite da nação que ocupavam as posições de prestígio nas instituições financeiras e políticas de todo o país e que ajudaram a precipitar esta crise. Nossas universidades tomam crédito prontamente por seus estudiosos de &lt;a href="http://www.rhodesscholar.org/" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;Rhodes&lt;/a&gt; e vencedores do prêmio &lt;a href="http://www.fulbright.org.br/" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;Fulbright&lt;/a&gt;. E aqueles universitários que ajudaram a cultivar um ambiente de ganância e golpes para enriquecimento rápido? Será que temos tanta certeza assim de que eles não aprenderam perfeitamente bem as lições que receberam na faculdade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para Recuperar a Educação Liberal &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Se quisermos evitar os excessos da modernidade - o achatamento do espírito, uma ética do consumo, a dilapidação dos recursos do mundo - nós devemos tentar restaurar as Artes Liberais. Embora tenha restado uma grande miscelânea de&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Liberal_arts_college" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;Faculdades de Artes Liberais&lt;/a&gt;, a maioria das instituições de Artes Liberais se baseou profundamente nos pressupostos da perspectiva científica. A contratação e a promoção são feitas cada vez mais de acordo com as exigências da produtividade de pesquisa. Os departamentos e as faculdades de Artes Liberais operam à sombra das principais instituições de pesquisa, nas quais as prioridades aparentemente científicas dominam - e então elas internalizaram estas prioridades, mesmo que não se adequem bem ao cenário das Artes Liberais. O resultado é que muitas destas instituições aspiram incoerentemente ao status de elite macaqueando as universidades de pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, seu reestabelecimeno não está totalmente fora do alcance. Quando consideramos a história das Artes Liberais, reconhecemos corretamente uma variedade de instituições diferentes, a maioria com filiação religiosa (ao menos passada). A maioria foi formada tendo alguma relação com as comunidades nas quais foram construídas - fosse por suas tradições religiosas, pela a atenção dada aos tipos de perspectivas profissionais que a economia local permitiria, por uma íntima associação com os "anciãos" da localidade, por uma forte identificação com o lugar ou por um possível corpo estudantil atraído da vizinhança. A maioria procurava uma educação liberal não para libertar seus alunos do local e do "ancestral," mas para imergi-los nas tradições de que eles vieram, aprofundando seu conhecimento das fontes de suas crenças, buscando devolvê-los a suas comunidades, onde se esperará deles que contribuam para o bem-estar cívico e a continuidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o século XX, a maior parte das instituições de Artes Liberais clássicas fundadas dentro de uma tradição religiosa exigiam não só conhecimento dos grandes textos da tradição - incluindo (e especialmente) a Bíblia - mas um comportamento correspondente que constituía um tipo de "habituação" às virtudes aprendidas em sala de aula. A frequência compulsória na capela ou na missa, regras para a interação entre alunos e alunas, atividades extra-curriculares supervisionadas por adultos e os cursos obrigatórios de filosofia moral (muitas vezes ministrados pelo diretor da respectiva faculdade) buscavam integrar as Humanidades e os estudos religiosos da sala de aula com a vida diária dos alunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baseada em um entendimento clássico ou cristão da liberdade, esta forma de educação foi empreendida com vistas a enfocar nossa dependência - não nossa autonomia - e nossa necessidade de auto-controle. Como o ensaísta e agricultor&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wendell_Berry" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;Wendell Berry&lt;/a&gt; escreveu, os limites&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;não são a condenação que podem parecer. Pelo contrário, eles nos devolvem a nossa real condição e nossa herança humana, da qual nossa auto-definição como animais ilimitados há muito nos amputou. Toda tradição religiosa de que tenho conhecimento, mesmo reconhecendo nossa natureza animal, nos define especificamente como humanos - ou seja, como animais (se esta palavra ainda se aplicar) capazes de viver não só dentro de limites naturais, mas também dentro de limites culturais auto-impostos. Como criaturas terrenas, nós vivemos, por necessidade, dentro de limites naturais, que podemos descrever por nomes tais como "Terra", "ecossistema". "bacia hidrográfica" ou "lugar." Mas como humanos, nós podemos escolher responder a esta localização necessária por meio dos auto-limites aos quais a sociabilidade, o bom governo, a parcimônia, a temperança, o zelo, a gentileza, a amizade, a generosidade e o amor obrigam.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma educação baseada em um conjunto de condições culturais partiria da natureza e operaria em concordância com ela, por meio de atividades como a agricultura, o profissionalismo, o serviço religioso, a ficção, a memória e a tradição; ela não buscaria a rendição da natureza. Ela adotaria como responsabilidade fundamental a transmissão da cultura - não sua rejeição ou transcendência. Evitaria o tipo de filosofia desenraizada recomendada por uma educação baseada num mero "pensamento crítico" e não se curvaria à trajetória intelectual exigida por nosso sistema econômico global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, uma educação liberal restaurada não seria uma libertação do "ancestral" ou da natureza, mas uma educação sobre os limites que a cultura e a natureza nos impõe - uma educação sobre como viver de um modo que não nos tente rumo a formas prometéicas de auto-engrandecimento individual e generacional. E particularmente numa era em que nos familiarizamos cada vez mais com as consequências de viver somente no e para o presente, quando muitos de nós não conseguimos viver dentro de nossos meios -seja financeira ou ambientalmente - , nós nos beneficiaríamos com uma restauração do entendimento correto da liberdade: não como uma libertação dos limites, mas antes como uma capacidade de nos controlarmos. Este auto-controle, igualmente recomendado por tradições antigas e religiosas, torna possível uma forma de liberdade mais verdadeira - liberdade da escravidão em relação a nossos apetites e à força destruidora deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;strong&gt;Patrick J. Deneen é professor adjunto de Ciências Políticas na Universidade de Georgetown, onde ocupa a Cadeira de Estudos Helenisticos Markos e Eleni Tsakopoulos-Kounalakis e é diretor-fundador do &lt;a href="http://www.amazon.com/gp/product/0674005325?ie=UTF8&amp;amp;tag=the-new-atlantis-20&amp;amp;linkCode=xm2&amp;amp;camp=1789&amp;amp;creativeASIN=0674005325" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;Fórum Tocqueville sobre as Raízes da Democracia Americana&lt;/a&gt;. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução e links do blog &lt;a href="http://veradextra.blogspot.com/" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;DEXTRA&lt;/a&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;strong&gt;*** *** ***&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;strong&gt;QSS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-1904233551136747440?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.midiasemmascara.org/artigos/conservadorismo/11728-a-ciencia-e-o-declinio-das-artes-liberais.html' title='A ciência e o declínio das Artes Liberais'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/1904233551136747440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/06/ciencia-e-o-declinio-das-artes-liberais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/1904233551136747440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/1904233551136747440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/06/ciencia-e-o-declinio-das-artes-liberais.html' title='A ciência e o declínio das Artes Liberais'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-6896941841889448707</id><published>2011-06-18T19:52:00.000-03:00</published><updated>2011-06-18T19:53:05.592-03:00</updated><title type='text'>O Supremo, de mal a pior</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(100, 100, 100); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; letter-spacing: 1px; line-height: 15px; text-transform: uppercase; "&gt;&lt;span class="author" style="white-space: nowrap; "&gt;PERCIVAL PUGGINA &lt;/span&gt;&lt;span class="created" style="white-space: nowrap; "&gt;| 18 JUNHO 2011 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; "&gt;&lt;p class="articleinfo" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(100, 100, 100); text-transform: uppercase; font-size: 10px; letter-spacing: 1px; line-height: 15px; "&gt;&lt;span style="color: rgb(190, 66, 56); "&gt;ARTIGOS  - &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(190, 66, 56); "&gt;GOVERNO DO PT&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div id="toolbar-articlebody" style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; clear: both; font-size: 12px; "&gt;&lt;p align="center" style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;em&gt;Saibam os leitores: não faltariam aos membros da Corte preceitos constitucionais relativos à proteção da infância e das famílias para uma decisão que travasse a propaganda da maconha.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Digo e provo. Cada povo tem o Supremo que merece. Não é por outro motivo que convivemos com tantas decisões chocantes, contra as quais nada, absolutamente nada se pode fazer porque expressam a vontade da mais alta Corte. A Corte... Já escrevi sobre isso. Uma das características de toda corte é seu alheamento em relação à realidade. É um alheamento que começa no luxo dos salões, nas mordomias dispensadas aos cortesãos, nas necessárias garantias que lhes são concedidas com exclusividade em relação à caterva circundante. E que, como não poderia deixar de ser, se reflete na visão de mundo e nos critérios de juízo. A corte contempla a realidade com luneta de marfim e ouro, enquanto balança os pés à borda de uma cratera lunar, lá no mundo onde vive. Marfim e ouro? Sim, marfim e ouro. Afinal, aquela Corte tem 11 membros, um orçamento de R$ 510 milhões (um sexto do orçamento da Câmara dos Deputados com seus 513 membros) e cerca de 2600 funcionários, entre servidores concursados, terceirizados e estagiários (cf. Luiz Maklouf Carvalho, Revista Piauí, ed. 57).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, dado que cada povo tem o governo que merece, sendo o governo quem escolhe os ministros do Supremo, a frase que se aplica àquele, faz-se vigente, também, para este. Lula cansou de nomear ministros para o STF. A presidente Dilma tem mais quatro anos para fazê-lo. Antes dos dois, FHC era adepto do mesmo relativismo e materialismo. &lt;em&gt;Quod erat demonstrandum&lt;/em&gt;: duas décadas de governos com esse perfil deu-nos o STF que temos. Então, entrega a Amazônia para os índios; então, solta o Battisti; então, véu e grinalda para as uniões homossexuais; então, marche-se pela maconha. E preparemo-nos para o que vem por aí, pois desse mato continuarão saindo cobras e lagartos. Está tudo dominado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não conheço um único pai, uma única mãe que chame seu filho e lhe diga: "Filhão, já que hoje é sexta-feira, toma vinte e vai comprar uma erva". Ou então: "Guri, vai fumar esse baseado no teu quarto que eu não suporto esse cheiro". Não. Todo o esforço vai no sentido de alertar os filhos para os riscos do consumo de uma droga cujos menores danos ocorrem na saúde dos pulmões, na redução da atividade cerebral e da intelecção, na perda de interesse pelos estudos, e na percepção de tempo e espaço. E cujos maiores prejuízos advêm da motivação para o uso de substâncias ainda mais tóxicas e que geram dependência muito maior. Quem não está no mundo da lua sabe que raros são os usuários de outras drogas que não entraram nesse buraco sem fundo pela abertura proporcionada pela &lt;em&gt;cannabis&lt;/em&gt;.&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Consultado sobre a marcha da maconha, que faz STF? Decide que o que estava em julgamento era a liberdade de expressão... E a maconha ganha as ruas. Desnecessário continuarem marchando. Podem os chapados parar de caminhar. Nada consagrará mais o consumo e o brindará com maior tolerância do que essa decisão do STF! A partir dela, ficou muito mais difícil aos pais convencerem os filhos de que aquela substância cuja marcha foi liberada lhes será nociva ou, até mesmo, fatal. Note-se que a posição ocupada pela maconha na longa e mortal galeria das drogas, é absolutamente estratégica e se baseia, exatamente, na difusão da ideia de que ela "faz menos mal do que o tabaco". O tabaco faz mal, sim, e por isso está banido do mundo publicitário, mas ninguém saiu dele para a cocaína ou para a heroína.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Os membros do STF têm sido perfeitamente capazes, para atender seus pendores, de espremer princípios constitucionais e extrair deles orientações que contrariam a letra expressa e a vontade explícita dos constituintes. Mas sequer cogitaram de fazer o mesmo em relação à marcha que propagandeia a maconha. Saibam, contudo, os leitores: não faltariam aos membros da Corte preceitos constitucionais relativos à proteção da infância e das famílias para uma decisão que travasse a propaganda da maconha. Bastaria que houvesse em relação ao bem estar social um apreço superior ao que eles demonstram por suas próprias filiações filosóficas. Podem começar a marchar, agora, pelo óxi, pelo crack e pela cocaína. A Corte vai deixar. Ela está nem aí.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;*** *** ***&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;QSS&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-6896941841889448707?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/12177-o-supremo-de-mal-a-pior.html' title='O Supremo, de mal a pior'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/6896941841889448707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/06/o-supremo-de-mal-pior.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/6896941841889448707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/6896941841889448707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/06/o-supremo-de-mal-pior.html' title='O Supremo, de mal a pior'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-6450253708742052884</id><published>2011-06-16T09:18:00.000-03:00</published><updated>2011-06-16T09:19:00.843-03:00</updated><title type='text'>Goethe e o andrógino</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; "&gt;&lt;div class="headline" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; "&gt;&lt;h1 class="title" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-weight: normal; line-height: 36px; font-size: 36px; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; color: rgb(0, 0, 0); letter-spacing: -1px; float: left; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="articleinfo" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(100, 100, 100); text-transform: uppercase; font-size: 10px; letter-spacing: 1px; line-height: 15px; "&gt;&lt;span class="author" style="white-space: nowrap; "&gt;NIVALDO CORDEIRO &lt;/span&gt;&lt;span class="created" style="white-space: nowrap; "&gt;| 13 JUNHO 2011 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(190, 66, 56); "&gt;ARTIGOS  - &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(190, 66, 56); "&gt;CULTURA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div id="toolbar-articlebody" style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; clear: both; font-size: 12px; "&gt;&lt;p align="center" style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;em&gt;A ânsia alquímica de aperfeiçoar a natureza, a própria Criação, é o escudo da entidade que preside os cultos satânicos das sociedades secretas, Baphomet. Seu lema - solve et coagula - é essa manifestação da vontade demoníaca de perfectibilismo.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;É essencial compreender o simbolismo do andrógino na obra FAUSTO, de Goethe, para captar o significado do poema. Vimos em artigos anteriores que o livro é um épico que cantou o mal em toda sua extensão, daí porque é o cântico de louvor por excelência da modernidade. A honestidade intelectual de Goethe se agiganta e ele nada oculta de suas intenções, até porque ele fazia a crônica dos tempos. O cântico ao mal ésobretudo o cântico ao seu símbolo maior, o microcosmo (Fausto, o personagem, recebe a alcunha de Dom Microcosmo, enquanto Mefistófeles a de Dom Satã).&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;A representação do microcosmo é o pentragrama, cuja imagem se tornou o estandarte da modernidade e, desde o século XVIII, se espalhou e ocupou lugar de destaque em toda parte. O comunismo tem no pentagrama seu signo indissociável. Nós próprios vimos acontecer no Brasil essa troca dos símbolos sagrados pelo do Inimigo na Proclamação República. O Escudo Imperial, que tinha na cruz a sua marca, foi substituído pelo Escudo da República. O microcosmo irradiando sua marca a partir do símbolo máximo do Estado que então se formou, no pentagrama que ocupa toda sua área. No momento o partido governante tem também no microcosmo o signo de sua presença no poder.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Na expressão épica da poesia de Goethe vemos que essa tentativa de tornar o homem (e o diabo) o centro da criação, no lugar de Deus, está associada à simbólica alquímica do &lt;em&gt;solve et coagula&lt;/em&gt; (dissolve e combine), o Rebis que se expressa na união entre o Rei e a Rainha. O &lt;em&gt;solve&lt;/em&gt; exprime é a própria rebelião contra a Criação (a negação) e o&lt;em&gt;coagula&lt;/em&gt;a arrogância perfectbilista do homem no lugar de Deus. Note-se que aqui não se trata da união entre dois seres de sexos opostos, separados pela vontade de Deus, mas a do suposto princípio masculino e feminino que se encontra em cada indivíduo. É uma espécie de casamento interior, que se expressa também num ato físicomasturbatório, que o personagem Fausto pratica em vários momentos durante a narração do poema, particularmente importante quando ele desce ao&lt;a href="http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/12044-fausto-no-reino-das-maes.html" target="_blank" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;Reino das Mães&lt;/a&gt; e tem nas mãos a própria &lt;em&gt;chave&lt;/em&gt; lhe dada por Mefistófeles, que afinal é seu próprio falo, sua própria potência vital. É daí que nascerá a figura feminina de &lt;a href="http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/12030-helena-no-fausto-de-goethe.html" target="_blank" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;Helena&lt;/a&gt;, personagem central do drama fáustico.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Assim, ao ascético cristianismo, que procura respeitar e contemplar a Criação e ter por orientação os ensinamentos sagrados contidos nas Escrituras, com sua moral estrita e conduta sexual que supõe o homem e a mulher criados por Deus enquanto opostos complementares, os modernos irão construir uma cosmologia e uma moral oposta, produto na negação, e dentro desse processo a androginia - e a sua expressão prática, o homossexualismo militante - será a sua manifestação mais aguda. E não se diga que isso é de hoje. No século XX vimos chegar o seu auge. A figura emblemática de Thomas Mann (e sua obra), que imita e tem em Goethe o guia artístico e espiritual, descreve como isso aconteceu na máxima dimensão. A tragédia pessoal de Mann é a do homem fáustico e o homossexualismo está presente na sua vida como libido dominante, na temática da sua obra e também na vida dos seus filhos. A tragédia pessoal de Thomas Mann e da Alemanha se confundem, que é a tragédia predita na obra de Goethe (esse é um assunto, vida e obra de Thomas Mann, que no momento estudo com afinco e, no tempo oportuno, irei abordá-lo com mais detalhes. A obra e a vida do homem de Lubbeck como espelho e crônica da tragédia do século XX).&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;A ânsia alquímica de aperfeiçoar a natureza, a própria Criação, é o escudo da entidade que preside os cultos satânicos das sociedades secretas, Baphomet. Seu lema &lt;em&gt;- solve et coagula&lt;/em&gt; - é essa manifestação da vontade demoníaca de perfectibilismo, dando materialização simbólica. Negar tudo que vem de Deus para recriar: a construção da Segunda Realidade é vislumbrada por Cervantes no magnífico Dom Quixote. Esta obra só foi lida por Thomas Mann quando já estava no exílio, a bordo do navio que o levaria à América pela primeira vez, aos 59 anos. Naquele instante o curso da obra do autor foi modificado e vieram então suas criações máximas, o DOUTOR FAUSTO e o notável O ELEITO.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;(Há um elo entre a figura de Baphomet e o islã. A própria palavra teria sido uma corruptela de Maomé. Veja-se que o microcosmo é uma estilização do Crescente, expresso na forma minimalista da estrela cadente, a Vênus. Não podemos perder de vista que o islamismo é uma seita gnóstica cristã, nascida para negar a ortodoxia. Isso também foi percebido por Cervantes, cuja obra é a denúncia do domínio do islamismo sobre o território cristão, inclusive e sobretudo na dimensão do poder de Estado. O Estado moderno nasceu modelado pelo Estado islâmico, que é deificado como a própria manifestação sagrada, fazendo dele um substituto de Deus. Cervantes foi profético. É de se notar que a contribuição à ocidentalização do islamismo se dá na transferência da lei do Corão para a constituição nascida da vontade de Dom Microcosmo, o próprio homem moderno. A lei positiva passará então é ter a força da lei natural, em oposição ao Direito Romano fundado em Aristóteles, que vigia até então.)&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Em artigo anterior (&lt;a href="http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/12082-os-filhos-de-fausto.html" target="_blank" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;Os Filhos de Fausto)&lt;/a&gt; procurei mostrar que há um elo entre os três nascimentos narrados no poema: o filho humano de Fausto com Gretchen, assassinado pela própria mãe, o filho da filosofia alquímica, traduzido magistralmente no personagem Homúnculo, que sucumbe por não ter como sobreviver no universo manifesto, e o filho de Helena e Fausto, um ser inflado que se confunde com Eros e com Mercúrio, o próprio Baphomet. Ele tem a psicologia do próprio Hitler &lt;em&gt;avant&lt;/em&gt;&lt;em&gt; la lettre&lt;/em&gt;, o ego inflado e desprovido de condições de sobrevivência. Ele se precipita de sua altura alucinada, do seu "sonho impossível" (como não evocar Cervantes?) de grandeza, que é de crueldade, de maldade, de tudo que não presta. Ao morrer deixa de herança a Fausto sua pele de serpente, que eram sua vestes. Esta identificação com o mal é um dos momentos mais criativos da peça. "&lt;em&gt;Esses gracejos muito sérios&lt;/em&gt;", como ao Fausto se referiu Goethe, não deixaram nada de fora da dimensão trágica dos tempos modernos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Sublinho aqui como se deu o nascimento Eufórion. O intercurso entre Fausto e Helena ocorre na "Gruta", em oposição à concepção do filho natural de Fausto, precedido de seu delírio amoroso na "Floresta e Gruta". O segundo símbolo é uma expressão para se referir à genitália feminina. O primeiro é claramente uma referência ao coito anal. Afinal, Helena e Mefistófeles são um único e mesmo ser e no momento do intercurso Mefisto estava fantasiado de Fórquia, o horrendo ser hermafrodita. Goethe nos conta de maneira assaz realista que Eufórion é concepção alquímica de Fausto em coito homossexual, possuído pelo próprio diabo. É esse o filho da modernidade, é a própria modernidade. Por isso que a agenda da causa gay é a decorrência natural dos tempos modernos e o renascer fortalecido das idéias dos albingenses, destacas na obra de Hilaire Belloc resenhada por mim (&lt;a href="http://www.nivaldocordeiro.net/asgrandesheresias" target="_blank" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;As Grandes Heresias&lt;/a&gt;). Recupero aqui a citação que sublinhei na resenha, referindo-se ao albingenses:&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;"&lt;em&gt;Todos os sacramentos foram abandonados. Em seu lugar, um estranho ritual foi adotado, que envolvia a adoração do fogo, chamado 'a consolação', por meio do qual&lt;/em&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;em&gt;acreditava-se&lt;/em&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;em&gt;que a alma era purificada. A propagação da espécie humana foi atacada; o casamento era condenado e os líderes da seita espalhavam todo tipo de extravagâncias que se podem encontrar pairando sobre o maniqueísmo e o puritanismo, onde quer que apareçam. O vinho é mal, a carne é má, a guerra era sempre absolutamente má, e assim também a pena capital; mas um pecado sem perdão era a reconciliação com a Igreja Católica&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Hoje essa agenda integral está na ordem do dia. A procriação humana é tida como indesejável, como ecologicamente incorreta, como empobrecedora (reduz a renda per capta), como a fonte do mal. Daí provêm políticas como a do aborto, do gayzismo, do ambientalismo e toda militância contra as coisas sagradas. Era assim no início do século XX, como registrado por Thomas Mann, e deu no que deu. O que nos espera agora, no momento em que a mesma agenda está na ordem do dia? Vivemos tempos de grandes perigos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;***  *** ***&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;QSS&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-6450253708742052884?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/12161-goethe-e-o-androgino.html' title='Goethe e o andrógino'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/6450253708742052884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/06/goethe-e-o-androgino.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/6450253708742052884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/6450253708742052884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/06/goethe-e-o-androgino.html' title='Goethe e o andrógino'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-3783794496660340456</id><published>2011-06-16T09:10:00.000-03:00</published><updated>2011-06-16T09:11:14.349-03:00</updated><title type='text'>Uma tirania do bem</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(100, 100, 100); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; letter-spacing: 1px; line-height: 15px; text-transform: uppercase; "&gt;&lt;span class="author" style="white-space: nowrap; "&gt;BLOG DO MR. X &lt;/span&gt;&lt;span class="created" style="white-space: nowrap; "&gt;| 10 JUNHO 2011 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; "&gt;&lt;p class="articleinfo" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(100, 100, 100); text-transform: uppercase; font-size: 10px; letter-spacing: 1px; line-height: 15px; "&gt;&lt;span style="color: rgb(190, 66, 56); "&gt;ARTIGOS  - &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(190, 66, 56); "&gt;MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div id="toolbar-articlebody" style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; clear: both; font-size: 12px; "&gt;&lt;p align="center" style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;em&gt;Se quer convencer alguém de alguma coisa, afirme que o planeta está esquentando, ou que é para ajudar as criancinhas do Nordeste, ou qualquer outra idéia bacana. É batata. As pessoas farão o que você quiser.&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Proibiram as sacolinhas de plástico no supermercado, e a maioria das pessoas apoiou a medida. Da mesma forma, a tal lei anti-homofobia, que censura o discurso crítico contra os homossexuais, é aplaudida pela maioria das pessoas bacanas, e as leis antirracismo, que censuram o discurso sobre raça, já foram mais do que aprovadas com louvor pela maior parte da população.&lt;br /&gt;É censura da brava: fale qualquer coisa que fique fora da norma do "politicamente correto", e você poderá perder seu emprego, ter sua carreira arruinada, ter que &lt;a href="http://japanpopcuiaba.wordpress.com/2011/03/16/estudante-americana-critica-asiaticos-na-universidade-da-california-e-gera-revolta-na-internet/" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;abandonar os estudos,&lt;/a&gt; quem sabe até ser preso. Mesmo que você seja um&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/James_D._Watson" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;Prêmio Nobel.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine que estivéssemos sob um governo de direita e saísse uma lei dizendo "é proibido falar mal da família cristã". As pessoas sairiam nas ruas para protestar, cantores da MPB criariam músicas satíricas cheias de insultos, e seria revogada em dois dias. Mas crie uma lei de censura ou proibição "do bem", isto é, progressista, e todos estarão de acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=KGaYXahbcL4&amp;amp;feature=related" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;entrevista&lt;/a&gt; décadas atrás, Aldous Huxley, autor de "Admirável Mundo Novo", disse que achava que ditaduras do futuro teriam uma diferença: os tiranizados estariam felizes e aplaudiriam a própria opressão. Ele estava correto. A grande sacada dos progressistas e globalistas foi primeiro convencer as massas de que alto é baixo, preto é branco, socialismo é liberdade, e que a tirania que sofreriam era para o seu próprio bem. Se quer convencer alguém de alguma coisa, afirme que o planeta está esquentando, ou que é para ajudar as criancinhas do Nordeste, ou qualquer outra idéia bacana. É batata. As pessoas farão o que você quiser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afirme que existe "uma causa maior", e você vai poder entrar no governo, roubar, sair do governo, &lt;a href="http://www.portaldifusora.com/portal/noticia.php?id=11266" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;enriquecer ilicitamente&lt;/a&gt;, e depois voltar novamente ao poder, sob aplausos ou ao menos total indiferença do público. Ensine que os criminosos são coitadinhos vítimas do sistema e que a culpa de tudo é da burguesia, e as pessoas aceitarão níveis hediondos de violência urbana sem reclamar. Alguns até se sentirão culpados e acharão o assalto e estupro &lt;a href="http://www.race-talk.org/?p=4008" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;justificado&lt;/a&gt;, e pedirão perdão a seus estupradores!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em San Francisco, querem proibir a circuncisão. Ativistas gays até produziram uma história em quadrinhos que vem sendo acusado de &lt;a href="http://pajamasmedia.com/tatler/2011/06/03/proof-that-s-f-s-circumcision-ban-is-anti-semitic/" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;antissemita&lt;/a&gt;. (San Francisco é a meca dos gays, e parece que eles preferem pênis não circuncisado). Mas imagine que a cidade quisesse proibir os brincos, ou os piercings, ou as tatuagens, ou até o corte do pênis inteiro no caso dos transsexuais. Seria um escândalo! Mas como é com religião, tudo bem. (Outra curiosidade do caso é a seguinte, dizem que é em nome das criancinhas, mas e o aborto? Circuncisar não pode, mas abortar sim? Estranho.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine um país no qual o governo colocasse produtos tóxicos na água ou no ar, drogando e entontecendo as pessoas para que se tornem pacíficos cordeirinhos. Sinistro, não é? Mas faça o contrário, aja do modo progressista e terá uma multidão de pessoas marchando pelas ruas em luta pelo &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Politica/foto/0,,17330093-FMM,00.jpg" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;sagrado direito de se intoxicar&lt;/a&gt;! Inunde os produtos alimentícios de hormônios e aditivos, mas coloque tudo numa embalagem bacana e venda numa loja da moda a preços abusivos e as pessoas vão amar e comprar mais e mais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a economia piorar e as massas começarem a ficar intranquilas, invente uma guerra ou algum escândalo sexual bobo para distrair. Aqui nos EUA, o grande escândalo do momento é de um deputado que mandou fotos de seu pênis para suas fãs no Twitter. Não se fala de outra coisa (o povo americano é meio infantilizado e adora escândalos sexuais). Enquanto isso, a dívida pública cresce, o dólar cai, o desemprego aumenta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do jeito que vai, o governo global em breve se tornará uma realidade. E as multidões sorrirão!&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;*** *** ***&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;QSS&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-3783794496660340456?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/12157-uma-tirania-do-bem.html' title='Uma tirania do bem'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/3783794496660340456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/06/uma-tirania-do-bem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/3783794496660340456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/3783794496660340456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/06/uma-tirania-do-bem.html' title='Uma tirania do bem'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-5001698773792109904</id><published>2011-06-15T13:48:00.000-03:00</published><updated>2011-06-15T13:50:04.598-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; "&gt;&lt;h2 class="contentheading clearfix" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 24px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-family: Cambria, Times, serif; font-weight: bold; line-height: 1.2; display: block; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;a href="http://www.veritatis.com.br/doutrina/familia-sociedade/1097-deter-plc122-e-batalha-na-defesa-da-familia" class="contentpagetitle" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 24px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; color: rgb(161, 94, 27); text-decoration: none; font-weight: bold; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Deter o PLC 122 é batalha decisiva na defesa da família&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="article-tools clearfix" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 5px; padding-right: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(247, 247, 247); display: block; clear: both; position: relative; line-height: normal; color: rgb(153, 153, 153); border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-left-color: rgb(221, 221, 221); text-transform: uppercase; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;div class="article-meta" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; float: left; width: 381px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;span class="createdate" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 11px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;DOM, 05 DE JUNHO DE 2011 14:28 &lt;/span&gt;&lt;span class="createby" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 11px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-weight: bold; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;PROF. HERMES RODRIGUES NERY&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="buttonheading" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; float: right; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;a href="http://www.veritatis.com.br/component/mailto/?tmpl=component&amp;amp;link=aHR0cDovL3d3dy52ZXJpdGF0aXMuY29tLmJyL2RvdXRyaW5hL2ZhbWlsaWEtc29jaWVkYWRlLzEwOTctZGV0ZXItcGxjMTIyLWUtYmF0YWxoYS1uYS1kZWZlc2EtZGEtZmFtaWxpYQ%3D%3D" title="E-mail" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; color: rgb(161, 94, 27); text-decoration: none; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;img src="http://www.veritatis.com.br/templates/ja_teline_iii/images/emailButton.png" alt="E-mail" style="margin-top: 0px; margin-right: 5px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-style: initial; border-color: initial; float: right; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;a href="http://www.veritatis.com.br/doutrina/familia-sociedade/1097-deter-plc122-e-batalha-na-defesa-da-familia?tmpl=component&amp;amp;print=1&amp;amp;layout=default&amp;amp;page=" title="Imprimir" rel="nofollow" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; color: rgb(161, 94, 27); text-decoration: none; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;img src="http://www.veritatis.com.br/templates/ja_teline_iii/images/printButton.png" alt="Imprimir" style="margin-top: 0px; margin-right: 5px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-style: initial; border-color: initial; float: right; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;a href="http://www.veritatis.com.br/doutrina/familia-sociedade/1097-deter-plc122-e-batalha-na-defesa-da-familia?format=pdf" title="PDF" rel="nofollow" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; color: rgb(161, 94, 27); text-decoration: none; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;img src="http://www.veritatis.com.br/templates/ja_teline_iii/images/pdf_button.png" alt="PDF" style="margin-top: 0px; margin-right: 5px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-style: initial; border-color: initial; float: right; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="article-content" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;img align="left" src="http://www.veritatis.com.br/images/stories/doutrina/homo_260_195.jpg" style="margin-top: 5px; margin-right: 5px; margin-bottom: 5px; margin-left: 5px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; " /&gt;Em 24 de maio, as bancadas evangélicas e católicas do Congresso Nacional pressionaram o governo federal e ameaçaram abrir a CPI para investigar o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, de enriquecimento ilícito e tráfico de influência. Diante disso, a presidente Dilma Roussef suspendeu a distribuição do polêmico Kit “Escola Sem Homofobia” na rede pública de ensino do País. Em sua fala[1], quando questionada pela imprensa, a presidente pareceu reviver os momentos mais tensos da campanha eleitoral de 2010, acuada pela pauta “dos valores” trazida pela sociedade, e que tanto a assombrou especialmente na transição do 1º e 2º turno[2].&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Ao conversar com os jornalistas, Dilma Roussef disse que não irá permitir nenhum órgão do governo fazer “propaganda de opções sexuais”. E mais: “Não podemos interferir na vida privada das pessoas!” Chegou a afirmar que não assistiu aos vídeos polêmicos de doutrinação homossexual, tendo visto apenas alguma coisa do que foi apresentado na televisão. E concluiu dizendo: “Não concordo com o Kit”, mas “nós lutamos contra a homofobia.” Foi uma fala mais uma vez contraditória, sem convicção, muito imediatista, fala para apagar incêndio, sem coerência com o propósito do governo implantar o PNDH3 no País. O ex-presidente Lula teve de emergir para os holofotes midiáticos, repentinamente para vir em socorro de sua apadrinhada e pedir aos senadores da base governista que poupem Palocci de uma CPI. O governo perdeu vários aliados e se desgastou muito com a votação do Código Florestal. A presidente então recuou, como fez na campanha eleitoral, para evitar um desgaste ainda maior.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Os episódios recentes demonstraram que é possível os cristãos brasileiros manterem-se firme na defesa dos princípios e valores que buscam salvaguardar a dignidade da pessoa humana e a estrutura natural da família, seriamente ameaçadas pelo ideário do PNDH3, que o governo está disposto a tornar política de Estado, num processo em que o laicismo se torna “uma ideologia irreligiosa ou anti-religiosa”[3], para também reforçar a cultura anti-cristã em curso. Os deputados e senadores das bancadas evangélicas e católicas, pressionaram e obtiveram um efeito considerável, neste momento crucial, e se posicionaram inclusive levando a população às ruas, como na Marcha contra o PLC 122, promovida em 1º de junho, em Brasília.[4]&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Deter o PLC 122 é assegurar a liberdade de expressão e religiosa no Brasil, do contrário, aqueles que hoje são minoria vão se impor ainda mais, com mais insolência, pois querem garantir não apenas a tolerância, mas forçar cada vez mais a adesão ao homossexualismo, criando mecanismos, alguns sutis, outros mais ousados, para que um número crescente especialmente de jovens aceitem o homossexualismo, mas – o que é mais grave – sejam estimulados a isso, daí a estratégia do KIT, para efetivar a doutrinação homossexual nas escolas, com material pago com dinheiro público.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Apologia ao que viola a essência e a natureza da pessoa humana&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;O fato é que “a batalha contra a família está entre as mais graves batalhas contra o cristianismo, em particular contra os católicos”.[5] Nesse sentido, “a homossexualidade tornou-se uma arma política e o envolvimento dos homossexuais na vida política, para alcançar seus intentos, tornou-se uma prioridade”.[6] E para isso surtir efeito, a médio prazo, faz-se necessário difundir nas escolas a ideologia de gênero, para quebrar as resistências contra a cultura que quer se impor. A educação sexual então está imbuída fortemente desta ideologia contrária à família, com uma visão reducionista da dimensão da pessoa humana. “Ora, existem apenas duas identidades sexuais: masculina e feminina. Não existe identidade homossexual. A homossexualidade pertence ao grupo das tendências sexuais, que são numerosas e variadas no psiquismo humano”[7] e “a sua gênese psíquica continua amplamente inexplicada”.[8] É certo que permanecem interrogações sobre as causas profundas de tais tendências, mas há sinais evidentes de que institucionalizá-las é desconhecer com mais profundidade a essência e a natureza da pessoa humana, e mais ainda: agravar os fatores da violência contra o ser humano, em todos os aspectos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;A crise da identidade em nosso tempo se explica “numa sociedade sempre mais anônima”.[9] Daí o grande mal-estar de muitos diante dos apelos na promoção da homossexualidade, pois sabe-se que se trata de um movimento de apologia e não apenas de não discriminação. Apologia a uma condição contrária ao que vai no âmago da maioria das pessoas, uma condição que torna a pessoa estranha de si mesma, nas circunstâncias em que se sente muito mais vulnerável como objeto e não sujeito de uma relação que tende a ser mais perversa e desumana, pois “o indivíduo não pode se socializar e enriquecer o vínculo social senão a partir de sua identidade (de homem e mulher)”.10 Daí também a crise da identidade (que é também a crise dos vínculos, no melhor sentido da expressão religiosa – que visa re-ligare). “Não é pensável que seja possível socializar-se em função de uma tendência sexual, a não ser sob pena fazer regredir e de perverter o vínculo social”.[11] E então, a escola, que deveria complementar, do ponto de vista pedagógico, a integração da pessoa com sua comunidade, passa – com a educação sexual libertária – a desagregar a pessoa, a partir das premissas utilitárias, hedonistas e individualistas. O ideário proposto pelo PNDH3 perverte pois a finalidade social das instituições nascidas para defender a pessoa daquilo que a despessoaliza. Com uma educação sexual assim, a escola se torna um lugar perigoso, um barril de pólvora que certamente irá explodir com danos sociais inimagináveis.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;“Ideologia de gênero”: o pano de fundo cultural do PNDH3&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Da mesma forma que a obsessão da supremacia racial motivou a mais dolorosa experiência de dominação política com o nazismo, o afã da sociedade anarco-individualista de transgressão e libertação dos condicionantes biológicos da pessoa, pode nos levar a outras mais terríveis situações de desespero, que muitos ainda ignoram, e cujas conseqüências já estão visíveis em nosso meio, bastante conturbado pela influência do feminismo radical.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Na “perspectiva de gênero”[12], “a realidade da natureza incomoda, perturba e, assim, deve desaparecer”.[13] Com isso, se espera um tempo novo, em que homem e mulher não sejam mais condicionados por “papéis culturais” e vivam inteiramente livres para usufruir uma vida sem nenhuma espécie de opressão. Tal a promessa da nova ideologia, como as do passado, que fracassaram justamente ao apresentar um topos fora da realidade humana. “’Quando o nacional-socialismo tiver reinado por bastante tempo’, declarou Hitler certa vez, após o jantar, ‘não será mais concebível uma forma de vida diferente da nossa’”.[14] O anarco-individualismo do feminismo radical é, portanto, a nova manifestação de um idealismo que mais uma vez quer arrastar a humanidade às piores patologias políticas, pois a “crueza sexual” de tal ideologia “vive nos grandes sistemas especulativos do idealismo”.[15] Uma ideologia que quer desenraizar a pessoa daquilo que a constitui como ser humano, desterritorializá-la da instalação natural da família, imprescindível à sua realização como pessoa, inseri-la em ambientes hostis em que cada vez mais fica difícil se identificar e, portanto, torná-la mais fragilizada e perdida de sua própria realidade como ser humano.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Doutrinação homossexual como estratégia para o desenraizamento cristão&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Depois de alguns “anos de preparação, de clarificação ideológica e de experiências táticas”[16], a exemplo do que disse Joachim Fest sobre Hitler, percebemos muito nitidamente aspectos da proximidade metodológica do totalitarismo nazista com o que busca os promotores do PNDH3, com uma política de Estado que tem como objetivo o profundo desenraizamento cristão, como realmente nunca houve na história do País. Para isso, a doutrinação homossexual nas escolas faz parte desta tática, que funcionou para consolidar movimentos totalitários políticos do passado e quer agora atualizar a estratégia de alcançar especialmente a juventude para a adesão a um idealismo de evasão da realidade, com conseqüências altamente imprevisíveis para toda a sociedade.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;A doutrinação homossexual nas escolas quer reforçar a idéia de que “a inversão é uma coisa tão natural”[17], e de que os papéis sexuais são apenas construções culturais do qual é preciso se libertar, para vivenciar uma felicidade euforizante e fugaz, daquela intensidade hedonista exigida pela sociedade de consumo. Trata-se também da antiquíssima estratégia de uma lógica de poder anti-natalista, quando “o legislador (…) obtem baixa taxa de natalidade, mantendo homens e mulheres separados e instituindo relações sexuais entre homens”.[18]&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;“Estamos outra vez perante um novo começo”&lt;/strong&gt;[19]&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Na contra-mão deste rolo compressor ideológico, mais uma vez, os cristãos (evangélicos e católicos) são chamados a fazer contraponto, mesmo “quando já não há um ambiente cristão na sociedade”[20], e muitas vezes os cristãos mais conscientes se sentirem “a Igreja de uma minoria”.[21] “É hora de união de todos os cristãos, deixando de lado o que nos divide, e deixando de nos ferirmos mutuamente, para defender a Lei santa de Deus.”[22]&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Na afirmação de princípios e valores cristãos, numa época como a nossa, de tão grandes apreensões e promissões, o discernimento nos leva à luz de Cristo, pois Ele “é sempre nosso contemporâneo”.[23] Somos chamados novamente a dar testemunho da resposta cristã aos complexos desafios e aos impasses agudos da atualidade. A obsessão prometéica de uma felicidade que vem da rebeldia, permanece até hoje, como uma terrível tentação. “E a tentativa de ultrapassar a condição humana exclusivamente por meio do homem fica, em última análise, votada seja à ineficácia, seja à ilusão”.[24] A história comprova isso. Daí que há esperança, nos tempos convulsivos em que vivemos, de que há hoje “novas esperanças, novas possibilidades de expressão cristã”[25], sabendo que “a Paixão de Jesus é um acontecimento sempre contemporâneo e que deve fazer parte da ação no presente”[26], pois “o Senhor não fala do passado, mas do presente, nos fala hoje, nos dá a luz e nos ensina o caminho da vida”.[27] Nesse sentido, especialmente os leigos cristãos no campo legislativo são chamados a produzir “novas e vigorosas formas de vida do que é cristão”.[28] Por isso que empunhar a bandeira da família e da defesa da vida, desde a concepção, é atualizar a resposta cristã às forças adversas que querem minar na base a força unitiva da família.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;“Estamos outra vez perante um novo começo”.[29] O século 21, já na segunda década, se vê diante da pauta de valores que certamente norteará o debate e as grandes decisões do nosso tempo. O cristianismo continuará o caminho da vida, e certamente vencerá, como venceu tantos males do passado. “É precisamente uma era de um cristianismo quantitativamente reduzido que pode levar a uma nova vivacidade desse cristianismo mais consciente”.[30] De modo concreto, no aqui e agora, na dimensão da realidade penúltima, a defesa da estrutura natural da família não é uma luta em vão, mas decisiva pelo bem integral da pessoa humana, para assegurar a salvação de todos, na realidade última.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Prof. Hermes Rodrigues Nery é coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté. Professor de Bioética do Instituto Teológico da Diocese de Campo Limpo (SP).&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Bibliografia&lt;/strong&gt;:&lt;/p&gt;&lt;ol style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;(&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/2011/05/26/04024D9C3670C4B11326.jhtm?nao-aceito-propaganda-de-opcoes-sexuais-afirma-dilma-04024D9C3670C4B11326" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; color: rgb(161, 94, 27); text-decoration: none; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/2011/05/26/04024D9C3670C4B11326.jhtm?nao-aceito-propaganda-de-opcoes-sexuais-afirma-dilma-04024D9C3670C4B11326&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;a href="http://blogs.estadao.com.br/vox-publica/2010/10/01/corrida-de-dilma-para-recuperar-voto-evangelico-marca-reta-final-da-campanha-presidencial/" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; color: rgb(161, 94, 27); text-decoration: none; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;http://blogs.estadao.com.br/vox-publica/2010/10/01/corrida-de-dilma-para-recuperar-voto-evangelico-marca-reta-final-da-campanha-presidencial/&lt;/a&gt;;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/806590-dilma-faz-reuniao-com-evangelicos-e-catolicos-para-desmentir-boatos.shtml" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; color: rgb(161, 94, 27); text-decoration: none; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;http://www1.folha.uol.com.br/poder/806590-dilma-faz-reuniao-com-evangelicos-e-catolicos-para-desmentir-boatos.shtml&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Valerio Zanone, Dicionário de Política, (org. Por Norberto Bobbio, Nicola Matteucci e Gianfranco Pasquino), Laicismo, p. 670; Editora Universidade de Brasília, Vol. 2, 4ª edição)&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;(&lt;a href="http://juliosevero.blogspot.com/2011/06/manifestacao-contra-plc-122-sofre.html" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; color: rgb(161, 94, 27); text-decoration: none; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;http://juliosevero.blogspot.com/2011/06/manifestacao-contra-plc-122-sofre.html&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Dorotas Kornas-Biela, Direitos da Criança, Violência e Exploração Sexual, Lexicon – termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas, Pontifício Conselho para a Família, p. 219; Edições CNBB, 2007&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Tony Anatrella, Homossexualidade e Homofobia, Lexicon – termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas, Pontifício Conselho para a Família, p. 476; Edições CNBB, 2007&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Tony Anatrella, Homossexualidade e Homofobia, Lexicon – termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas, Pontifício Conselho para a Família, p. 474; Edições CNBB, 2007&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Catecismo da Igreja Católica, 2357, p. 531; Editora Vozes, Edições Paulinas, Edições Loyola, Editora Ave Maria, 2ª edição, 1993&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Marie Thèrese Hermange, Direitos das Crianças, Lexicon – termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas, Pontifício Conselho para a Família, p. 243; Edições CNBB, 2007&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Tony Anatrella, Homossexualidade e Homofobia, Lexicon – termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas, Pontifício Conselho para a Família, p. 474; Edições CNBB, 2007&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Tony Anatrella, Homossexualidade e Homofobia, Lexicon – termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas, Pontifício Conselho para a Família, p. 474; Edições CNBB, 2007&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Oscar Alzamora Revoredo, Ideologia de Gênero: Perigos e Alcance, Lexicon – termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas, Pontifício Conselho para a Família, p. 496; Edições CNBB, 2007&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Oscar Alzamora Revoredo, Ideologia de Gênero: Perigos e Alcance, Lexicon – termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas, Pontifício Conselho para a Família, p. 496; Edições CNBB, 2007&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Mark Mazower, Continente Sombrio – A Europa no século XX, p. 150, Companhia das Letras, 2001&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Theodor W. Adorno, Minima Moralia – Reflexões a partir da vida danificada, p. 77, Editora Ática, 1992.&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Joachim C. Fest, Hitler, p. 605, Editora Nova Fronteira, 1976&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Sigmund Freud, Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade, p. 26, Edição Livros do Brasil Lisboa&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Aristóteles, Política, Coleção Os Pensadores, p. 202, Editora Nova Cultural Ltda, 1999.&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Joseph Ratzinger, O Sal da Terra – O Cristianismo e a Igreja Católica no Limiar do Terceiro Milênio, p. 212, Ed. Imago, 1997&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Joseph Ratzinger, O Sal da Terra – O Cristianismo e a Igreja Católica no Limiar do Terceiro Milênio, p. 209, Ed. Imago, 1997&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Joseph Ratzinger, O Sal da Terra – O Cristianismo e a Igreja Católica no Limiar do Terceiro Milênio, p. 209, Ed. Imago, 1997&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;a href="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2011/06/02/cristaos-unidos-jamais-serao-vencidos/" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; color: rgb(161, 94, 27); text-decoration: none; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2011/06/02/cristaos-unidos-jamais-serao-vencidos/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Joseph Ratzinger/Bento XVI, Os Apóstolos e os primeiros discípulos de Cristo, p. 22, Editora Planeta do Brasil Ltda, 2010&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Jacques Maritain, A Filosofia Moral – Exame histórico e crítico dos grandes sistemas, trad. de Alceu Amoroso Lima, p. 497, Livraria Agir Editora, 1973&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Joseph Ratzinger, O Sal da Terra – O Cristianismo e a Igreja Católica no Limiar do Terceiro Milênio, p. 212, Ed. Imago, 1997&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Jacques Le Goff, São Luís, p. 148, Editora Record, 2002&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Joseph Ratzinger/Bento XVI, Os Apóstolos e os primeiros discípulos de Cristo, p. 22, Editora Planeta do Brasil Ltda, 2010&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Joseph Ratzinger, O Sal da Terra – O Cristianismo e a Igreja Católica no Limiar do Terceiro Milênio, p. 212, Ed. Imago, 1997&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Joseph Ratzinger, O Sal da Terra – O Cristianismo e a Igreja Católica no Limiar do Terceiro Milênio, p. 212, Ed. Imago, 1997&lt;/li&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 35px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 21px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Joseph Ratzinger, O Sal da Terra – O Cristianismo e a Igreja Católica no Limiar do Terceiro Milênio, p. 212, Ed. Imago, 1997&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;* gentilmente enviado pelo autor.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-5001698773792109904?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.veritatis.com.br/doutrina/familia-sociedade/1097-deter-plc122-e-batalha-na-defesa-da-familia' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/5001698773792109904/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/06/deter-o-plc-122-e-batalha-decisiva-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/5001698773792109904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/5001698773792109904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/06/deter-o-plc-122-e-batalha-decisiva-na.html' title=''/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-2338383166403690788</id><published>2011-06-14T08:48:00.001-03:00</published><updated>2011-06-14T08:50:29.437-03:00</updated><title type='text'>“Kit gay” nas escolas</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: 'Times New Roman'; "&gt;&lt;div id="ftn3"&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="color: rgb(0, 0, 0); text-align: center; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;(um escândalo muito pior que o do mensalão)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-size: medium; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;Suponhamos que o governo federal desviasse trezentos milhões de reais dos nossos tributos e os dividisse clandestinamente entre políticos da base aliada. Seria um grave delito, mas não tão grave quanto aquele a que me refiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-size: medium; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;Nosso governo não apenas privou-nos de &lt;span&gt;R$ 302,8 milhões, que poderiam ser usados para a saúde, a educação, a segurança pública... Reservou esse montante de nosso dinheiro para o fim específico de corromper crianças, adolescentes e famílias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-size: medium; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;Não há nenhum exagero na afirmação acima. Trezentos e dois milhões e oitocentos mil reais é o valor de uma emenda ao orçamento aprovada pelo Senado no ano passado para iniciativas de apoio à “prevenção e combate à homofobia”&lt;a href="http://www.providaanapolis.org.br/rosto.htm#_ftn1" name="_ftnref1" title="" style="color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;sup&gt;&lt;span&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-size: medium; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;Com esse objetivo, o Ministério da Educação e Cultura (MEC) em parceria com a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), elaborou um “kit anti-homofobia” que deveria ser distribuído nas escolas no segundo semestre deste ano. Segundo o ativista homossexual Beto de Jesus, membro da ABGLT, que trabalhou na elaboração do “kit gay”, cerca de R$ 1,5 milhão foi gasto nesse projeto&lt;a href="http://www.providaanapolis.org.br/rosto.htm#_ftn2" name="_ftnref2" title="" style="color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference" style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Destinado a crianças e adolescentes a partir de onze anos, o material é uma autêntica doutrinação na &lt;i&gt;ideologia de gênero&lt;/i&gt;. Segundo essa concepção, masculinidade e feminilidade são puras construções sociais (gêneros) que nada têm a ver com os dados biológicos (sexos). O matrimônio entre um homem e uma mulher é apenas uma entre tantas outras “opções” sexuais. Vejamos o que defendem três vídeos desse “kit”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-size: medium; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;Travestismo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-size: medium; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;O vídeo “Encontrando Bianca”&lt;a href="http://www.providaanapolis.org.br/rosto.htm#_ftn3" name="_ftnref3" title="" style="color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference" style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; mostra um adolescente chamado José Ricardo que, inconformado com o próprio sexo, vai à escola vestido como menina e com as unhas pintadas de vermelho. Deseja ser chamado de Bianca, o nome de sua atriz preferida, inclusive na hora da chamada. Lamenta não poder usar o banheiro feminino. Sofre “perseguições” e “preconceitos”, mas acaba tendo apoio de colegas e professores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-size: medium; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;Bissexualismo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-size: medium; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;O vídeo “Probabilidade”&lt;a href="http://www.providaanapolis.org.br/rosto.htm#_ftn4" name="_ftnref4" title="" style="color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference" style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; apresenta o jovem Leonardo, que, ao mudar-se de cidade, lamenta-se por ter que separar-se de Carla. Matriculado em outra escola, Leonardo conhece Mateus, um homossexual. Os dois sofrem zombaria dos colegas, que os chamam de “namoradinhos”. Mateus apresenta-lhe seu primo Rafael, que está para se mudar, e Leonardo “apaixona-se” por ele. Fica então em dúvida quanto à sua própria identidade sexual, pois sente atração por pessoa do mesmo sexo (Rafael) e do sexo oposto (Carla). Em uma aula de Matemática, Leonardo “descobre” que pode “ficar” tanto com garotos como com garotas. Assim, probabilidade de encontrar alguém pelo qual sinta atração é “quase cinquenta por cento maior”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-size: medium; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;Lesbianismo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-size: medium; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;O vídeo “Torpedo”&lt;a href="http://www.providaanapolis.org.br/rosto.htm#_ftn5" name="_ftnref5" title="" style="color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference" style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; apresenta a adolescente Vanessa recebendo em seu celular uma mensagem de sua colega Ana. Esta lhe comunica que ambas foram fotografadas durante uma festa e que sua imagem circula pela Internet e foi fixada no corredor da escola. As duas resolvem enfrentar a “homofobia” e assumem publicamente o lesbianismo. Uma diz: “Quer ir &lt;i&gt;namorar&lt;/i&gt; comigo?”. A outra responde: “Acho que a gente já está &lt;i&gt;namorando&lt;/i&gt;”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-size: medium; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;Reação dos deputados e recuo do governo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-size: medium; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;Quando o ministro da Educação Fernando Haddad afirmou que o kit “Escola sem homofobia” seria mantido tal como foi feito, recusando o diálogo com parlamentares prometido dias antes, a bancada católica e evangélica da Câmara ameaçou convocar o ministro da Casa Civil Antônio Palocci para explicar sobre denúncias acerca da evolução do seu patrimônio. Ameaçou também realizar uma Comissão Geral para discutir o material pró-homossexualismo, criar uma CPI sobre o Ministério da Educação, pedir a exoneração de Fernando Haddad e ainda obstruir as votações&lt;a href="http://www.providaanapolis.org.br/rosto.htm#_ftn6" name="_ftnref6" title="" style="color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference" style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-size: medium; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;No dia seguinte, 25 de maio de 2011, Dilma resolveu suspender a distribuição do “kit” por achá-lo “inapropriado” para o objetivo de combater a “homofobia”. O anúncio foi feito pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência Gilberto Carvalho, fazendo questão de dizer que &lt;i&gt;não se trata de um recuo&lt;/i&gt;, mas de “um processo de consulta que o governo passará a fazer, como faz em outros temas também, porque isso é parte vigente da democracia”&lt;a href="http://www.providaanapolis.org.br/rosto.htm#_ftn7" name="_ftnref7" title="" style="color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference" style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-size: medium; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;Segundo o jornal &lt;i&gt;O Globo&lt;/i&gt;, a proibição de Dilma se estenderia também à cartilha de pornografia “&lt;i&gt;O caderno das coisas importantes – confidencial&lt;/i&gt;”, em que os alunos são convidados a descrever suas experiências sexuais às ocultas de seus pais, e outros livretos que, em forma de estórias em quadrinhos, apresentam cenas de beijos entre homens e entre mulheres. A apologia do homossexualismo faz parte do Programa DST-Aids, lançado em 2008 pelo então ministro da Saúde José Gomes Temporão&lt;a href="http://www.providaanapolis.org.br/rosto.htm#_ftn8" name="_ftnref8" title="" style="color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference" style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-size: medium; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;É preciso, porém, ter cautela para verificar se, de fato, todo esse material foi afastado das crianças. Mais do que nunca é preciso que os pais vigiem o material escolar que está sendo usado por seus filhos. Além disso, a campanha de corrupção infanto-juvenil foi apenas adiada. Até o fim do ano, o Ministério da Educação pretende lançar uma nova versão do “kit gay” a ser distribuída nas escolas&lt;a href="http://www.providaanapolis.org.br/rosto.htm#_ftn9" name="_ftnref9" title="" style="color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference" style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;[9]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Obtivemos uma vitória, mas estamos muito longe de poder ficar tranquilos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-size: medium; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-size: medium; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;Anápolis, 13 de junho de 2011.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-size: medium; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-size: medium; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; text-indent: 42.55pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;Presidente do Pró-Vida de Anápolis&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="font-size: medium; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr align="left" size="1" width="33%"&gt;&lt;div id="ftn1"&gt;&lt;p class="MsoFootnoteText" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;a href="http://www.providaanapolis.org.br/rosto.htm#_ftnref1" name="_ftn1" title="" style="color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference" style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; CDH aprova R$ 1,15 bilhão em emendas ao Orçamento de 2011. Agência Senado, 23 nov. 2010, in: http://www.senado.gov.br/noticias/verNoticia.aspx?codNoticia=105564&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn2"&gt;&lt;p class="MsoFootnoteText" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;a href="http://www.providaanapolis.org.br/rosto.htm#_ftnref2" name="_ftn2" title="" style="color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference" style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt; &lt;span lang="EN-US"&gt;Cf. http://www.youtube.com/watch?v=jh2Tw2IR4Hc&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn10"&gt;&lt;p class="MsoFootnoteText" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;a href="http://www.providaanapolis.org.br/rosto.htm#_ftnref3" name="_ftn3" title="" style="color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference" style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt; http://www.youtube.com/watch?v=A_0g9BEPVEA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn4"&gt;&lt;p class="MsoFootnoteText" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;a href="http://www.providaanapolis.org.br/rosto.htm#_ftnref4" name="_ftn4" title="" style="color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference" style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt; http://www.youtube.com/watch?v=f-mrzp0HbeU&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn5"&gt;&lt;p class="MsoFootnoteText" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;a href="http://www.providaanapolis.org.br/rosto.htm#_ftnref5" name="_ftn5" title="" style="color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference" style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt; http://www.youtube.com/watch?v=hKJjOJlEw_U&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn6"&gt;&lt;p class="MsoFootnoteText" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;a href="http://www.providaanapolis.org.br/rosto.htm#_ftnref6" name="_ftn6" title="" style="color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference" style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Cf. Deputados&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;span&gt;cristãos ameaçam convocar Palocci se governo mantiver “kit anti-homofobia”, Agência Câmara de Notícias, &lt;/span&gt;24/05/2011, 20h47min, in: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/197537-DEPUTADOS-CRISTAOS-AMEACAM-CONVOCAR-PALOCCI-SE-GOVERNO-MANTIVER-%E2%80%9CKIT-ANTI-HOMOFOBIA%E2%80%9D.html&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn7"&gt;&lt;p class="MsoFootnoteText" style="color: rgb(0, 0, 0); margin-left: 21.6pt; text-indent: -21.6pt; "&gt;&lt;a href="http://www.providaanapolis.org.br/rosto.htm#_ftnref7" name="_ftn7" title="" style="color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference" style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;span&gt;Dilma Rousseff manda suspender kit anti-homofobia, diz ministro, G1, &lt;/span&gt;25/05/2011, in:&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoFootnoteText" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/05/dilma-rousseff-manda-suspender-kit-anti-homofobia-diz-ministro.html&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn8"&gt;&lt;p class="MsoFootnoteText" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;a href="http://www.providaanapolis.org.br/rosto.htm#_ftnref8" name="_ftn8" title="" style="color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference" style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Cf. &lt;span&gt;Confira os vídeos que poderiam ser incluídos no ‘kit anti-homofobia’, O Globo, &lt;/span&gt;25/05/2011, in: http://moglobo.globo.com/integra.asp?txtUrl=http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/05/25/confira-os-videos-que-poderiam-ser-incluidos-no-kit-anti-homofobia-924536729.asp&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn9"&gt;&lt;p class="MsoFootnoteText" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;a href="http://www.providaanapolis.org.br/rosto.htm#_ftnref9" name="_ftn9" title="" style="color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference" style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;[9]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Cf. MEC pretende lançar nova versão do kit anti-homofobia ainda este ano, G1, 27/05/2011, in: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/05/mec-pretende-lancar-nova-versao-do-kit-anti-homofobia-ainda-este-ano.html&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoFootnoteText" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;*** *** ***&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoFootnoteText" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;QSSS&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-2338383166403690788?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.providaanapolis.org.br/index1.htm' title='“Kit gay” nas escolas'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/2338383166403690788/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/06/kit-gay-nas-escolas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/2338383166403690788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/2338383166403690788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/06/kit-gay-nas-escolas.html' title='“Kit gay” nas escolas'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-99681618678972065</id><published>2011-05-31T11:11:00.001-03:00</published><updated>2011-05-31T11:14:08.719-03:00</updated><title type='text'>Má conselheira</title><content type='html'>&lt;div class="headline"&gt;          &lt;h1 class="title"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="author"&gt;Olavo de Carvalho   &lt;/span&gt;             &lt;span class="created"&gt;     | 30 Maio 2011 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="toolbar-articlebody"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Discursar  genericamente sobre o  pecado, sem nada fazer contra o agente que o  pratica, é transformar a  moral numa questão de teoria, sem alcance  prático.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Quando  reagem aos ataques cada vez mais virulentos que a religião  sofre da  parte de gayzistas, abortistas, feministas enragées,  neocomunistas,  iluministas deslumbrados etc., certos católicos e  protestantes invertem a  ordem das prioridades: colocam menos empenho em  vencer o adversário do  que em evitar, por todos os meios, "combatê-lo à  maneira do Olavo de  Carvalho". &lt;br /&gt;    O que querem dizer com isso é que o Olavo de Carvalho é violento,  cruel  e impiedoso, humilhando o inimigo até fazê-lo fugir com o rabo  entre  as pernas, ao passo que eles, as almas cristianíssimas,  piedosíssimas,  boníssimas, preferem "odiar o pecado, jamais o pecador".  Daí que, em  vez de ferir os maliciosos com o ferro em brasa da verdade  feia,  prefiram admoestá-los em tom de correção fraterna ou, no máximo,   argumentar genericamente em termos de direitos e valores. &lt;p&gt;São, em primeiro lugar, péssimos leitores da Bíblia. Cristo, é   verdade, mandou odiar o pecado e não o pecador. Mas isso se refere ao   sentimento, à motivação íntima, não à brandura ou dureza dos atos e das   palavras expressas. Ele nunca disse que é possível reprimir o pecado  sem  magoar e,  nos casos mais obstinados, humilhar o pecador.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quando expulsou os comerciantes do templo, Ele chicoteou "pecados" ou   o corpo dos pecadores? Quando chamava os incrédulos de "raça de   víboras", Ele se dirigia a noções abstratas, no ar, ou a ouvidos humanos   que sentiam a dor da humilhação?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quando disse que o molestador de crianças deveria ser jogado ao mar   com uma pedra no pescoço, Ele se referia ao pescoço do pecado ou ao do   pecador? O pecado, em todos os casos possíveis e imagináveis, só pode   ser reprimido, punido ou combatido na pessoa do pecador, não em si mesmo   e abstratamente. Discursar genericamente sobre o pecado, sem nada  fazer  contra o agente que o pratica, é transformar a moral numa questão  de  teoria, sem alcance prático.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em segundo lugar, não têm discernimento moral. Não, pelo menos, na   medida suficiente para avaliar a gravidade relativa dos atos privados e   públicos, nem para distinguir entre a paixão da carne e o ódio aberto  ao  Espírito Santo. Mais imbuídos de moralismo sexual burguês que de   autêntica inspiração evangélica, abominam, na mesma medida, a prática   homossexual em si e seu uso como instrumento público de ofensa   deliberada a Jesus, à Igreja, a tudo quanto é sagrado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Não sabem a diferença entre a tentação carnal, que é humana, e o   impulso de humilhar a cristandade, que é satânico. Falam de uma coisa e   da outra no mesmo tom, como se o pecado contra o Espírito Santo fosse   tão perdoável quanto uma fraqueza da carne, um deslize, um vício   qualquer.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assim procedendo, colocam-se numa posição logicamente insustentável.   Sentindo então a própria vulnerabilidade sem perceber com clareza onde   está o ponto fraco, vacilam e passam a atenuar seu discurso como quem   pede licença ao adversário para ser o que é, para crer no que crê. Daí é   que lhes vem o temor servil de "combater à maneira do Olavo de   Carvalho", a compulsão de marcar distância daquele que não se deixa   inibir por idêntica fragilidade de coração.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É verdade que o Olavo de Carvalho usa às vezes palavras duras,    humilhantes. Mas ele jamais elevou sua voz em público para condenar   qualquer conduta privada, por abominável que lhe parecesse. De pecados   privados fala-se em privado, com discrição, prudência, compaixão.   Pode-se também falar deles em público, mas genericamente, sem apontar o   dedo para ninguém. E o tom, em tal circunstância, deve ser de exortação   pedagógica, não de acusação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Examinem a conduta do Olavo de Carvalho e digam se alguma vez ele se   afastou dessas normas. Quando ele humilha o pecador em público, é  por   conta de pecados públicos, que não vêm de uma fraqueza pessoal e sim de   uma ação cultural ou política racional, premeditada, maliciosa até a    medula.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Homossexualismo é uma coisa, movimento gay é outra. O primeiro é um   pecado da carne, o segundo é o acinte organizado, politicamente armado,   feroz e sistemático, à dignidade da Igreja e do próprio Deus - algo que   vai muito além até da propaganda ateística, já que esta se constitui  de  meras palavras e aquele de atos de poder. Atos de prepotência,   calculados para humilhar, atemorizar e aviltar, preparando o caminho   para a agressão física, a repressão policial e o morticínio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O cinismo máximo dessa gente é alardear choramingando a violência   pública contra os gays, estatisticamente irrisória, e alegá-la   justamente contra a comunidade mais perseguida  do universo, que já   forneceu algumas centenas de milhões de vítimas aos rituais sangrentos   dos construtores de "mundos melhores".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O indivíduo que se deixou corromper ao ponto de entregar-se a esse   exercício de mendacidade psicótica com a consciência de estar servindo a   uma causa humanitária está longe de poder ser atingido, na sua alma,   por exortações morais, apelos à "liberdade de religião", queixas   formuladas em linguagem de debate acadêmico pó- de-arroz ou mesmo   argumentações racionais lindamente fundamentadas. Só uma coisa pode   inibi-lo: o temor da humilhação pública, que, nas almas dos farsantes e   hipócritas, é sempre exacerbado e, às vezes, seu único ponto sensível.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sim, o Olavo de Carvalho usa às vezes palavras brutais. Mas ele o faz   por  premeditação pedagógica, que exclui qualquer motivação passional,   especialmente o ódio, ao passo que outros só se esquivam de usar essas   palavras porque têm medo de parecer malvados, porque têm horror de dar   má impressão e buscam abrigo sob a capa de bom-mocismo, de desculpas   evangélicas perfeitamente deslocadas,  concorrendo em falsidade e   hipocrisia com os próceres do gayzismo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Cometem, aliás, o mesmo erro suicida em que os liberais brasileiros   caíram desde duas décadas atrás, quando, fugindo ao exemplo do Olavo de   Carvalho, preferiram debater economia de mercado com os petistas em vez   de denunciar o Foro de São Paulo e sua lista de crimes. Hoje estão   liquidados. A covardia é sempre má conselheira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;http://www.midiasemmascara.org/artigos/conservadorismo/12122-ma-conselheira.html&lt;/p&gt;&lt;p&gt;***************************&lt;/p&gt;&lt;p&gt;QSS.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-99681618678972065?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.midiasemmascara.org/artigos/conservadorismo/12122-ma-conselheira.html' title='Má conselheira'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/99681618678972065/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/05/ma-conselheira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/99681618678972065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/99681618678972065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/05/ma-conselheira.html' title='Má conselheira'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-2877164512835677624</id><published>2011-05-12T11:00:00.000-03:00</published><updated>2011-05-13T17:20:12.850-03:00</updated><title type='text'>Padres, pedofilia e homossexualismo: a verdade que ainda não saiu do armário</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="mailto:juliosevero@hotmail.com"&gt;&lt;span style="color:#DE7008;text-decoration: none;text-underline:none"&gt;Julio Severo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Resumo:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="color:black"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Embora a&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;tenha uma ligação clara, natural e inegável com a homossexualidade, o que se vê na mídia é&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;dentro das igrejas,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;dentro das famílias, mas jamais&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;dentro do homossexualismo, num esforço flagrante de negar o inegável.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color:black"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Sem dúvida alguma, uma das questões mais importantes do catolicismo é sua proibição ao casamento dos padres.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Mesmo assim, nenhum homem é obrigado a se manter padre se sente fortes desejos sexuais. Ele pode simplesmente largar a batina e se casar com uma mulher. Mas se seus desejos não são normais — isto é, se ele se sente atraído não por uma mulher, mas por outros homens ou meninos —, o casamento com uma mulher é inútil para resolver seus problemas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Portanto, o celibato não está levando automaticamente os padres à pedofilia, como imaginam alguns, pois um padre que quer casar tem a liberdade de largar a batina e escolher uma esposa. Nenhum padre é obrigado a estuprar meninos se sente desejos sexuais. Esse problema tem outra causa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h2 style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;color:black"&gt;A pedofilia e suas causas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;A questão do abuso sexual de meninos também é mencionada no&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Novo Testamento, embora tal menção ocorra somente no original grego: “Não sabeis que os injustos não hão de herdar o Reino de Deus?&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;efeminados&lt;/i&gt;, nem&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;os sodomitas&lt;/i&gt;, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus”. (1&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Coríntios&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;6:9-10RC, o destaque é meu.)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Essa passagem menciona dois tipos de homossexuais: os&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;efeminados&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;e os&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;sodomitas&lt;/i&gt;.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;De acordo com o léxico grego do programa&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Online Bible&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;(versão&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;2), a palavra&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;efeminados&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;vem da palavra grega&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;malakos&lt;/i&gt;,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;que significa&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;delicado, suave, o homem que submete seu corpo à imoralidade contra a natureza; prostituta masculina.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;De acordo com o léxico analítico do programa&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Bible Windows&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;(versão&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;6.01), a palavra&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;sodomitas&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;vem da palavra grega&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;arsenokoites&lt;/i&gt;, que significa&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;um adulto do sexo masculino que pratica relações sexuais com outro adulto ou menino do sexo masculino&lt;/i&gt;. Assim, o termo sodomita aí pode ser traduzido&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;homossexual ativo&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;e&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;pederasta&lt;/i&gt;. A palavra&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;arsenokoites&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;também se encontra em&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;1&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Timóteo&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;1:10.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Outra versão da Bíblia declara: “Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;homossexuais passivos&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;ou&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;ativos&lt;/i&gt;, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus”. (1&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Coríntios&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;6:9-10&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;NVI, o destaque é meu.)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Efeminados, ou homossexuais passivos, são os homens com trejeitos, delicados e suaves, que agem e fazem papel de mulher. Sodomitas, ou homossexuais ativos, são os homens que fazem papel de “macho”, usando outro homem (ou menino) como se fosse mulher. Embora as duas condutas homossexuais sejam biblicamente condenadas, o abuso sexual de meninos está diretamente ligado não aos efeminados, mas exclusivamente aos sodomitas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;O que a realidade também mostra? Um pediatra que estupra meninos comete esse tipo de crime só porque é pediatra? Claro que não. Ele faz isso porque tem problemas homossexuais&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;No caso do padre pederasta, não é diferente: ele tem preferência sexual por meninos justamente porque tem os mesmos problemas. É exatamente essa informação importante que os meios de comunicação estão deixando de divulgar para o público. Isso é não é um tipo de censura astuta?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;É de chamar a atenção como a mídia mostra todos os detalhes de escândalos de abuso sexual contra meninos sem nunca mencionar a palavra&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;homossexual&lt;/em&gt;. O noticiário da TV também mostra pediatras e outros profissionais envolvidos em crimes sexuais contra meninos, sempre omitindo o termo&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;gay&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;ou&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;homossexual&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style:normal"&gt;, porém jamais omitindo a palavra pedofilia&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Pedofilia é o termo geral que designa o abuso sexual contra meninos e meninas. Pederasta é um termo mais restrito que se aplica somente aos homens que abusam de meninos. De acordo com o atual Dicionário Merriam-Webster, pederasta vem da palavra grega&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;paiderastes&lt;/i&gt;, que significa literalmente&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;amante de meninos&lt;/i&gt;. Na sua primeira versão, do século XIX, o Dicionário Webster definia assim pederastia:&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;sodomia, crime contra a natureza.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;O próprio Dicionário Aurélio destaca que, por extensão,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;significa&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;homossexualismo masculino.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;Assim, todo pederasta é pedófilo e homossexual ativo (ou sodomita), mas nem todo pedófilo é pederasta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Para que não se entenda incorretamente que todos os praticantes do homossexualismo são pederastas, alertamos que todas as referências deste artigo à palavra&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;homossexual&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;se aplicam exclusivamente aos sodomitas, ou homossexuais ativos, pois é só nesses casos que a pederastia tem, conforme a Bíblia, ligação fundamental.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;A mídia liberal aplaude indisfarçadamente os homens que assumem publicamente sua homossexualidade, como se os estivesse ajudando a se libertar de um estado de opressão — e esse ato de assumir se chama&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;sair do armário&lt;/i&gt;. Na verdade, muitos&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;praticantes do homossexualismo&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;só se assumem publicamente pela metade, deixando escondidas no fundo do armário suas preferências sexuais que o público ainda não está preparado para aceitar. Por quanto tempo a pederastia deles ficará no armário?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Contudo, o tratamento dispensado aos padres&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;que “gostam” de meninos&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;é totalmente diferente e inverso. A pederastia deles é arrancada do armário, mas o homossexualismo não. Numa genuína atitude de preconceito e intolerância contra a verdade, os liberais fazem tudo o que podem para que o homossexualismo dos padres pederastas nunca saia do escuro armário dos segredos homossexuais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;No caso dos padres que conseguem esconder sua homossexualidade, um casamento com uma mulher adiantaria? Um casamento seria a solução para padres com tendências&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastas? Sabemos que os praticantes do homossexualismo são capazes de se casar, ter filhos e manter uma vida dupla — às vezes até de pederastas. O casamento, nesse caso, só funciona para acobertar crimes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Já que o casamento em si não resolve o problema de padres (ou turistas, psicólogos, jornalistas, pediatras, professores, etc.) que gostam sexualmente de meninos, o que então resolve? Na questão católica, lidar diretamente com a raiz do problema: a presença homossexual no clero católico. Entretanto, a intenção da mídia não é ajudar o clero católico a lidar com esse problema, mas&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;usar&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;o problema — não contra o homossexualismo — mas contra o próprio clero e seus valores conservadores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h2 style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;color:black"&gt;Pedofilia como arma de guerra contra os cristãos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Nas notícias sobre padres pegos em abuso sexual de meninos, há uma insistência de se destacar o abuso,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;sem jamais citar nada que poderia minimamente levar o público a se lembrar de homossexualidade&lt;/i&gt;. Contudo, quando o homossexualismo e os que o praticam aparecem no noticiário, há todo cuidado para que de forma alguma a palavra pedofilia seja mencionada, a fim que o público nunca consiga associar um com o outro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Para a imprensa liberal, o importante é que as pessoas sejam condicionadas a associar&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;o abuso sexual de meninosprincipalmente à Igreja Católica e, por extensão, aos valores cristãos, que ficarão injustamente na posição desagradável de serem vistos, direta ou indiretamente, como as causas do abuso sexual de crianças. Nessa exibição desonesta e desequilibrada dos fatos, o homossexualismo e seus praticantes — que são as verdadeiras causas do abuso sexual contra os meninos — escapam impunes, enquanto o Cristianismo e seus valores servem de bode expiatório para tudo o que o próprio homossexualismo vem fazendo contras os meninos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Entretanto, a imprensa jamais faria a esquerda de bode expiatório desse mesmo problema, a fim de atacar os valores esquerdistas e liberais. Aliás, esse problema é tratado como se não existisse entre indivíduos liberais e esquerdistas que não vivem de acordo com princípios morais e cristãos. Mas não é difícil imaginar a realidade. Se com alguns padres homossexuais, a Igreja Católica enfrenta casos de&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;violência sexual contra meninos, o que dizer então dos meios liberais, onde há números bem maiores de homossexuais? Por que não investigar&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;o sexo com meninos&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;onde há mais homossexualismo? Se num ambiente em que o homossexualismo é proibido há casos de&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;que são expostos, por que acobertar os ambientes onde o homossexualismo é livre? Nos meios liberais esquerdistas, a verdade ainda não saiu do armário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Se a&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;relação sexual entre homens e meninos&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;é tão condenável, por que a imprensa não revela o fato óbvio da ligação natural entre esse crime e o comportamento sexual mais protegido e afagado nos meios politicamente corretos? Não é a primeira vez que um problema ligado ao homossexualismo é acobertado pelos formadores de opinião pública. A crise da AIDS, por exemplo, é uma questão séria, porém a imprensa liberal colaborou docilmente com os ativistas gays que, anos atrás, iniciaram o trabalho sujo de realizar uma sistemática cirurgia cultural, política, legal e “científica”, desunindo artificialmente a AIDS de seu principal fator de propagação: os imorais e prejudiciais atos sexuais dos praticantes do homossexualismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Se o abuso sexual contra meninos merece medidas enérgicas de condenação e repressão, então por que a imprensa liberal insiste em se doer pelos ativistas gays que se queixam de que a Igreja Católica não abre espaço para aceitar e sancionar o homossexualismo? Por que os liberais não ajudam o clero católico em sua posição oficial de não ceder aos ativistas gays que querem a todo custo a aprovação oficial da ordenação de padres homossexuais? Sem tal ordenação oficial, o clero católico já enfrenta problemas pesados&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;por causa do homossexualismo.&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Não dá então nem para começar a imaginar o que aconteceria se o clero se submetesse às pressões liberais pró-homossexualismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h2 style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;color:black"&gt;As notícias de pedofilia na Igreja Católica são um alerta contra os perigos do homossexualismo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;As denúncias de abuso sexual dentro do clero católico são um poderoso alerta para a sociedade, imprensa e igrejas evangélicas do que o homossexualismo pode fazer com homens em posição de liderança. Se a presença homossexual representa grande ameaça para os meninos até em meios conservadores, o que dizer então dos meios menos conservadores, onde o homossexualismo continua insistentemente acobertado? O que dizer, por exemplo, dos ambientes em que pastores evangélicos e profissionais de psicologia apóiam os valores do movimento homossexual? Por isso, é preciso urgentemente abrir os olhos para o lado sombrio e bárbaro do comportamento homossexual. Afinal, se não há vontade social, individual, política e legal de enfrentar esse problema de frente, então por que desperdiçar o tempo atacando o crime de&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;sexo com meninos&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;mantendo suas causas escondidas no fundo do armário?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Se a&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;é um crime tão grave, por que a imprensa não toma a iniciativa de lançar uma campanha em massa contra o homossexualismo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Se o abuso sexual de meninos é de fato uma preocupação importante para o governo e para a mídia liberal, então por que quando se trata dessa questão o alvo invariavelmente é o clero católico, não os ativistas gays? Por que não fazer de alvo a indústria turística do Brasil, que recebe muita ajuda da indústria da prostituição, inclusive infantil? Não é possível contabilizar os números, mas é certo que o turismo é um negócio monumental e milionário no Brasil, envolvendo governo, empresas hoteleiras, etc. As denúncias de&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;contra a Igreja Católica a fazem parecer a própria fonte desse mal, enquanto escapam ilesos os ricos turistas homossexuais estrangeiros e os indivíduos envolvidos em grandes esquemas de acobertamento da sistemática pedofilia turística.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Por que a imprensa liberal não menciona que os casos de&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;na Igreja Católica estão ligados ao homossexualismo? Por que não menciona que a&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;é um problema grave em todos os segmentos sociais — sejam religiosos, profissionais, esportistas, etc. —&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;em que há presença forte de homens homossexuais&lt;/b&gt;? Por que, em suas notícias e comentários sobre padres estupradores de meninos, os jornalistas liberais não comentam sobre a necessidade de se eliminar a ameaça homossexual dentro da Igreja Católica?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Portanto, só um indivíduo moralmente cego não consegue enxergar manobras e discrepâncias na desesperada tentativa de proteger o homossexualismo dos estupradores de meninos. Tais manobras ficarão eternamente restritas às notícias envolvendo católicos? Nós evangélicos teremos isenção especial da imprensa? Até quando estaremos protegidos dos ataques preconceituosos e traiçoeiros da mídia liberal? Até quando?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h2 style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;color:black"&gt;O que os próprios ativistas gays dizem&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Nem todo praticante do homossexualismo é pederasta, mas a pederastia tem uma ligação fundamental com o homossexualismo. Aliás, a maior organização de pederastas do mundo é a NAMBLA (&lt;i&gt;North American Man-Boy Association&lt;/i&gt;, cuja tradução é Associação Norte Americana de Amor Entre Homens e Meninos). A NAMBLA é totalmente composta por membros homossexuais. Os próprios ativistas gays às vezes não conseguem esconder sua simpatia para com a pederastia — que eles preferem chamar simplesmente de amor entre homens e meninos. A seguir, o que eles mesmos estão dizendo sobre a questão:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; margin-left:36.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;“O amor entre homens e meninos é o alicerce do homossexualismo… Não devemos deixar que a imprensa e o governo nos seduzam e nos façam acreditar em informações erradas. O estupro de crianças realmente existe, mas há também as relações sexuais boas. E precisamos apoiar os homens e os meninos nesses relacionamentos”.[1]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; margin-left:36.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;“Pode ser que a pedofilia seja não um desvio sexual, mas uma orientação sexual. Isso nos leva a perguntar se os pedófilos podem ter direitos”.[2]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; margin-left:36.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;“Naqueles casos onde crianças têm relações sexuais com um irmão mais velho que é homossexual… minha opinião é que muitas vezes é a própria criança que deseja essa relação, e talvez a peça, por curiosidade natural… ou porque ela é homossexual e instintivamente sabe disso… Diferente de casos de meninas e mulheres estupradas à força e traumatizadas, a maioria dos gays tem boas memórias de seus primeiros encontros sexuais quando eram crianças”.[3]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; margin-left:36.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;“Os amantes de meninos e as lésbicas que têm amantes mais jovens são as únicas pessoas que estão se oferecendo para ajudar os jovens… Eles não são estupradores de crianças. Os estupradores de crianças são os padres, os professores, os terapeutas, os policiais e os pais que forçam os jovens, que estão sob sua responsabilidade, a aceitar sua moralidade fora de moda. Em vez de condenar os pedófilos por seu envolvimento com jovens gays e lésbicas, devíamos apoiá-los”.[4]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; margin-left:36.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;“Na minha opinião, a pederastia devia receber o selo de aprovação. Acho que é verdade que os amantes de meninos são muito melhores para as crianças do que os pais…”[5]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; margin-left:36.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;“Sexo entre jovens e adultos é uma das questões mais difíceis no movimento gay. Quando é que um jovem tem o direito e a autoridade de fazer suas próprias decisões sexuais? De que modo as leis contra sexo entre adultos e crianças são usadas especificamente para mirar os gays?”[6]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; margin-left:36.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;“Se eu fosse examinar o caso de um menino de&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;10&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;ou&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;11&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;anos que sente intensa atração por um homem de&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;20ou&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;30&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;anos, se o relacionamento é totalmente mútuo e o amor é totalmente mútuo, então eu não chamaria isso de doentio de forma alguma… Quando os ativistas gays começaram suas campanhas políticas, não havia suficientes informações científicas com que basear sua luta para promover os direitos gays. Mas não se precisa de informações cientificas essenciais a fim de se trabalhar ativamente para promover uma ideologia específica, enquanto se está preparado para ir para a cadeia. Não é desse jeito realmente que sempre ocorrem as mudanças sociais?”[7]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; margin-left:36.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;“Nos casos de consentimento mútuo e atração sexual mútua, a própria atividade sexual [entre homens e meninos] parece não produzir nenhum efeito danoso. Espera-se que isso possa tranqüilizar os pais e ajudá-los a evitar preocupações e desilusões desnecessárias”.[8]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; margin-left:36.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;“Até o momento as crianças estão aprendendo mentiras destrutivas sobre o sexo. Elas são ensinadas que antes de alcançarem a maioridade… qualquer expressão sexual delas equivale a um ato criminoso. Podemos nos orgulhar de que o movimento&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;gay&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;abriga em seu meio indivíduos que têm tido a coragem de declarar publicamente que as crianças têm uma natureza sexual e que elas merecem o direito de se expressar sexualmente com quem quiserem… Contudo, nem sempre podemos nos orgulhar do modo como a sociedade trata nossos profetas… Precisamos dar atenção aos nossos profetas. Em vez de ficarmos com medo de nos considerarem pedófilos, devemos ter orgulho de proclamar que o sexo é bom, inclusive a sexualidade das crianças… Embora vivamos cercados de moralistas religiosos que pregam destrutivas regras contra o sexo, é nosso dever não ter vergonha de quebrar essas regras e demonstrar que somos leais a um conceito mais elevado de amor. Temos de fazer isso por amor às crianças”.[9]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Além do testemunho dos próprios ativistas gays, há informações importantes de outras fontes. No documento&lt;i&gt;Homosexuality and Child Sexual Abuse&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;(Homossexualidade e Abuso Sexual Infantil), o autor Dr. Timothy J. Dailey revela:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul type="disc"&gt;  &lt;li class="MsoNormal" style="color:black;mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:      auto;text-align:justify;mso-list:l2 level1 lfo1;tab-stops:list 36.0pt"&gt;Um      terço de todos os crimes sexuais contra crianças são cometidos contra      meninos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;ul type="disc"&gt;  &lt;li class="MsoNormal" style="color:black;mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:      auto;text-align:justify;mso-list:l0 level1 lfo2;tab-stops:list 36.0pt"&gt;Os      homossexuais compõem somente&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;1&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;a&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;3&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;por cento de toda a população.      Esses&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;1&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;a&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;3&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;por cento da população são      responsáveis por um terço de todos os crimes contra as crianças.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;ul type="disc"&gt;  &lt;li class="MsoNormal" style="color:black;mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:      auto;text-align:justify;mso-list:l1 level1 lfo3;tab-stops:list 36.0pt"&gt;No&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Gay Report&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;(Relatório Gay), elaborado pelos      pesquisadores homossexuais&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Karla      Jay e Allen Young, os autores informam dados que mostram que&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;73&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;por cento dos homossexuais      entrevistados na pesquisa haviam em algum momento de suas vidas tido sexo      com rapazes de dezesseis a dezenove anos ou mais novos.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;[10]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h2 style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;color:black"&gt;Condenando as verdadeiras causas do abuso sexual contra meninos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;A condenação à&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;é certa e deveria ser contínua e firme, porém a condenação à&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;praticamente restringe-se à família e à Igreja Católica, como se essas duas instituições fossem as causas do comportamento de homens que têm relações sexuais com meninos. A condenação à&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;no meio da Igreja Católica tem sido um instrumento para questionar também as posições morais cristãs conservadoras. O discurso contra a&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;tem sido habilmente usado para sufocar e envergonhar a Igreja Católica em sua posição em questões como aborto e homossexualismo, a fim de denegrir sua postura moral.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Contudo, quem já pensou em utilizar a&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;para “denegrir” o homossexualismo? Embora haja uma ligação natural entre essas duas condutas, seríamos tratados impiedosamente se tentássemos mostrar a&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;entre os homossexuais do jeito que a imprensa mostra a&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;entre alguns padres.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Se a imprensa quer ajudar, a verdade deve ser dita — a verdade precisa sair do armário. Os padres, turistas, jornalistas, médicos, pediatras, pastores, psicólogos, professores, artistas e outros profissionais envolvidossexualmente com meninos&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;devem ser punidos por seus crimes homossexuais e o homossexualismo precisa ser colocado na merecida categoria de fator de risco para abuso sexual de meninos. A própria Igreja Católica precisa fazer muito mais para punir os homossexuais pederastas em seu clero — até mesmo entregando-os às autoridades civis. O governo precisa garantir penas maiores e mais duras contra esse tipo de crime — até mesmo pena capital. A imprensa, as escolas e o governo precisam apoiar e encorajar a oposição ao homossexualismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;O que deveria ser feito é atacar o homossexualismo entre padres, pois casos de&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;na Igreja Católica ou qualquer outro lugar têm causa comum. Mas a apresentação de casos de violência sexual contra meninos na mídia tem desvinculado de tal forma a&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;dos homossexuais e do homossexualismo — vinculando-a em vez disso aos valores morais conservadores — que tal propaganda poderá efetuar uma lavagem cerebral no público, levando-o a questionar: “Como é que os padres condenam algo bom (o homossexualismo), mas praticam algo tão pervertido (sexo com meninos)?”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h2 style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;color:black"&gt;Pedofilia politicamente correta&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;A Igreja Católica possui valores morais detestáveis para a elite liberal de hoje. Apenas dois desses valores são a oposição bíblica ao homossexualismo e ao aborto. Assim, toda vez que surge flagrante de padre pederasta, a imprensa esquerdista aproveita para atacar “indiretamente” esses valores, destacando nitidamente a pedofilia dos padres — uma pedofilia deliberadamente castrada, uma pedofilia politicamente correta, onde sexo entre homem e menino é completamente divorciado de suas óbvias raízes homossexuais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Contudo, com católicos progressistas como “Frei” Betto e Leonardo Boff, a imprensa esquerdista é muito mais generosa, não permitindo que nenhum tipo de problema moral seja manipulado desfavoravelmente contra eles. Apederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;então, quando abordada na questão católica, é uma poderosa arma política devidamente utilizada para ajudar a silenciar a voz dos católicos conservadores. Os progressistas são convenientemente protegidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;No entanto, é de estranhar que a mídia respeite mais o homossexualismo do que respeita os católicos, pois em todos os casos mundiais envolvendo sexo entre homens e meninos o problema maior não é a Igreja Católica nem sua postura tradicional contra o homossexualismo. Mesmo em países e lugares onde não há católicos, há casos de sexo entre homens e meninos.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Se a&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;estivesse ligada exclusivamente ao celibato dos padres, não veríamos casos de médicos, advogados, professores, psicólogos e até pastores&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;casados&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;estuprando meninos.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Em todas essas situações, o único e exclusivo culpado não é a Igreja Católica, mas o homossexualismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Se a elite liberal não fosse cega a essa óbvia realidade, não haveria apoio a Paradas do Orgulho Gay, não haveria simpatia às reivindicações dos ativistas gays e não haveria, entre alguns evangélicos, abertura para a ordenação ou tolerância dos praticantes do homossexualismo em posição de liderança nas igrejas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Mas a questão envolve muito mais do que só cegueira moral. Como é que a imprensa liberal, onde há reconhecidamente grande número de integrantes homossexuais, terá desejo de falar a verdade acerca do homossexualismo? Embora sejam completamente falsos e enganadores os dados estatísticos alegando que&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;10% da população brasileira são homossexuais, não se pode dizer a mesma verdade sobre os meios de comunicação,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;onde&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;10% deve ser pouco. Na questão homossexual, há segredos dos liberais que ainda não saíram de seus lábios — nem do armário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;A&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia, na mente da mídia esquerdista, nada tem a ver com homossexualismo ou católicos progressistas.Pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;tem tudo a ver com o conservadorismo católico que crê que o homossexualismo e outros conceitos politicamente corretos são errados. A solução implícita então é eliminar o problema…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h2 style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;color:black"&gt;Propaganda mentirosa: negando o inegável&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Muitos anarquistas sociais, inclusive os ativistas gays e as feministas, odeiam a estrutura tradicional da família e das igrejas cristãs. E eles sabem que a acusação de pedofilia é pesada o suficiente para atrair o apoio do público para proteger as crianças e atacar as causas. Embora a&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;tenha uma ligação clara, natural e inegável com a homossexualidade, o que se vê na mídia é&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;dentro das igrejas,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;dentro das famílias, mas&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;jamais&lt;/i&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;dentro do homossexualismo, num esforço flagrante de negar o inegável. É como se&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;tivesse tudo a ver com igrejas e famílias, mas nada a ver com homossexualismo. De onde está vindo essa imagem deturpada da realidade? Dos meios de comunicação — os mesmos meios de comunicação que dão cobertura positiva e favoritismo para as marchas gays e outros eventos que favorecem o homossexualismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Tal esforço para desviar a atenção do público das ligações do homossexualismo não se chama jornalismo objetivo e imparcial, muito menos preocupação para combater o preconceito e promover a&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;tolerância, pois na hora de atacar apederastia, a família e as igrejas jamais são poupadas. Esse esforço se chama propaganda. E a propaganda tem o poder de transformar a mentira em verdade e a verdade em mentira, pelo menos por algum tempo.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Joseph Goebbels, chefe de propaganda do governo nazista, afirmou: “A essência da propaganda é ganhar as pessoas para uma idéia de forma tão sincera, com tal vitalidade, que, no final, elas sucumbam a essa idéia completamente, de modo que nunca mais escapem dela”.[10] E o próprio Hitler disse: “Diga mentiras grandes; diga-as de forma simples, repita-as constantemente, tantas vezes quantas você puder, até que as pessoas comecem a acreditar no que você está dizendo”.[11]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Temo que se por preconceito religioso nós evangélicos nos alegrarmos com os ataques da imprensa contra a Igreja Católica&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;nessa questão&lt;/i&gt;, poderemos criar condições para que a imprensa possa efetuar muitos outros ataques contra outros cristãos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Devemos ficar sempre desconfiados e alertas quanto à mídia liberal. Precisamos ser cuidadosos e não fazer pouco caso do que está acontecendo com os católicos. Se os liberais conseguem, numa astúcia de serpente traiçoeira, jogar a culpa dos crimes do homossexualismo sobre a Igreja Católica a fim de desmoralizar os valores cristãos e desviar a atenção da ligação óbvia entre&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;e homossexualismo, devemos nos preocupar que cedo ou tarde eles possam usar estratégias igualmente diabólicas contra as igrejas evangélicas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Contudo, quando a pederastia não mais puder ser desunida de sua óbvia ligação ao homossexualismo e se a repressão aos crimes de&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;pederastia&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;ameaçar colocar em risco a sobrevivência política e legal do homossexualismo e sua confortável posição social hoje, os ativistas gays tentarão trabalhar a suavização das questões de sexo com meninos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Os homossexuais só estão saindo do armário hoje porque o terreno foi, durante muitos anos, devidamente preparado para que os homens pudessem assumir sua homossexualidade sem sofrerem condenação pública. É de temer que quando a pederastia finalmente sair do armário de sua ligação com o homossexualismo, o terreno também já estará devidamente preparado para que não mais haja condenação para os homossexuais que “amam” meninos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Ninguém esperava que chegaria um tempo em que o homossexualismo seria aceito na sociedade, mas chegou. Se o tempo da pederastia também chegar, então os padres (ou professores, psicólogos, turistas, pediatras, etc.) pederastas serão publicamente elogiados e recompensados — com direito a indenizações, cotas, proteção especial e liberdade de beijar meninos em restaurantes e parques — pelos anos em que sofreram discriminação, humilhações, ódio e intolerância por causa de seu “amor” para com meninos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Julio Severo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="color:black"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black"&gt;é autor do livro&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;O Movimento Homossexual&lt;/i&gt;, publicado pela Editora Betânia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;&lt;a href="http://www.juliosevero.com/"&gt;&lt;span style="color:#DE7008;text-decoration: none;text-underline:none"&gt;www.juliosevero.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;&lt;a href="http://www.juliosevero.com.br/"&gt;&lt;span style="color:#DE7008;text-decoration: none;text-underline:none"&gt;www.juliosevero.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color:black;mso-ansi-language: EN-US"&gt;Notas:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color:black;mso-ansi-language: EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:6.0pt;color:black;mso-ansi-language: EN-US"&gt;[1] Unnamed author in "Point of View:&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;No Place for Homo-Homophobia."&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:city st="on"&gt;&lt;st1:place st="on"&gt;San   Francisco&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:city&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;[homosexual newspaper],&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;March&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;26,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;1992.&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.5pt;mso-bidi-font-size:6.5pt;color:black; mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:6.0pt;color:black;mso-ansi-language: EN-US"&gt;[2]&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Behavior Today&lt;/i&gt;,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;December&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;5,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;1988, page&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;5.&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.5pt;mso-bidi-font-size:6.5pt;color:black;mso-ansi-language: EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:6.0pt;color:black;mso-ansi-language: EN-US"&gt;[3] Larry Kramer, writer and founder of the AIDS Coalition to Unleash Power (ACT-UP), in&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Reports from the Holocaust&lt;/i&gt;,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:state st="on"&gt;New York&lt;/st1:state&gt;:&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:place st="on"&gt;St. Martin&lt;/st1:place&gt;'s Press,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;1991.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;This quote was downloaded from the Web site of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA) at http://www.nambla.org on&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;April&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;15,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;1998.&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.5pt;mso-bidi-font-size:6.5pt;color:black; mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:6.0pt;color:black;mso-ansi-language: EN-US"&gt;[4] Pat Califia, lesbian author and activist,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;The Advocate&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;[‘mainstream’ homosexual magazine], October,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;1980.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;This quote was downloaded from the Web site of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA) at http://www.nambla.org on&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;April&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;15,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;1998, under the section entitled “What People Are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love.”&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.5pt;mso-bidi-font-size:6.5pt; color:black;mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:6.0pt;color:black;mso-ansi-language: EN-US"&gt;[5] Convicted pedophile and NAMBLA [North American Man-Boy Love Association] member David Thorstad, quoted in Joseph Sobran.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;“The Moderate Radical.”&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Human Life Review&lt;/i&gt;, Summer&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;1983, pages&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;59&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;and&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;60.&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.5pt;mso-bidi-font-size:6.5pt;color:black;mso-ansi-language: EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:6.0pt;color:black;mso-ansi-language: EN-US"&gt;[6] John Preston, quoted in&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;The Big Gay Book:&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;A Man's Survival Guide for the '90s&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;(New York: Plume,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;1991).&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;This quote was downloaded from the Web site of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA) at http://www.nambla.org on&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;April&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;15,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;1998, under the section entitled “What People Are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love.”&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.5pt;mso-bidi-font-size:6.5pt; color:black;mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:6.0pt;color:black;mso-ansi-language: EN-US"&gt;[7] John Money, Ph.D., retired professor of medical psychology and pediatrics at&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:place st="on"&gt;&lt;st1:placename st="on"&gt;Johns&lt;/st1:placename&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:placename st="on"&gt;Hopkins&lt;/st1:placename&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:placetype st="on"&gt;University&lt;/st1:placetype&gt;&lt;/st1:place&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;and Hospital.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Quoted in “Interview:&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;John Money.”&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Paidika:&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;The Journal of Paedophilia&lt;/i&gt;, The Netherlands,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;2(7), [Spring&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;1991] pages&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;5&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;to&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;9.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;This quote was downloaded from the Web site of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA) at http://www.nambla.org on&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;April&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;15,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;1998, under the section entitled “What People Are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love.”&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.5pt;mso-bidi-font-size:6.5pt; color:black;mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:6.0pt;color:black;mso-ansi-language: EN-US"&gt;[8] Dr. Preben Hertoft,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;st1:city st="on"&gt;&lt;st1:place st="on"&gt;Copenhagen&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:city&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;‘sexologist.’&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;“Introduction:&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Paedophiles Don't Hurt Children.”&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Crime Without Victims&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;(Amsterdam:&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Global Academic Publishers,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;1993).This quote was downloaded from the Web site of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA) at http://www.nambla.org on&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;April&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;15,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;1998, under the section entitled “What People Are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love.”&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.5pt;mso-bidi-font-size:6.5pt; color:black;mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:6.0pt;color:black;mso-ansi-language: EN-US"&gt;[9] Adaptado de: Frank V. York &amp;amp; Robert H. Knight,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Homosexual Activists Work to Lower the Age of Sexual Consent&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;[documento] (Family Research Council: Washington, DC,1999), p.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;4.&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.5pt;mso-bidi-font-size:6.5pt;color:black;mso-ansi-language: EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:6.0pt;color:black;mso-ansi-language: EN-US"&gt;[10]&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:6.0pt;color:black"&gt;&lt;a href="http://www.frc.org/get.cfm?i=IS02E3"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color:#DE7008; mso-ansi-language:EN-US;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;http://www.frc.org/get.cfm?i=IS02E3&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.5pt;mso-bidi-font-size:6.5pt;color:black; mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:6.0pt;color:black;mso-ansi-language: EN-US"&gt;[11]&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:6.0pt;color:black"&gt;&lt;a href="http://www.beth-shalom.com.br/artigos/solucaofinal.shtml"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color:#DE7008;mso-ansi-language:EN-US;text-decoration:none; text-underline:none"&gt;http://www.beth-shalom.com.br/artigos/solucaofinal.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.5pt;mso-bidi-font-size:6.5pt;color:black; mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:6.0pt;color:black;mso-ansi-language: EN-US"&gt;[12]&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:6.0pt;color:black"&gt;&lt;a href="http://www.beth-shalom.com.br/artigos/solucaofinal.shtml"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color:#DE7008;mso-ansi-language:EN-US;text-decoration:none; text-underline:none"&gt;http://www.beth-shalom.com.br/artigos/solucaofinal.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:10.5pt;mso-bidi-font-size:6.5pt;color:black; mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 21px;"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 21px;"&gt;QSS&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-2877164512835677624?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://verd.in/63kv' title='Padres, pedofilia e homossexualismo: a verdade que ainda não saiu do armário'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/2877164512835677624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/05/padres-pedofilia-e-homossexualismo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/2877164512835677624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/2877164512835677624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/05/padres-pedofilia-e-homossexualismo.html' title='Padres, pedofilia e homossexualismo: a verdade que ainda não saiu do armário'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-2680927208721443098</id><published>2011-05-12T10:09:00.000-03:00</published><updated>2011-05-13T17:20:12.952-03:00</updated><title type='text'>Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Prática homossexual torna-se cada vez mais garantia contra impunidade e descaso policial&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Julio Severo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Um morto na rua. A polícia cumpriu o seu dever de fazer suas averiguações do crime e comunica o caso ao delegado, que pergunta: “A vítima era gay?”&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Quando a resposta é negativa, o delegado diz: “Joguem então esse caso nas estatísticas dos mais de 50 mil brasileiros assassinados todos os anos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Não é que a polícia seja amante da impunidade. Com dezenas de milhares de assassinatos ocorrendo, fica difícil para poucos policiais mal pagos e mal treinados resolverem tantos crimes. Tudo o que lhes resta é cuidar dos casos que recebem holofotes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Em 2007, o menino Gabriel Kuhn, de 12 anos, foi estuprado e esquartejado ainda vivo, morrendo de hemorragia depois que suas duas pernas foram arrancadas a golpes de serra, mas o caso nunca ganhou fama na grande imprensa. Um crime comum — estupro, esquartejamento e assassinato de um menino — não atrai tanto a atenção da mídia quanto o caso de um gay que sofre uma agressão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;A moda é, por causa da pressão do movimento homolátrico, tirar da nuvem negra do descaso somente incidentes onde homossexuais sofrem arranhões, agressões e assassinatos — ou até mesmo, como muitas vezes ocorre, aqueles que simplesmente se sentiram ofendidos. O PLC 122/06, por exemplo, pune o autor de uma simples “ofensa” contra a prática homossexual com uma pena tão pesada quanto leva um estuprador de crianças.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Na classificação dos crimes, a prática homossexual dá a uma vítima o direito de não ser tratada com a mesma indiferença com que são tratadas todas as outras vítimas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;A impunidade que afeta crimes contra bebês, meninos, meninas, rapazes, moças, homens e mulheres está perdendo sua força quando a vítima é viciada naqueles impudicos atos privilegiados, pois legisladores, jornalistas e grupos de direitos humanos colocaram os praticantes do homossexualismo na categoria de indivíduos que merecem atenção VIP.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Se você é homossexual, há agora as delegacias especializadas de “direitos humanos”, onde você terá atendimento personalizado. Há o disque-denúncia gay, para você usar e abusar, denunciando como “homofóbico” até o cão do vizinho que incomoda com seus incessantes latidos. Se você não é gay, você terá de se juntar ao povão e entrar na fila do atendimento público. Afinal, o perfil dos gays é economicamente mais elevado e essa classe endinheirada não pode se misturar com as pessoas comuns. Uma mistura só ocorre quando o gay ricão vai atrás de um rapaz ou menino pobretão para oferecer presentes em troca “daquilo”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Contudo, os homossexuais não são os alvos preferenciais de assassinatos. Se fossem, haveria dezenas de milhares deles perdendo a vida todos os anos. Quem está perdendo a vida aos milhares são os brasileiros comuns que, de &lt;st1:metricconverter productid="1980 a" st="on"&gt;1980 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 2005, sofreram o astronômico e assombroso número de aproximadamente 800 mil assassinatos. Então você pergunta: “Mas como é que nunca ouvi falar disso?” Simples: eles não eram gays.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Nesse mesmo período de 25 anos, 2.511 homossexuais foram assassinados, de acordo com informações do próprio Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott. Esse pequeno número pode incluir também episódios onde a causa do crime é a paixão irracional de um amante da vítima. Além disso, é supervalorizada e supermaquiada a morte de homossexuais que frequentam, às 2h da madrugada, ambientes de drogas, prostituição e criminalidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Embora as vítimas homossexuais não cheguem nem a 1% dos 800 mil brasileiros assassinados, elas se tornaram a estrela principal do “show”. É como se os homossexuais é que somassem 800 mil vítimas, e todos os outros brasileiros não passassem de 2 mil assassinados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Por ano, são assassinados 122 homossexuais, ou &lt;st1:metricconverter productid="1 a" st="on"&gt;1 a&lt;/st1:metricconverter&gt; cada três dias, conforme alegação do sr. Luiz Mott. Em contraste marcante, por ano são assassinados 50 mil brasileiros, &lt;st1:metricconverter productid="414 a" st="on"&gt;414 a&lt;/st1:metricconverter&gt; cada três dias, ou 138 por dia. Isso significa que o número de brasileiros mortos por dia é maior do que o número total de homossexuais mortos por ano, indicando, nas&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://juliosevero.blogspot.com/2009/07/genocidio-homossexual-ou-heterofobia.html"&gt;&lt;span style="color:#DE7008"&gt;palavras&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;de Solano Portela, que “a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;A maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, conforme Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, que declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (&lt;i&gt;Tribuna de Minas&lt;/i&gt;, 09/03/2007, p. 3.)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Não se sabe o motivo por que travestis e outros homossexuais, que escolhem ambientes de criminalidade e prostituição, não sofrem uma proporção muito maior de assassinatos. Será que a bandidagem agora tem também medo de ser acusada de “homofóbica”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Certas atitudes do homossexual perturbado (por homossexual queremos dizer o homem que dá ou recebe o pênis no ânus) passaram a fazer parte integral da propaganda que trata como “homocausto” (holocausto de homossexuais) os 122 homossexuais assassinados todos os anos no Brasil. Esse homocausto na verdade soma uma proporção baixíssima que entra em choque com o quadro imenso de todos os outros brasileiros assassinados. Mas a realidade maior é vencida pela realidade pequena à custa daquelas atitudes típicas de gay espalhafatoso, como mentiras, intrigas, estardalhaços e fofocas, sofisticamente mascarados em linguagem de propaganda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Com a pressão e opressão da Gaystapo na mídia, que chance tem a vasta maioria das vítimas (que são tratadas como cidadãos de quinta categoria) diante das “vítimas de primeira classe”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;A agenda da homolatrina joga a verdade no chão e exalta a homolatria acima de toda e qualquer estatística e realidade social, ganhando no puro estardalhaço.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;No entanto, se os homossexuais são realmente 10% da população brasileira, conforme alegam os grupos gays do Brasil, onde estão então os 80 mil homossexuais mortos no período de 25 anos? Se eles são apenas 5%, então onde estão os 40 mil homossexuais mortos? Se eles são apenas 1%, onde estão os 8 mil mortos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Com todos os holofotes da mídia no pequeno número de vítimas homossexuais, a impunidade só tende a aumentar para todos os brasileiros, pois mais atenção e policiamento para homossexuais significa menos atenção e policiamento para todos os cidadãos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Os crimes agora só ficarão protegidos de impunidade conforme a homolatria da vítima. O agredido é gay? O culpado será condenado e preso, sem chance de escapar. A vítima não é gay? Então a polícia está ocupada demais para investigar, dando ao culpado a chance de suspirar de alívio. É a ideologização e idiotização do sistema de punição. É a homolatria privilegiando quem presta culto ao ânus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Quer que um caso de agressão ou assassinato em sua localidade receba atenção da imprensa, dos políticos e da polícia? Numa sociedade mergulhada na homolatrina, só lhe resta alegar que a vítima é gay. No incidente do menino Gabriel Kuhn, que foi estuprado e esquartejado, o caso dele seria lembrado regularmente em todos os canais de TV e no próprio Congresso Nacional — se o esquartejador não fosse homossexual. E há milhares de outros casos de meninos estuprados que não viram notícia na tela da TV Globo ou da TV Record, porque o estuprador é homossexual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Quando a vítima é homossexual, holofotes. A “causa” do crime é a “homofobia” e ponto final. Cada caso de “homofobia” se torna motivo para campanhas espalhafatosas em favor de leis para proteger depravados de primeira categoria como se fossem vítimas de primeira classe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Quando o criminoso é homossexual, manipulação, falsificação e ocultamento, protegendo a prática homossexual de toda desonra. A “causa” do crime é um mistério! A culpa é jogada em tudo e em todos, menos na chamada “orientação sexual”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;A agenda da homolatrina garante atenção VIP para vítimas homossexuais e impunidade para homossexuais que cometem insanidades. Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual brasileiro, é acusado de&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://juliosevero.blogspot.com/2007/08/luiz-mott-pedofilia-j.html"&gt;&lt;span style="color:#DE7008"&gt;defender a pedofilia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, enquanto o homossexual Denílson Lopes, professor universitário, tem&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://juliosevero.blogspot.com/2007/07/pedofilia-e-homossexualismo.html"&gt;&lt;span style="color:#DE7008"&gt;descaradamente defendido&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;o sexo com crianças. Além disso, um filme brasileiro&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://juliosevero.blogspot.com/2009/12/o-dia-em-que-o-sexo-entre-homens-e.html"&gt;&lt;span style="color:#DE7008"&gt;promoveu&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;abertamente o sexo homossexual entre meninos. Em cada um desses casos, as autoridades jamais tomaram qualquer medida. Contudo, se um pastor ou padre dissesse apenas 10% do que Mott e Lopes disseram sobre sexo com crianças, já estariam — e com muita justiça — presos e completamente desmoralizados com denúncias jornalísticas desde a revista&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Veja&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;até a Rede Globo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Na violência generalizada que assola a todos no Brasil, a homolatria agora faz toda a diferença na hora de decidir quais vítimas recebem tratamento de estrela de cinema e quais perpetradores obtêm impunidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="text-align:right"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; *** *** ***&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;QSS&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-2680927208721443098?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://juliosevero.blogspot.com/2010/11/homolatria-as-vitimas-vip-da-violencia.html' title='Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/2680927208721443098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/05/homolatria-as-vitimas-vip-da-violencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/2680927208721443098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/2680927208721443098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/05/homolatria-as-vitimas-vip-da-violencia.html' title='Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-7613140720301347055</id><published>2011-05-11T19:21:00.000-03:00</published><updated>2011-05-13T17:20:13.098-03:00</updated><title type='text'>União estável, homossexualidade e a dança dos princípios</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px; "&gt;A recente votação pelo supremo tribunal federal de ADIn e ADPF em que se pleiteava a aplicação do instituto civil da união estável para convivências homossexuais, fez desfilar na sessão plenária um característico uso hodierno dos princípios gerais de direito. O estranho manejo atual desses princípios, junto à estrutura conceitual dos assim chamados direitos humanos, é fenômeno inicialmente interessante, mas perde todo o glamour depois que alguém ousa olhar de fora o fundo e as conseqüências dos empolados discursos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;O que se pode constatar sem maiores esforços é que princípios tão caros ao pensamento jurídico, hoje, se prestam a qualquer coisa. São usados para justificar qualquer tese, principalmente aquelas que estejam na última moda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Com um pouco de habilidade e engenho se pode lançar mão dos mesmos “princípios” e dos “direitos humanos” para defender com igual verossimilhança posições diametralmente opostas, ou presta-los a qualquer vileza, como sinalizou Villey em sua costumeira e desconcertante sinceridade:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:126.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:14.0pt"&gt;“Para que sejam direitos de todos os homens, são codificados os direitos das mulheres, das pessoas idosas, das crianças, dos homossexuais, dos pedestres, dos motociclistas. Cada um deles fracionado em seus componentes: assim do direito do homem ao lazer, os americanos tiraram um poético “direito ao sol” (direito de cada um e de cada uma a se bronzear em alguma praia da Flórida). Acrescentemo-lhe o direito à neve.” (VILLEY, Michel. O direito e os direitos humanos. Martins Fontes: São Paulo, 2007. p. 07).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Infelizmente a balbúrdia fomentada pela antimetafísica filosofia moderna e seu relativismo a tira-colo, tratou de desconstruir o conteúdo objetivo dos princípios, fazendo deles um joguete do pedantismo politicamente correto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Não mais se busca na ordem natural o direito... simplesmente se lhe fabrica a bel prazer. Não são colhidos os direitos na própria vida, são delineados por pressupostos ideológicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Não se reconhecendo mais as bases metafísicas da filosofia prática que orientam a moral e o direito, não se conhece o justo – pelo menos não o justo que “por justiça” mereça esse nome... se quer pouco disfarçadamente inventa-lo... restou claro, na sessão plenária, que o justo não é mais a ordem e proporção reconhecida numa relação sob vista metafísica, mas, lastimavelmente, o que se “ajusta” à &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;forma mentis&lt;/i&gt; de um conjunto engrenado de militâncias&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Ocorre que, se a moral, a política e o direito não têm na própria natureza das coisas as diretrizes de seu proceder, de nada adiantará artificiar barreiras, simplesmente tudo será justificável e ao final permitido. Não adianta tentar colocar limites no relativismo, pois eles serão muito coerentemente considerados limites “relativos” no porvir, abandonados e descumpridos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;E se há um rol de atos contrários à ordem e ao direito natural, a prática homossexual se inclui nele como fato típico. É bom repetir: isso, tratando-se de direito natural clássico que parte da observação da realidade... não dos “direitos humanos” &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;made in&lt;/i&gt; &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;fantasy island&lt;/i&gt;, que partem dos ideólogos/engenheiros sociais/representantes &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;ad hoc&lt;/i&gt; da vontade do povo e que tentam fazer a realidade se amoldar às suas perspectivas idealísticas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Na votação do STF, em meio as brumas de citações desajustadas esqueceram-se do mais fundamental: a prática homossexual é de algum modo correta?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Sim, eu sei que a pergunta parece estranha... afinal cada um “faz o que quer em sua vida privada”, não é o que dizem? De qualquer maneira, não foi essa a pergunta...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;É que a maioria dos princípios jurídicos, usados em plenário, necessita da valoração prévia da prática analisada, a fim de serem convenientemente aplicados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Por exemplo: o denominado princípio da liberdade... só se pode arvora-lo quanto a atos moralmente ordenados... não faz sentido simplesmente apresentar a liberdade como um bem “fim”, fazendo com que ela dê guarida, por exemplo, a estelionatos ou roubos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Princípio da dignidade da pessoa humana: poder-se-ia exigir do Estado o direito a sessões públicas de masoquismo com base nele? Aliás, é o princípio mais suscetível a caprichos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Princípio da igualdade (no sentido material): seria razoável reclama-lo para um cego que quer cota em concurso para motorista? Ou no salário de pessoas com diferentes jornadas? A união heterossexual se restringe ao afeto? para se lhe igualar outras uniões que sejam afetuosas? (é... o romantismo alemão mostrando as garras e no STF).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Alguém poderia retarguir: mas a união homoafetiva não prejudica a terceiros... Ainda que esta seja uma afirmação temerária e não comprovada (se o ato não é exclusivamente individual e interno, ele direta ou indiretamente – é provável - repercute em algum terceiro), o fato é que se a união em si, pode não ter maiores conseqüências &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;ad alterum&lt;/i&gt;, um seu reconhecimento pelo Estado como entidade familiar, as terá muito provavelmente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Mas o que insta focar de início é que, por primeiro se deve reconhecer na própria essência do objeto/conduta avaliada sua qualificação ética, sua legitimidade ou ilegitimidade, para depois inseri-lo no direito a partir dos princípios, sopesando o quanto tais princípios o afetam, encontrando enfim seu lugar no ordenamento jurídico como instituto ou prerrogativa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Mas é preciso insistir que sem um julgamento moral antecedente (explícito ou não) os princípios jurídicos não podem cumprir seu papel estruturador da ciência do direito, são ocos e nominais, úteis apenas para disfarçar o teor arbitrário das decisões maturadas pela mera tendência da moda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Ou a lei positiva se coaduna com a lei moral natural, e o direito a viger ao &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;jus naturale&lt;/i&gt;, ou sem saída lógica se incide no voluntarismo inconseqüente, não há terceira via... as categoria são exaustivas, como o sim (sim, há regras objetivas do agir) e o não.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;A questão principal foi assepticamente olvidada no julgamento – a prática homossexual é ação boa ou má? acertada ou errada? daí poderíamos saber se uma chancela estatal para tal união contribuiria ou prejudicaria a vivência da “dignidade da pessoa humana”, para a sociedade e mesmo para os homossexuais. Pois se um ato é mau e desordenado, não pode ser albergado pelo direito, se um ato é disforme da lei natural ou ele é atacado pelo direito, ou meramente tolerado por questão de política jurídica. Assim, se a vivência homossexual for reconhecidamente errática, mesmo que tais uniões não prejudiquem a terceiros, elas deverão ser – toleradas – mas não guarnecidas como entidade familiar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;II – O ato sexual&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;A atividade sexual é provedora biológica da vida humana e, por conseguinte, da perpetuação da espécie.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Esse “mecanismo” que sustenta naturalmente a geração de um novo ser humano (ser irrepetível e pessoal), é, pois de inestimável valor. O sexo e a vida estão intimamente ligados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Tendo em vista essas considerações, o trato a se dar ao sexo deve ser deveras respeitoso – a própria natureza indica sua importância - não devendo se admitir a banalização ou descriteriorização da conduta sexual (não deve ser feito, pois, de qualquer maneira, a qualquer lugar, com qualquer um, a qualquer momento).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Conforme Paul Medeiros Krause recolhendo lições do jusnaturalismo aristotélico-tomista&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; margin-left:126.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:14.0pt"&gt;“Há ilícitos que são particularmente graves por corromperem não apenas a razão, mas a própria natureza. Explicando melhor: o ato cometido pelo adúltero é ‘natural’. A atração pelo sexo oposto corresponde a um instinto inato do ser humano. A ilicitude do adultério não está no ato em si, mas decorre da qualidade da pessoa com a qual é realizado o ato sexual: alguém que não é o cônjuge. Sendo o homem dotado de racionalidade, e não somente de instinto, cumpre-lhe domar o instinto quando contrário à razão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; margin-left:126.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:14.0pt"&gt;No caso, porém, da união entre duas pessoas do mesmo sexo, é o próprio ato que, em si mesmo, é contrário à natureza. O organismo masculino não existe para unir-se ao de outro homem nem o organismo feminino para unir-se ao de outra mulher. Que o digam os mecanismos de reprodução da espécie!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; margin-left:126.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:14.0pt"&gt;São Tomás de Aquino advertia sobre a maior gravidade dos delitos contra a natureza em relação aos delitos contra a razão. Como os princípios da razão fundam-se sobre os princípios da natureza, a corrupção da natureza é a pior de todas as corrupções.” (Retirado de: http:// jus.uol.com.br/revista/texto/8274/da-inadmissibilidade-juridica-da-uniao-civil-de-homossexuais).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;O ato homossexual constitui per si uma deturpação do ato sexual, pois o desvincula necessariamente de seus elementos teleológicos constitutivos, isso porque, são duas as suas principais finalidades: a complementaridade conjugal e a procriação (e consequente dever de educação da prole).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Quanto a essas finalidades vislumbráveis na ordem natural, assim se expressa o padre Luiz Carlos Lodi da Cruz:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:126.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:14.0pt"&gt;“Por natureza, homem e mulher são diferentes e complementares. O que falta no homem, sobeja na mulher e vice-versa. Daí sua atração mútua e a tendência de formar uma união estável e perpétua, apta à procriação e à educação da prole” (&lt;a href="http://www.providanapolis.org.br/"&gt;www.providanapolis.org.br&lt;/a&gt;).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;E ainda: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:126.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:14.0pt"&gt;“Parece que estou falando o óbvio, mas é &lt;u&gt;natural&lt;/u&gt; que a união sexual, se houver, haja entre um homem e uma mulher. Falar em sexo só tem sentido se houver &lt;u&gt;dois sexos&lt;/u&gt;. Não dizemos que a ameba é um animal de um sexo só. Dizemos simplesmente que não tem sexo: é um &lt;u&gt;assexuado.&lt;/u&gt;” (levando em consideração que o sexo se dá entre indivíduos de espécies em que haja paridade sexual).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:216.0pt;text-align:justify;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Abordando ainda mais detidamente a prática homossexual, Paul Krause ressalva:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:126.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:14.0pt"&gt;“A conjunção carnal de dois homens ou de duas mulheres não é uma união sexual real. Na falta de órgãos que se complementem, faz-se uso antinatural de órgãos que não são sexuais, desvirtuando-lhes as funções e finalidades. Cuida-se de imitação grotesca, caricatural, do ato sexual entre pessoas do sexo oposto.” (Idem).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:216.0pt;text-align:justify;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Essa caricatura é disforme do ato sexual tal qual inscrito nas diretrizes da natureza. Destarte não se pode devidamente chamar o homossexualismo de “orientação sexual”, mas de “desorientação sexual”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;A propósito a palavra orientação vem de "oriente", ou seja, lado onde nasce o sol, indica, portanto, versar para a luz, ou, para a reta direção, e não para onde lhe aprouver... falar em orientação significa admitir que há um caminho certo e um errado, pelo menos é o que acena sua raiz etimológica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Já a palavra “sexo”, vem do latim secare, significa “cortar”, ela aponta que a natureza humana está “cortada” em duas dimensões, masculina e feminina, que não se poderia descuidar em favor de uma absurda ideologia de gênero (vide: &lt;a href="http://www.providaanapolis.org.br/"&gt;www.providaanapolis.org.br&lt;/a&gt;).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;No mesmo sentido o bioeticista Monsenhor Elio Sgreccia, em seu “Manual de bioética”, volume I, afirma: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:126.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:14.0pt"&gt;“A estrutura corpórea, na qual lemos a dimensão de toda a pessoa, indica que a sexualidade diferenciada e complementar se orienta para a união heterossexual: dos cromossomos ao componente endócrino e à estrutura anatômico-funcional dos canais internos e do sexo fenotípico, tudo indica que o ser pessoal homem – mulher, no bojo de uma fundamental identidade de corpo e de espírito, apresenta também uma complementaridade que é sinal”. (SGRECCIA. Elio. Manual de bioética: fundamentos e ética biomédica. Loyola: São Paulo, 2002).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:216.0pt;text-align:justify;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Aqueles que apresentam tendências homossexuais deveriam, portanto, ser ajudados a assumir, não o desvio, mas a identidade que se encontra impressa até mesmo em seus genes, deveriam ser auxiliados a abraçarem a condição de homem ou mulher que de fato são. Sem encontrarem-se consigo mesmos, tal qual suas constituições pessoais (masculina ou feminina), provavelmente viverão no pulular de alegrias superficiais, usando a máscara do sexo oposto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Em face disso podemos reportar à discussão social, apenas depois de análise metaética há condições de se abordar o problema sem preconceitos, apriorismos e dança dos princípios, caso contrário teremos aquilo que se viu no STF: admite-se a princípio, como fosse um postulado universal, que o homossexualismo é uma variante legítima do comportamento normal, daí se lhe confere direitos equivalentes à entidade familiar da união estável heterossexual, ou seja, deve-se lhe conceder direitos familiares, pois seria uma variante de família, enquanto que a natureza familiar é defendida para a homossexualidade pela simples existência de afeto na relação, como se o afeto fosse por si um fato jurígeno... e como se o casamento natural fosse apenas mais uma funcionalidade afetiva... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Dessa maneira teríamos que admitir, com o advogado Hugo Cysneiros, que essa lógica da afetividade (sic) aproveitará a poligamia e o incesto. Alguns podem protestar: _ Ah mas a poligamia, o incesto, a zoofilia e o que o valha, têm outros problemas e óbices... entretanto, quem os defende (e para toda causa há defensores, infelizmente) poderia aduzir que os problemas identificados&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;na zoofilia, poligamia, poliandria etc, não passam de preconceitos da sociedade... pelo menos foi assim que foram tratados todos os argumentos expostos contra a união homossexual... preconceito foi a palavra mágica, que afastava do horizonte qualquer flerte com a negativa da ação... uso deveras preconceituoso da palavra preconceito, muito mais sensível e empático que conceitual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Quanto a esfera social, se pode afirmar que uma legalização da união homossexual não deveria prosperar, pois o risco é que isso tenda a impingir na sociedade uma indiferença sobre ao tema, enquanto a entidade familiar de direito natural, célula social, seria apenas uma dentre várias espécies de núcleos “conjugais” amplamente aceitos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;De acordo com a &lt;tt&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Capelania Universitária, da Universidade de Navarra, em declaração redigida pelo Dr. Ricardo Zapata (Psiquiatra) e distribuída na mídia geral:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/tt&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;tt&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:14.0pt; line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/tt&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:126.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;tt&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;“desde el punto de vista social, el comportamiento homosexual es uma consumición interpersonal (no hay posibilidad de consumar el amor, personificándolo), socialmente inoperante (su connatural incapacidad para engendrar y tener hijos no genera, &lt;/span&gt;&lt;/tt&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:14.0pt"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;tt&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;obviamente, ningún parentesco ni vinculación familiar consanguínea) y &lt;/span&gt;&lt;/tt&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;tt&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;gravosa (la existencia de uma relación homosexual bloquea la realización &lt;/span&gt;&lt;/tt&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;tt&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;sociofamiliar de los individuos y ensombrece la rehabilitación psicosexual). &lt;/span&gt;&lt;/tt&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;tt&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;A todo ello hay que añadir que la "normalización" de la convivencia &lt;/span&gt;&lt;/tt&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;tt&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;homosexual como si se tratara de "otra forma de familia" ejercería un efecto &lt;/span&gt;&lt;/tt&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;tt&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;de reclamo y de "acogida" a ese tipo de convivencia "parasexual" y un &lt;/span&gt;&lt;/tt&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;tt&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;modelamiento homosexual en personas vulnerables (personas que atraviesan &lt;/span&gt;&lt;/tt&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;tt&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;fases de inmadurez, crisis de identidad, o algún trastorno mental)” (&lt;a href="http://www.unav.es/capellaniauniversitaria/"&gt;http://www.unav.es/capellaniauniversitaria/&lt;/a&gt;).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/tt&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:216.0pt;text-align:justify;line-height: 150%"&gt;&lt;tt&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:14.0pt; line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/tt&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;tt&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:14.0pt; line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Segundo o psiquiatra, com a legalização o estado contribuiria com uma popularização da postura homossexual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/tt&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;tt&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:14.0pt; line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;O especialista ainda fez menção ao fato de que as uniões homossexuais não geram nunca vínculo consangüíneo, nunca alastram graus de parentesco, fragmentando e esfacelando a noção de co-responsabilidade familiar, numa pseudo família estanque e isolada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/tt&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;tt&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:14.0pt; line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Outra questão que se apresenta é quanto à desestruturação social, conquanto as civilizações que obtiveram êxito organizacional foram as que se fundaram na entidade familiar de direito natural (homem-mulher-filhos) supervalorizando-na ante quaisquer outras formas de convivência contínua. A família é uma “mini-sociedade”, na qual se contribui sobremaneira para o desenvolvimento moral e educacional das crianças. Com as uniões antinaturais admitidas legalmente, aquele salutar destaque à “célula social” se apaga. Neste sentido em notícia publicada pela agência ACI-digital (&lt;a href="http://www.acidigital.com/noticia.php?id=3082"&gt;http://www.acidigital.com/noticia.php?id=3082&lt;/a&gt;) há o teor de um documento do Instituto Valenciano de Fertilidade (IVAF) da Espanha que conforme trecho reproduzido advertiu: &lt;/span&gt;&lt;/tt&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;"&lt;b&gt;Legalizar o 'matrimônio' gay enfraquece o matrimônio heterossexual&lt;/b&gt;, assim como a moeda falsa enfraquece a moeda verdadeira”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:126.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:14.0pt"&gt;“A tal propósito convém refletir, antes de mais, na diferença que existe entre o comportamento homossexual como fenômeno privado e o mesmo comportamento como relação social legalmente prevista e aprovada, a ponto de se tornar numa das instituições do ordenamento jurídico. O segundo fenômeno, não só é mais grave, mas assume uma relevância ainda mais vasta e profunda, e acabaria por introduzir alterações em toda organização social, que se tornariam contrárias ao bem comum. As leis civis são princípios que estruturam a vida do homem no seio da sociedade, para o bem ou para o mal. Desempenham uma função muito importante, e por vezes determinante, na promoção de uma mentalidade e de um costume. A forma de vida e os modelos que nela se exprimem não só configuram externamente a vida social, mas ao mesmo tempo tendem a modificar, nas novas gerações, a compreensão e a avaliação dos comportamentos. A legalização das uniões homossexuais acabaria, portanto, por ofuscar a percepção de alguns valores morais fundamentais e desvalorizar a instituição matrimonial.” (Cf. Congregação para Doutrina da Fé. Considerações sobre os projetos de reconhecimento legal de uniões entre pessoas homossexuais).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Como pontuou Chesterton, com a sobriedade de sempre, a tradição é a verdadeira democracia, pois é a democracia em que os mortos também votam... a prudência, por sua vez, refreia o impulso para o ato controverso até que se saiba que não terá más conseqüências. Na votação em que a união civil homossexual foi considerada fonte de direitos familiares – de tipo conjugal - aos conviventes, não se agiu com prudência nem se escutou a tradição. Resta rezarmos para que a marcha da degradação não destrua ainda mais a sanidade institucional da Terra de Santa Cruz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Autor: Diogo dos Santos Ferreira. Prof. de Fil. do Direito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;Livre cópia e difusão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-7613140720301347055?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/7613140720301347055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/05/uniao-estavel-homossexualidade-e-danca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/7613140720301347055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/7613140720301347055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/05/uniao-estavel-homossexualidade-e-danca.html' title='União estável, homossexualidade e a dança dos princípios'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-2030337927759404640</id><published>2011-03-03T15:43:00.000-03:00</published><updated>2011-03-03T15:44:06.572-03:00</updated><title type='text'>QUESTÃO DE CONSCIÊNCIA</title><content type='html'>&lt;h1 align="center" style="text-align: left;margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 2.4pt; margin-left: 0cm; line-height: 17.3pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; font-weight: normal; line-height: normal; "&gt;&lt;span class="author"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:5.0pt;font-family: Arial;color:#646464;text-transform:uppercase;letter-spacing:.5pt"&gt;LEONARDO BRUNO &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="created"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; mso-bidi-font-size:5.0pt;font-family:Arial;color:#646464;text-transform:uppercase; letter-spacing:.5pt"&gt;| 03 MARÇO 2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p class="articleinfo" style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:7.2pt; margin-left:0cm;text-align:justify;mso-line-height-alt:7.2pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:5.0pt;font-family:Arial;color:#BE4238; text-transform:uppercase;letter-spacing:.5pt"&gt;ARTIGOS -&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;CULTURA&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt;mso-bidi-font-size:5.0pt;font-family:Arial;color:#646464;text-transform: uppercase;letter-spacing:.5pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0cm;margin-bottom:7.2pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;mso-line-height-alt:8.65pt"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt;mso-bidi-font-size:6.0pt;font-family:Arial;color:black"&gt;A aliança do PT com os empresários e banqueiros está a anos-luz de ser uma política de direita e nada mais é do que a velha tradição leninista de subjugar os aliados.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:6.0pt;font-family:Arial;color:black"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0cm;margin-bottom:7.2pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;mso-line-height-alt:8.65pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:6.0pt;font-family:Arial;color:black"&gt;Ser&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;"conservador"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;ou de&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;"direita"&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;no Brasil tornou-se tabu para a maioria das classes pensantes. De fato, anos de doutrinação ideológica das esquerdas em escolas e universidades criaram uma verdadeira distorção semântica e confusão ideológica dos conceitos anatematizados. "Direitista" e "conservador" tornaram-se verdadeiros espantalhos intelectuais para que as esquerdas pudessem rotular os recalcitrantes, conforme aos seus caprichos. A influência cultural foi tão poderosa, que até aquelas pessoas que simpatizam com os valores da direita morrem de medo de admitir publicamente suas convicções, tamanha lavagem cerebral sofrida na cabeça da população. A chantagem psicológica, a intimidação, a falsificação histórica, a estigmatização, são joguinhos preferidos dos militantes esquerdistas, para deixarem a direita conservadora cada vez mais acuada e amedrontada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-line-height-alt:8.65pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:6.0pt;font-family:Arial;color:black"&gt;O mais grotesco é a direita tentar se auto-justificar dentro dos cânones ideológicos da própria esquerda, promovendo e repetindo seu discurso. Quando perguntados a respeito da&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;"reforma agrária",&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;da&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;"distribuição de renda",&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;da&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;"injustiça social",&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;da&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;"função social"&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;da propriedade e outros slogans comunistas, o direitista médio cai numa sólida armadilha: ao invés de chutar a barraca e mostrar o contra-senso dessas idéias, faz justamente o contrário. Tenta legitimá-las, como se tais crenças fossem aspirações populares. Tal é o poder da revolução cultural marxista injetada sutilmente nas mentalidades formadoras de opinião e da política deste país. A hegemonia esquerdista é mais que absoluta. O pior é que a própria direita fortalece a essa hegemonia, como uma verdadeira idiota útil. Interessante notar uma questão, dentro dessa fábrica de difamação: ela tem origens nos anos 30 do século XX, na época em que a União Soviética reinava soberana sobre os intelectuais e onde Stálin era o guia genial dos povos. Os rótulos odiosos contra a direita na atualidade são bem mais velhos do que se imagina. "&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;Reacionários", "fascistas", "atrasados", "inimigos do progresso"&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;ou então&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;"inimigos do povo".&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Ou no mínimo&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;"corruptos", "ladrões", "bandidos".&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;A propaganda soviética não morreu. Ela sobreviveu até mesmo depois da morte da falsa defunta russa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebi isso certo dia, quando eu estava numa mesa de restaurante, confraternizando com meus amigos. Um deles é um senhor respeitável, jornalista, homem de bons drinques e uísque, além de cidadão do mundo, viajado. O outro é empresário, espírito inquieto e empreendedor nato, além de um ser entusiasta de boas idéias. Estávamos conversando sobre a política nacional, quando surgiu o nome do ex-Presidente Molusco, do Sr. Lula, e da stalinista búlgara Stella, ou Dilma Rousseff. Eu fiquei perplexo com a conclusão do meu amigo jornalista: ele achava que o PT tinha se tornado um partido de direita! Tal resposta deixou-me intrigado. E aí ele finalizou: achava que o PT era de direita porque modificou toda sua política anterior. Negociava com banqueiros, cooptava empresários e ainda era tão ou mais corrupto quanto os governantes anteriores, além de aceitar a estrutura democrático-parlamentar. Se meu amigo fosse marxista, Lênin diria que ele sofre do problema do&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;"esquerdismo"&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, a doença infantil do comunismo. Mas meu amigo está longe de ser esquerdista. É um senhor de sólidas convicções conservadoras. O problema é que o conservador médio não está sabendo sistematizar sua identidade, suas idéias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pretendo aqui criar um sistema ideológico para as pessoas. Aliás, quem precisa dessa&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;"consciência"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;hermética, fechada, são os sistemas e partidos totalitários. O paradoxo, contudo, é que a própria direita e os conservadores se vêem com os olhos da esquerda. Sem querer, meu querido amigo jornalista acabou por canalizar os estereótipos comuns disseminados por partidos de esquerda sobre a direita. A "direita", por assim dizer, não é um grupo com algumas idéias ou diretrizes políticas e ideológicas mais ou menos definidas, mas sim um tipo de conduta política, de preferência ruim, atrasada, corrupta. E a esquerda, quando revela ser corrupta, atrasada e ruim de forma piorada, nunca é esquerda. Vira&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;"direita",&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;ainda que os esquerdistas continuem a praguejar seu ódio ao capitalismo e à burguesia. No final das contas, a esquerda tem o monopólio das virtudes, mas nunca é responsável pelos seus atos. Até os atos da esquerda são culpas da direita. A linguagem viciada e desonesta da propaganda esquerdista faz com que toda a esquerda se isente da responsabilidade de seus crimes. E o pior é que muita gente boa cai nessa ilusão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0cm;margin-bottom:7.2pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;mso-line-height-alt:8.65pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:6.0pt;font-family:Arial;color:black"&gt;Na melhor das hipóteses, poderia-se afirmar que o PT se tornou de "direita", por ser da situação, governista. Se assim fosse, todos os Partidos Comunistas governantes na história do século XX seriam de&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;"direita".&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Aí claro, dentro desse padrão, até a Rússia e China comunistas seriam direitistas. O que seria naturalmente absurdo!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0cm;margin-bottom:7.2pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;mso-line-height-alt:8.65pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:6.0pt;font-family:Arial;color:black"&gt;Na mesmíssima mesa de restaurante, conheci outro jornalista, pessoa decente, de sólidos valores morais e homem de grande conhecimento da política brasileira e paraense. No entanto, fiquei chocado quando ele afirmou que o ex-candidato a Presidência da República, o tucano José Serra, era um homem de&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;"extrema-direita".&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Epa! Agora fui pego de surpresa. Como alguém com um histórico da UNE, da Ação Popular e do Polop pode ser de&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;"extrema-direita"?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Reitere-se que a tal&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;"Ação Popular"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;foi a sementeira do tumor eclesiástico chamado&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;"Teologia da Libertação"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;, o marxismo infiltrado nas fileiras da Igreja Católica. E o Polop, que se dizia um grupo católico, acabou por virar uma gangue terrorista bem marxista, responsável pelo atentado no Aeroporto Guararapes, em Pernambuco, no ano de 1966, matando duas e ferindo 15 pessoas. O mesmo José Serra já se afirmou de esquerda e, pasmem, acusou Lula de&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;"direitista".&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;E o PSDB ficou choramingando por não ter sido mais chamado para a Internacional Socialista, da qual fazia parte. Às vezes me pergunto de onde meus amigos extraíram esses conceitos políticos, para exprimirem algo tão fora da realidade! A razão explicável está no contra-senso do imaginário político que se consolidou no país. Contra-senso de idéias que distorce a compreensão real da situação política do país. Uma deformação intelectual que custará gerações para consertar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltemos ao boneco de formol, Lênin. Qualquer leninista inescrupuloso e inveterado saberia entender o que significa a&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;"doença infantil".&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Unir-se com banqueiros, aceitar dinheiro de empresários, fingir acatar o sistema democrático e parlamentar, é uma tradição tão arraigada do movimento revolucionário esquerdista, que só as pessoas ingênuas não percebem algo tão visível na política. Lênin já falava sobre isso, ao criticar a conduta sectária dos comunistas alemães na República de Weimar. E quem atualmente sustenta os movimentos revolucionários? Além do crime organizado, os banqueiros, os empresários, os donos do dinheiro, tal como Lênin aceitou alegremente dinheiro de empresários, dos banqueiros e até do "reacionário" Império Alemão para fazer sua revolução sangrenta. A Fundação Ford, Rockefeller, a ATTACC, do mega-especulador George Soros, dentre outros, vieram do comunismo? Não, são genuinamente capitalistas, embora adiram alegremente aos movimentos socialistas. E quem banca o vandalismo do MST, além do governo federal? ONG´s estrangeiras, financiadas por empresários e até por governos europeus. O PT, os chamados "movimentos sociais", a esquerda internacional, o ex-presidente Lula, são tão "direitistas" quanto o foram Lênin e os bolchevistas. A diferença é tão somente de tática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, os socialistas sabem que a economia planejada não faz parte de seus planos. Eles almejam aquilo que Hitler falou ao seu confessor, Hermann Rauschning:&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;o Führer confessou que a natureza do nacional-socialismo mudaria a relação do homem com o Estado. Não socializariam as propriedades e sim o povo!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O empresário médio não terá sua propriedade confiscada. Porém, perderá uma boa parte do domínio dela, já que o Estado inventará meios de regulamentá-la, cada vez mais, até transformar o proprietário numa espécie de fiel depositário ou posseiro do governo. O Estado socialista atual não acabará com o capitalismo. Vai é controlá-lo, domesticá-lo, para os amigos do rei e do Partido. Não é assim que funciona o esquema petista atual? Não é assim o sistema chinês, imitado pelo Vietnã e até pela Rússia, com algumas concessões e adaptações? Meia dúzia de empresários beneficiários pelo governo, tal como um cartel de privilégios financeiros e governamentais, em troca de aliança e sustento das estruturas políticas esquerdistas neo-totalitárias. Só que cada vez mais a burocracia estatal vai se expandir, como o empresário se tornará eterno refém de uma legiferança absurda, que criminalizará a vida social sob o pretexto de protegê-la. Tal expediente não será feito dentro de um sistema totalitário e sim nas democracias, através de organismos administrativos e ações judiciais. A aliança do PT com os empresários e banqueiros está a anos-luz de ser uma política de direita e nada mais é do que a velha tradição leninista de subjugar os aliados, aproveitando-se de seus benefícios. A diferença é que antes, os comunistas fuzilavam seus aliados. Hoje, os aliados serão apenas idiotas úteis domesticáveis, trabalhando para o enriquecimento do governo. Só não percebe quem não quer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0cm;margin-bottom:7.2pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;mso-line-height-alt:8.65pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:6.0pt;font-family:Arial;color:black"&gt;Uma questão de coerência entre as direitas. Elas precisam resgatar os valores comuns da vida, da liberdade, da família, do individualismo político, da tradição e da propriedade, além da livre iniciativa. Devem proteger esses valores, que são imprescindíveis para um sistema democrático estável e respeitável. Não basta apregoar a economia de livre mercado e limitar o poder do Estado. O combate deve ser cultural, no sentido de revelar os aspectos totalitários criminosos que estão por detrás da ideologia de engenharia social esquerdista. A guerra atual não é entre democracia e totalitarismo, mas entre os valores da civilização ocidental e os contra-valores da revolução cultural socialista. É a raiz do problema, que a direita, cega e estupefata, não consegue ver...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:9.0pt; mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;a href="http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/11898-questoes-de-coerencia.html"&gt;http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/11898-questoes-de-coerencia.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:6.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-2030337927759404640?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/2030337927759404640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/03/questao-de-consciencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/2030337927759404640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/2030337927759404640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/03/questao-de-consciencia.html' title='QUESTÃO DE CONSCIÊNCIA'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-6380126743278492042</id><published>2011-01-28T13:22:00.000-02:00</published><updated>2011-01-28T13:23:20.892-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; color: rgb(0, 0, 128); -webkit-border-horizontal-spacing: 5px; -webkit-border-vertical-spacing: 5px; "&gt;&lt;p align="center" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;&lt;strong&gt;&lt;span &gt;A técnica da rotulação inversa - II&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;&lt;span &gt;Olavo de Carvalho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Diário do Comércio&lt;/i&gt;&lt;em&gt;,&lt;/em&gt; 27 de janeiro de 2011&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;Miguel Nicolellis é professor de neurociências na Duke University (EUA), fundador do Instituto de Neurociências Edmond e Lilly Safra (Macaíba, RN) e membro das Academias de Ciências do Brasil e da França. A esse currículo notável acrescentou-se recentemente sua nomeação, pelo Papa Bento XVI, para a Pontifícia Academia de Ciências do Vaticano. O site&lt;em&gt;Viomundo&lt;/em&gt;, do jornalista Luiz Carlos Azenha, apresenta-o agora em formato ainda mais atraente: o cientista seria vítima indefesa de uma vasta campanha de ódio e intimidação movida pela sempre abominável “extrema direita”.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;Chocado e amedrontado ante a virulência assassina da campanha, o prof. Nicolellis, no tom de bom-mocismo que deve caracterizá-lo como um adepto incondicional do debate livre e democrático, alerta para os perigos da radicalização ideológica:&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;“O seu adversário político, ideológico, passa a ser o seu inimigo. E esse inimigo é passível de qualquer tipo de punição, até mesmo a morte. Eu não consigo imaginar que essas pessoas que propagam mensagens de ódio, vingança, violência, podem ao mesmo tempo se dizer cristãs.”&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;Mas em que consistiu, afinal, a mortífera campanha? Consistiu em duas coisas: Primeiro, uma notícia de dez linhas, publicada no site &lt;em&gt;Rorate Coeli &lt;/em&gt;em 5 de janeiro (v. &lt;a href="http://rorate-caeli.blogspot.com/2011/01/pope-names-pro-abortion-and-pro-gay.html"&gt;http://rorate-caeli.blogspot.com/2011/01/pope-names-pro-abortion-and-pro-gay.html&lt;/a&gt;), dando ciência de que o Prof. Nicolellis era um ardente defensor do abortismo e das políticas gayzistas (bem como, no ano passado, da candidatura Dilma Rousseff), sendo portanto um pouco estranha a sua presença numa instituição vinculada à Igreja Católica. Depois, um (1,hum) artigo escrito pelo jornalista americano Matthew Cullinan Hoffman, publicado no site &lt;em&gt;Last Days Watchman&lt;/em&gt; (v. &lt;a href="http://www.lifesitenews.com/news/defender-of-pro-abortion-and-homosexualist-policies-appointed-to-vaticans-a"&gt;http://www.lifesitenews.com/news/defender-of-pro-abortion-and-homosexualist-policies-appointed-to-vaticans-a&lt;/a&gt;) e depois reproduzido com ou sem acréscimos e comentários nuns poucos sites cristãos, entre os quais a versão brasileira de&lt;em&gt;Lifesitenews&lt;/em&gt;, &lt;a href="http://noticiasprofamilia.blogspot.com/"&gt;Notícias Pró-Família&lt;/a&gt;, dirigida pelo escritor brasileiro Júlio Severo (voltarei a falar dele mais adiante). Hoffman, que é católico, comentava: “O Papa Benedito XVI é um inflexível defensor do direito à vida e dos valores da família, sendo improvável que ele estivesse ciente da biografia de Nicolellis ao indicá-lo para a Academia.”&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;Houve qualquer ameaça, qualquer esboço de planos agressivos? O prof. Nicolellis confessa: Não, não houve.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;Contra aquelas expressões de discordância perfeitamente inofensiva, como reagiu o Prof. Nicolellis? Debatendo com os adversários? Que nada. Ele próprio descreve os seus procedimentos argumentativos:&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;“O pessoal do meu laboratório contatou a Duke, alertou sobre esses sites e a polícia da universidadade já começou a monitorar o caso. A segurança do meu laboratório foi reforçada... Ninguém chega lá sem passar pela segurança.”&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;E adverte: ao primeiro sinal de ameaça no Brasil, chamará imediatamente a Polícia Federal.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;Dentre os potenciais agressores do prof. Nicolellis denunciados pelo site &lt;em&gt;Viomundo&lt;/em&gt;, um dos principais já está sob controle. Júlio Severo, procurado pela polícia brasileira pelo crime hediondo de ter dito e insistido que o homossexualismo é pecado e tem cura, está escondido no exterior, trocando de país como quem troca de cuecas, vivendo em extrema penúria com mulher e quatro filhos pequenos. O repórter Luiz Carlos Azenha menciona esse fato com evidente satisfação. Celebra-o também, como sinal dos progressos da democracia no Brasil, o site &lt;em&gt;Fórum&lt;/em&gt;, do colunista Luís Nassif (&lt;a href="http://blogln.ning.com/forum/topics/homofobia-em-preto-e-branco?page=1&amp;amp;commentId=2189391%3AComment%3A502681&amp;amp;x=1#2189391Comment502681"&gt;http://blogln.ning.com/forum/topics/homofobia-em-preto-e-branco?page=1&amp;amp;commentId=2189391%3AComment%3A502681&amp;amp;x=1#2189391Comment502681&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;As premissas lógicas embutidas nas declarações do Prof. Nicolellis e nas reportagens dos sites &lt;em&gt;Viomundo&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Fórum&lt;/em&gt; não poderiam ser mais evidentes:&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;1) Dizer qualquer palavra contra o homossexualismo, mesmo de maneira genérica e desacompanhada de qualquer ameaça, é incitação à violência, coisa indigna de pessoas que se dizem cristãs.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;2) Um cidadão esclarecido, amante do debate livre e democrático, deve reagir a essas opiniões exibindo-se em público como vítima iminente de atentado, chamando a polícia e fazendo com que os desgraçados opinadores sejam perseguidos como bandidos, acossados como ratos.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;A reação brutalmente exagerada, espera-se, induzirá o distinto publico a acreditar piamente que violentos são aqueles que emitiram as opiniões, não aqueles que mobilizaram contra eles a força armada do aparato repressor.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;Se o leitor queria uma ilustração local do que escrevi sobre a técnica da rotulação inversa, aí está.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;O emprego constante e obsessivo dessa técnica é uma das manifestações mais corriqueiras da inversão geral da realidade, característica da mentalidade revolucionária.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;Não por coincidência, mas muito significativamente, o prof. Nicolellis, algum tempo atrás, andou esbravejando contra a “direita histérica”. Histeria, por definição, é reação hiperbólica a algum estímulo imaginário e postiço. Quando o prof. Nicolellis reage histericamente, histéricos são portanto os outros.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;&lt;a href="http://www.olavodecarvalho.org/semana/110127dc.html"&gt;http://www.olavodecarvalho.org/semana/110127dc.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;***.***.***&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 18pt; "&gt;QSS&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-6380126743278492042?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/6380126743278492042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/01/tecnica-da-rotulacao-inversa-ii-olavo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/6380126743278492042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/6380126743278492042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/01/tecnica-da-rotulacao-inversa-ii-olavo.html' title=''/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-8932499155791418005</id><published>2011-01-19T12:59:00.000-02:00</published><updated>2011-01-19T13:01:24.845-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p align="center" style="text-align:center;line-height:18.0pt"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:18.0pt;font-family:Georgia;color:navy"&gt;Desejo de conhecer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:13.5pt;font-family:Georgia;color:navy"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-size:13.5pt;font-family:Georgia;color:#990000"&gt;Olavo de Carvalho&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:13.5pt;font-family:Georgia;color:navy"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Diário do Comércio&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;10 de janeiro de 2011&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-size:13.5pt;font-family:Georgia; color:navy"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-size:13.5pt; font-family:Georgia;color:navy"&gt;“É natural no ser humano o desejo de conhecer.” Quando li pela primeira vez esta sentença inicial da&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;Metafísica&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;de Aristóteles, mais de quarenta anos atrás, ela me pareceu um grosso exagero. Afinal, por toda parte onde olhasse – na escola, em família, nas ruas, em clubes ou igrejas – eu me via cercado de pessoas que não queriam conhecer coisíssima nenhuma, que estavam perfeitamente satisfeitas com suas idéias toscas sobre todos os assuntos, e que julgavam um acinte a mera sugestão de que se soubessem um pouco mais a respeito suas opiniões seriam melhores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-size:13.5pt; font-family:Georgia;color:navy"&gt;Precisei viajar um bocado pelo mundo para me dar conta de que Aristóteles se referia à natureza humana em geral e não à cabeça dos brasileiros. De fato, o traço mais conspícuo da mente dos nossos compatriotas era o desprezo soberano pelo conhecimento, acompanhado de um neurótico temor reverencial aos seus símbolos exteriores: diplomas, cargos, espaço na mídia. Observava-se essa característica em todas as classes sociais, e até mais pronunciada nas ricas e prósperas. Qualquer ignorante que houvesse recebido em herança do pai uma fábrica, uma empresa de mídia, um bloco de ações da Bolsa de Valores, julgava-se por isso um Albert Einstein misto de Moisés e Lao-Tsé, nascido pronto e habilitado instantaneamente a pontificar sobre todas as questões humanas e divinas sem a menor necessidade de estudo. Se houvesse lido alguma coisa no último número da&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;Time&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;ou do&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;Economist&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, então, ninguém segurava o bicho: suas certezas erguiam-se até às nuvens, imóveis e sólidas como estátuas de bronze – sempre acompanhadas, é claro, das advertências cépticas de praxe quanto às certezas em geral, sem que a criatura notasse nisso a menor contradição. Caso faltassem os semanários estrangeiros, um editorial da&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;Folha&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;supria a lacuna, fundamentando verdades inabaláveis que só um pedante viciado em estudos ousaria contestar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-size:13.5pt; font-family:Georgia;color:navy"&gt;Dessas mentes brilhantes aprendi lições inesquecíveis: o comunismo acabou, esquerda e direita não existem, Lula é um neoliberal, a Amazônia é o pulmão do mundo, o Brasil é um modelo de democracia, a Revolução Francesa instaurou o reino da liberdade, a Inquisição queimou cem milhões de hereges, as armas são a causa eficiente dos crimes, o aquecimento global é um fato indiscutível, os cigarros matam pessoas à distância, o narcotráfico é produzido pela falta de dinheiro, as baleias são hienas evoluídas e o Foro de São Paulo é um clube de velhinhos sem poder nenhum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-size:13.5pt; font-family:Georgia;color:navy"&gt;Se continuasse a dar-lhes ouvidos, hoje eu seria reitor da Escola Superior de Guerra ou talvez senador da República.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-size:13.5pt; font-family:Georgia;color:navy"&gt;Longe do Brasil, encontrei enfermeirinhas, caixeiros de loja e operários da construção civil que, ao saber-me autor de livros de filosofia, arregalavam dois olhos de curiosidade, me crivavam de perguntas e me ouviam com a atenção devota que se daria a um profeta vindo dos céus. Por incrível que pareça, interesse e humildade similares observei entre potentados da indústria e das finanças, figurões da mídia e da política. Até mesmo professores universitários, uma raça que no Brasil é imune a tentações cognitivas, mostravam querer aprender alguma coisa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-size:13.5pt; font-family:Georgia;color:navy"&gt;Aristóteles tinha razão: o desejo de conhecer é inato. O Brasil é que havia falhado em desenvolver nos seus filhos a consciência da natureza humana, preferindo substituí-la por um arremedo grotesco de sabedoria infusa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;a href="http://www.olavodecarvalho.org/semana/110110dc.html"&gt;http://www.olavodecarvalho.org/semana/110110dc.html&lt;/a&gt;, 19/01/11&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;*****&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;QSS&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-8932499155791418005?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/8932499155791418005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/01/desejo-de-conhecer-olavo-de-carvalho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/8932499155791418005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/8932499155791418005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/01/desejo-de-conhecer-olavo-de-carvalho.html' title=''/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-5450034563305124319</id><published>2011-01-17T17:55:00.000-02:00</published><updated>2011-01-17T17:57:15.355-02:00</updated><title type='text'>Belezas criadas remetem para a Beleza suprema</title><content type='html'>&lt;p class="titulo" style="font-family: Geneva, Arial, Helvetica, san-serif; font-size: 18px; font-style: normal; line-height: normal; font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0); text-align: center; margin-top: 40px; margin-right: 0px; margin-bottom: 30px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="autor" style="font-family: 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); text-align: right; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 30px; margin-left: 0px; list-style-position: outside; list-style-type: square; list-style-image: url(http://www.catolicismo.com.br/assets/assets/buttons/seta.gif); "&gt;Gregorio Vivanco Lopes&lt;/p&gt;&lt;p class="corpo" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; line-height: normal; font-weight: normal; color: rgb(51, 51, 51); text-align: justify; text-indent: 30pt; font-variant: normal; margin-top: 15px; "&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;span style="font-size: 36px; "&gt;Q&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;uando os ecologistas criticam os males da revolução industrial — fumaça, ruídos de motores, odores pestilenciais, sujeira de graxa, etc — pode-se até concordar com eles. Não é possível acompanhá-los, porém, na doutrina miserabilista e anticivilizatória que elaboraram, e para cujos fins trabalham. Seus iniciados mais recônditos chegam mesmo a divinizar a natureza e a revoltar-se contra o Criador.&lt;/p&gt;&lt;p class="corpo" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; line-height: normal; font-weight: normal; color: rgb(51, 51, 51); text-align: justify; text-indent: 30pt; font-variant: normal; margin-top: 15px; "&gt;O tema fica apenas enunciado, não é aqui o lugar de explaná-lo. Queremos somente atrair a atenção do leitor para o fato de que essa doutrina anticatólica leva a uma péssima conseqüência prática, aceita pela generalidade dos ecologistas: ao referirem-se à natureza, omitem o fator beleza, portam-se como cegos em relação às maravilhas que Deus criou.&lt;/p&gt;&lt;p class="corpo" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; line-height: normal; font-weight: normal; color: rgb(51, 51, 51); text-align: justify; text-indent: 30pt; font-variant: normal; margin-top: 15px; "&gt;Não estamos falando sequer das artes, frutos da criatividade do homem. A pura natureza é considerada por eles tão-somente como algo em si mesmo existente, independente do que ela pode simbolizar. Tanto faz ser um delicado beija-flor como um rato repugnante, uma esplêndida rosa perfumada ou a chamada flor-cadáver, que exala um cheiro insuportável. Tudo é natureza, para eles.&lt;/p&gt;&lt;table width="100%" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;table width="1" border="0" cellspacing="0" cellpadding="10" align="left"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img src="http://www.catolicismo.com.br/assets/imagens/Janeiro2011/variedades201101b.jpg" vspace="0" hspace="0" border="0" /&gt;&lt;span class="legenda" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; font-style: italic; line-height: 9px; font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0); text-align: left; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;table width="1" border="0" cellspacing="0" cellpadding="10" align="right"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img src="http://www.catolicismo.com.br/assets/imagens/Janeiro2011/variedades201101c_.jpg" vspace="0" hspace="0" border="0" /&gt;&lt;span class="legenda" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; font-style: italic; line-height: 9px; font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0); text-align: left; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p class="corpo" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; line-height: normal; font-weight: normal; color: rgb(51, 51, 51); text-align: justify; text-indent: 30pt; font-variant: normal; margin-top: 15px; "&gt;O absurdo de tal tendência pode ser avaliado contemplando-se a beleza nas cinco fotos que aqui reproduzimos:&lt;/p&gt;&lt;ol style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; "&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 12px; "&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; "&gt;Um caminho florido, protegido por árvores centenárias, mais parece uma imagem do paraíso;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 12px; "&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; "&gt;O sol poente, como um foco de luzes e cores, visto por detrás do tênue véu da galharia de uma árvore comum;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 12px; "&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; "&gt;Um nobre e belo exemplar da famosa raça de cavalos lipizzaner;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 12px; "&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; "&gt;Um céu de tempestade no deserto;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 12px; "&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; "&gt;Colônia de corais no Havaí.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;table width="100%" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="50%"&gt;&lt;table width="1" border="0" cellspacing="0" cellpadding="10" align="left"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img src="http://www.catolicismo.com.br/assets/imagens/Janeiro2011/variedades201101d.jpg" vspace="0" hspace="0" border="0" /&gt;&lt;span class="legenda" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; font-style: italic; line-height: 9px; font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0); text-align: left; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;table width="1" border="0" cellspacing="0" cellpadding="10" align="right"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img src="http://www.catolicismo.com.br/assets/imagens/Janeiro2011/variedades201101e.png" vspace="0" hspace="0" border="0" /&gt;&lt;span class="legenda" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; font-style: italic; line-height: 9px; font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0); text-align: left; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p class="corpo" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; line-height: normal; font-weight: normal; color: rgb(51, 51, 51); text-align: justify; text-indent: 30pt; font-variant: normal; margin-top: 15px; "&gt;Belezas como estas remetem o espírito humano para a existência de uma Beleza suprema, fonte e inspiração de todas as belezas criadas — o próprio Deus Nosso Senhor. Isto os ecologistas radicais rejeitam.&lt;/p&gt;&lt;p class="corpo" style="text-align: justify; text-indent: 30pt; margin-top: 15px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;http://verd.in/e89&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="corpo" style="text-align: justify; text-indent: 30pt; margin-top: 15px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;************&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="corpo" style="text-align: justify; text-indent: 30pt; margin-top: 15px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;QSS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-5450034563305124319?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/5450034563305124319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/01/belezas-criadas-remetem-para-beleza.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/5450034563305124319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/5450034563305124319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/01/belezas-criadas-remetem-para-beleza.html' title='Belezas criadas remetem para a Beleza suprema'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-5768957403262441575</id><published>2011-01-14T16:30:00.000-02:00</published><updated>2011-01-14T16:31:16.306-02:00</updated><title type='text'>A crise dos trabalhadores em educação</title><content type='html'>&lt;span style="line-height: 18px; " class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="line-height: normal; widows: 2; text-transform: none; text-indent: 0px; border-collapse: separate; orphans: 2; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; " class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="line-height: 18px; " class="Apple-style-span"&gt; &lt;div style="padding-bottom: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; white-space: normal; " class="headline" align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; line-height: 15px; font-size: small; color: rgb(100, 100, 100); letter-spacing: 1px; text-transform: uppercase; "&gt;&lt;span style="WHITE-SPACE: nowrap" class="author"&gt;PERCIVAL PUGGINA  &lt;/span&gt;&lt;span style="WHITE-SPACE: nowrap" class="created"&gt;| 14 JANEIRO 2011 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="padding-bottom: 0px; line-height: 15px; text-transform: uppercase; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; letter-spacing: 1px; padding-top: 0px; " class="articleinfo" align="justify"&gt;&lt;span &gt;&lt;span &gt;&lt;span style="white-space: normal; "&gt;&lt;span &gt;ARTIGOS - &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="white-space: normal; "&gt;&lt;span &gt;EDUCAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="padding-bottom: 0px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; clear: both; padding-top: 0px; white-space: normal; " align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span &gt;&lt;span  &gt;A crise dos  trabalhadores em educação é uma responsabilidade deles mesmos e das ideias que  abraçam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="padding-bottom: 0px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; clear: both; padding-top: 0px; white-space: normal; " align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span &gt;&lt;span  &gt;Houve um tempo,  longo tempo, tempo que cruza os séculos, em que o professor era símbolo de  autoridade no pequeno e gigantesco espaço da sala de aula. Note-se que  autoridade é um atributo moralmente superior ao poder, mas, quando fosse  necessário, a valiosa autoridade do professor, fundada no saber e na conduta,  vinha respaldada por poder. Nas últimas quatro décadas, infelizmente, a educação  brasileira foi atacada em dois flancos pela esquerda delirante. E tanto a  autoridade quanto o valor econômico e social do trabalho dos professores,  reconhecidos há milênios em todas as civilizações, desabaram fragorosamente em  nosso país.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; clear: both; padding-top: 0px; white-space: normal; " align="justify"&gt;&lt;span &gt;&lt;span &gt;&lt;span &gt;Por um dos  flancos, fustigou-a aquilo que Nelson Rodrigues chamava de Poder Jovem, acolhido  entre aplausos por pedagogos de meia tigela como expressão de libertação para a  criatividade. Todo poder ao jovem! A maturidade tornou-se um mal e a  imaturidade, um bem a ser preservado. Era imprescindível erradicar as formas  negativas da pedagogia. Coisas como certo e errado, sim e não, correção com  caneta vermelha, entre outras práticas, precisavam ser substituídas por  vaporosas sutilezas que não contrariassem os pupilos. Afinal, eles podem ser  portadores natos de uma nova e superior forma de saber. Guardo como pérola desse  disparate a frase do vate sergipano que adoça com sua voz aveludada os  julgamentos do Supremo Tribunal Federal. No caso da reserva Raposa Serra do Sol,  ele, o ministro Ayres Britto, em reverência à sabedoria indígena, lascou,  citando Paulo Freire: "&lt;em&gt;Não existe saber maior ou menor; existem apenas  saberes diferentes&lt;/em&gt;". De fato, o veterano Marco Aurélio Mello e o garoto  Dias Toffoli exemplificam saberes diferentes, quantitativamente iguais, não é  ministro? E viva Paulo Freire.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p style="padding-bottom: 0px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; clear: both; padding-top: 0px; white-space: normal; " align="justify"&gt;&lt;span &gt;&lt;span  &gt;Pessoalmente ainda  estou à espera de que algum desses guris maleducados das universidades  brasileiras, depois de tantos anos de sua completa libertação, apresentem alguma  contribuição à ciência, à técnica e à cultura nacional. Ao contrário, o que se  vê é o país ocupando o 93º lugar no componente educação, entre 169 pesquisados.  E não me surpreenderei se encontrar por aí doutos pedagogos convencidos de que o  mundo, por pura inveja, se recusa a cair de joelhos diante da qualidade muito  peculiar e superior do saber construído por nossos jovens. De minha parte, vejo  o sucesso sempre ao alcance dos que queimaram pestana sobre os livros, levaram a  sério seus estudos ou cavoucaram com responsabilidade seus espaços na vida  pública ou na iniciativa privada, mediante capacidade de renúncia ao bem atual  com vistas ao investimento no bem futuro maior. Esses jovens agem no contrafluxo  do deslizamento que descrevi, arquitetado por uma escola de viés marxista, que  está levando três anos inteiros para alfabetizar uma criança, quando nos meus  anos de curso primário se aprendia isso em seis meses de aula. A educação, caro  leitor, conceitual e deliberadamente, deixou de lado seus objetivos essenciais e  se voltou para formar cidadãos conscientes, politicamente engajados. Enquanto  não chegam lá, os cidadãozinhos treinam sua cidadaniazinha desrespeitando e  espancando os professores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="padding-bottom: 0px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; clear: both; padding-top: 0px; white-space: normal; " align="justify"&gt;&lt;span &gt;&lt;span  &gt;Pelo outro flanco, e  no mesmo tom, os professores politicamente engajados, abdicantes de sua  autoridade, assumiram-se como "trabalhadores em educação". O conselheiro  tutelar, escolhido em pleito de baixíssimo comparecimento, por força de preceito  contra o qual nenhuma voz se ergue com suficiência, exerce mais autoridade nas  escolas do que os professores ou os diretores. Estes, a seu turno, são, também  eles, eleitos num concurso de promessas e de simpatia, com participação e  engajamento dos alunos. No Brasil, amigo leitor, aluno vota para diretor! Vota  para reitor de universidade! E ninguém se escandaliza! Por que será que os  praças não elegem os comandantes e os pacientes não escolhem os diretores dos  hospitais e centros de saúde? Quando o poste passa a desaguar no cachorro e o  aluno a meter o dedo na cara do professor, ainda há quem se  surpreenda.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="padding-bottom: 0px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; clear: both; padding-top: 0px; white-space: normal; " align="justify"&gt;&lt;span &gt;&lt;span  &gt;O Ministério da  Educação está veiculando nestes dias um comercial com o objetivo de ampliar o  interesse pela carreira do magistério. Mostra uma obviedade: os povos que melhor  se desenvolvem atribuem a seus professores o principal mérito por esses bons  resultados. É claro que nossos professores ganham muito pouco, mas os maiores  problemas, nesse particular, estão na péssima preparação dos graduados para o  magistério e na falta de recursos didáticos nas escolas. De outra parte, veja  quais os países bem sucedidos em seus objetivos sociais, com mais elevado Índice  de Desenvolvimento Humano, que se reportam prioritariamente a fundamentos  marxistas nas salas de aula e na formação de seus educadores. Duvido que  encontre algum. A crise dos trabalhadores em educação é uma responsabilidade  deles mesmos e das ideias que abraçam. É responsabilidade deles mesmos, como  professores dos professores nos cursos de Educação, como alunos desses cursos na  recepção passiva de ferramentas de trabalho comprovadamente erradas e  ineficientes, como reprodutores acríticos do mau conhecimento adquirido. É,  também, uma decorrência de suas reivindicações equivocadas, da busca de uma  autonomia para fazer o que bem entendem que só é menor do que o desejo dos  alunos de se comportarem do mesmo modo. É uma consequência de seus engajamentos,  do desmonte que produziram na própria autoridade e dos líderes que vêm  escolhendo para os representar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="padding-bottom: 0px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; clear: both; padding-top: 0px; white-space: normal; " align="justify"&gt;&lt;span &gt;&lt;span  &gt;Mas só aos  professores, o senhor diz isso? Não, digo-o com muito maior ênfase a eles porque  são, de fato, como informa a propaganda do MEC, os principais responsáveis pelo  desenvolvimento social de qualquer nação. Enquanto os professores se submeterem  às diretrizes de quem, com um tranco ideológico e partidário, os derruba à  condição de meros trabalhadores em educação; enquanto se deixarem levar pelas  cartilhas da pedagogia dominante; enquanto conviverem passivamente com a  destruição de sua autoridade; enquanto tomarem como inegociável planos de  carreira que nivelam competentes e incompetentes; e enquanto não refugarem uma  organização que transforma o acesso ao comando da Escola em concurso de  coleguismo e simpatia, viverão uma crise sem fim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="padding-bottom: 0px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; clear: both; padding-top: 0px; white-space: normal; " align="left"&gt;&lt;span style="line-height: normal; text-indent: 0pt; word-spacing: normal; "&gt;&lt;a style="LINE-HEIGHT: normal; TEXT-INDENT: 0pt; WORD-SPACING: normal" href="http://www.midiasemmascara.org/artigos/educacao/11762-a-crise-dos-trabalhadores-em-educacao.html"&gt;http://www.midiasemmascara.org/artigos/educacao/11762-a-crise-dos-trabalhadores-em-educacao.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="BACKGROUND-COLOR: #a0a0a4"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-bottom: 0px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; clear: both; padding-top: 0px; white-space: normal; " align="left"&gt;***&lt;/p&gt;&lt;p style="padding-bottom: 0px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; clear: both; padding-top: 0px; white-space: normal; " align="left"&gt;QSS&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-5768957403262441575?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/5768957403262441575/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/01/crise-dos-trabalhadores-em-educacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/5768957403262441575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/5768957403262441575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/01/crise-dos-trabalhadores-em-educacao.html' title='A crise dos trabalhadores em educação'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-8789818409895850548</id><published>2011-01-03T15:50:00.001-02:00</published><updated>2011-01-03T15:51:37.747-02:00</updated><title type='text'>A QUESTÃO DO MAL</title><content type='html'>&lt;div class="headline" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; color: rgb(100, 100, 100); letter-spacing: 1px; line-height: 15px; text-transform: uppercase; "&gt;&lt;span class="author" style="white-space: nowrap; "&gt;NIVALDO CORDEIRO &lt;/span&gt;&lt;span class="created" style="white-space: nowrap; "&gt;| 03 JANEIRO 2011 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="articleinfo" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(100, 100, 100); text-transform: uppercase; font-size: 10px; letter-spacing: 1px; line-height: 15px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;span style="color: rgb(190, 66, 56); "&gt;ARTIGOS  - &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(190, 66, 56); "&gt;CONSERVADORISMO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div id="toolbar-articlebody" style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; clear: both; font-size: 12px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 18px; "&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: center; "&gt;&lt;em&gt;Creio ser impossível discutir seriamente filosofia política sem enfrentar a questão teórica do Mal. Daí a atualidade perene da obra de Goethe, que colocou o problema de forma integral no seu poema.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Passei as últimas semanas lendo o livro Fausto, de Goethe, e vasta literatura em torno do tema. Essas leituras são destinadas a fundamentar o curso que vou dar sobre o livro neste semestre. Não é uma obra simples, porque está carregada de simbolismos cujo sentido deixou de ser percepção corrente há muito tempo, provavelmente desde que foi escrito. É, por esse aspecto, uma obra muito difícil para os leitores de hoje. No centro do poema está a questão do Mal, da sua personificação. A sociedade laica e atéia que se tornou majoritária em nosso meio sequer dá-se conta da dimensão prática dessa discussão, que só teve algum interesse no período imediatamente posterior à segunda guerra mundial e, ainda assim, sob a perspectiva atéia. Um exemplo conspícuo é a obra de Hanna Arendt, tentando entender o que se abateu sobre a Europa e, em especial, sobre o povo judeu. Creio que ela fracassou por tentar responder à questão escapando ao desafio teológico colocado pelos eventos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;(Hanna Arendt deu grande impulso à linha teórica que reforça a tese dos direitos humanos como fundamento da filosofia política e jurídica enquanto instrumento para combater o totalitarismo, sem perceber que esta tese já havia sido empolgada pelos cultuadores do mesmo totalitarismo então vencido. Vemos agora no Brasil o exemplo de como essa linha teórica desaguou na justificação da dissolução dos valores ocidentais, fundamentando todas as mazelas que precederam a eclosão do totalitarismo. Como herdeira dos valores iluministas e ateus, Arendt deixou-se cair na armadilha e certamente ficaria espantada sobre o que se fala em seu nome para justificar as novas gerações de "direitos", que na prática levam ao oposto de uma sociedade juridicamente organizada de forma sã, abrindo o flanco para que novos totalitarismos emirjam.)&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Definitivamente, o problema do Mal se manifesta sobretudo na dimensão política, por causa da escala cataclísmica. Ele, todavia, é também uma experiência pessoal e ouso meditar que a vida humana, ao fim e ao cabo, é uma coleção de experimentos e confrontos com o Mal, mesmo que a pessoa individualmente não tenha consciência do que se passa consigo mesma.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Os filósofos e cientistas políticos que viveram no pós-guerra não esconderam seu pasmo e seu terror diante dos acontecimentos do totalitarismo que se abateu sobre o mundo na primeira metade do século XX. O Estado tornou-se o grande e mais poderoso instrumento pelo qual as personalidades demoníacas puderam praticar as maldades no limite do paroxismo. Creio ser impossível discutir seriamente filosofia política sem enfrentar a questão teórica do Mal. Daí a atualidade perene da obra de Goethe, que colocou o problema de forma integral no seu poema. O objeto deste comentário, todavia, não é o FAUSTO, mas dois textos papais acerca do tema. Dois papas e duas visões do Mal, que, sob uma ótica estrita, são visões opostas, mas que se completam em algum grau.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;O primeiro texto é de autoria de João Paulo II (MEMÓRIA E IDENTIDADE, Editora Objetiva, 2005), sendo o que mais nos interessa os seus dez primeiros capítulos. O essencial do livro está no relato da experiência do papa na sua Polônia natal e o confronto que ele pessoalmente fez com as duas formas de totalitarismo mais letais que a Europa viveu: o nazismo e comunismo. João Paulo II adotou a linha de pensamento que, de certa forma, é a oficial e preponderante na Igreja Católica, que vê o Mal como mera privação do Bem, na linha inaugurada por Santo Agostinho. É uma abordagem intelectual do Mal e creio ser ela insuficiente e inadequada para dar conta da sua realidade nefanda.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;O segundo texto é um discurso do Papa Paulo VI proferido em 1971 e que pode ser acessado na página do professor &lt;a target="_blank" href="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/category/papa-paulo-vi/" style="text-decoration: none; color: rgb(200, 50, 50); "&gt;Felipe Aquino&lt;/a&gt;. Nesse discurso famoso o Mal assume a forma personificada que está no poema de Goethe, deixando de ser uma abstração filosófica para ser uma figura atuante. Suas primeiras palavras foram cortantes: "&lt;em&gt;Atualmente, quais são as maiores necessidades da Igreja? Não deveis considerar a nossa resposta simplista, ou até supersticiosa e irreal: uma das maiores necessidades é a defesa daquele mal, a que chamamos Demônio&lt;/em&gt;". E, mais à frente: "&lt;em&gt;O mal já não é apenas uma deficiência, mas uma eficiência,&lt;/em&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;em&gt;um ser vivo, espiritual, pervertido e perversor"&lt;/em&gt;. Creio ser esta a mesma percepção de Goethe e que se encontra amplamente amparada nos textos bíblicos, desde o Gênesis até às Escrituras do Novo Testamento. Basta notar que uma das qualidades de Jesus em suas ações era o poder com que expulsava os demônios, tendo sido ele próprio tentado por Satã.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;A visão intelectualista de Santo Agostinho e de João Paulo II deixa escapar o fato essencial de que o Mal é um sujeito que opera, tem vontade própria e capacidade de desencaminhar os homens individualmente, mas ele tem sobretudo a capacidade de influir sobre os homens de poder e de conhecimento. Ele sempre age por meio de homens e mulheres que se dispõem a fazer o pacto mefistofélico, como bem descrito na obra de Goethe. O enorme poder que os Estados atuais são detentores acaba por se tornar armas mortíferas contra a humanidade. Nesse sentido, os perigos dos tempos de hoje são maiores do que aqueles que antecederam as duas grandes guerras. Entender o Mal passou a ser elemento essencial para compreender como o mundo hoje está se movendo.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;É no Livro de Jó que Goethe buscará inspiração para seu poema. Jó é um personagem típico do Antigo Testamento, homem temente a Deus e capaz de resistir de forma santificada às investidas do Demônio. Sua vitória sobre o Mal é completa por força dessa santidade. Em Goethe, todavia, vemos um tipo diferente de homem: o moderno intelectual que se cansou da própria ciência e está mergulhado no tédio da razão. É a criatura que desdenha do criador e que busca no trinômio sexo, poder e dinheiro os meios para escapar de sua infelicidade de ser criado. Diferentemente de Jó, Fausto se entrega voluntariamente ao Demônio, pratica toda sorte de maldades e morre para, ao final, ser resgatado, ainda assim, do fogo dos infernos. Um final cristão.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Os preferidos de Deus no Antigo Testamente eram grandes homens santos, capazes de resistir ao Mal, como Jó, José e Daniel. Mas nem sempre. Devemos nos lembrar de Davi, aquele que praticou iniqüidades, mas manteve-se como um preferido de Deus. O mesmo pode ser dito de seu filho Salomão.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;João Paulo II lembrou no seu magnífico texto que o limite imposto ao Mal é a Redenção, exemplificada na própria encarnação do Deus Vivo. Mas essa é uma conclusão &lt;em&gt;ex post facto&lt;/em&gt; e está mais vinculada à trajetória do indivíduo isolado. Sua finalidade é escatológica, não serve para a ação prática cotidiana dos viventes. Outra questão é como o Estado se torna o instrumento para se fazer no flagelo e no verdugo das massas, experiência não conhecida antes do século XX. Voltamos então ao problema da política e do Estado como interfaces e instrumentos da ação do Mal. Se os homens podem fazer alguma coisa para deter da eficácia do Mal em larga escala é por meio da política, agindo organizadamente sobre os centros de poder. Penso ser impossível dissociar a discussão teológica da práxis em sociedade. Mas como discutir o assunto quando ninguém nem mais acredita em Deus? Quem haverá de acreditar na ação do Demônio? Essa será talvez a maior vitória do Negador e o desamparo absoluto das gerações atuais diante do Nefando.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;a href="http://www.midiasemmascara.org/artigos/conservadorismo/11732-a-questao-do-mal.html"&gt;http://www.midiasemmascara.org/artigos/conservadorismo/11732-a-questao-do-mal.html&lt;/a&gt;, 03/01/2011&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;*** *** ***&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;QSS&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-8789818409895850548?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/8789818409895850548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/01/questao-do-mal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/8789818409895850548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/8789818409895850548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2011/01/questao-do-mal.html' title='A QUESTÃO DO MAL'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-1171130158743650005</id><published>2010-12-20T17:57:00.000-02:00</published><updated>2010-12-20T17:58:41.106-02:00</updated><title type='text'>Marx contra Proudhon</title><content type='html'>&lt;h1 align="center" style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:2.4pt; margin-left:0cm;text-align:center;line-height:17.3pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: normal; font-size: 16px; "&gt;&lt;span class="author"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:Arial;color:#646464; text-transform:uppercase;letter-spacing:.5pt"&gt;IPOJUCA PONTES&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:Arial; color:#646464;text-transform:uppercase;letter-spacing:.5pt"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="created"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:Arial;color:#646464; text-transform:uppercase;letter-spacing:.5pt"&gt;| 20 DEZEMBRO 2010 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;p class="articleinfo" align="center" style="margin-top:0cm;margin-right:0cm; margin-bottom:7.2pt;margin-left:0cm;text-align:center;mso-line-height-alt:7.2pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:Arial;color:#BE4238; text-transform:uppercase;letter-spacing:.5pt"&gt;ARTIGOS -&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:Arial;color:#646464;text-transform:uppercase; letter-spacing:.5pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="margin-top:4.8pt;margin-right:0cm;margin-bottom:7.2pt; margin-left:0cm;text-align:center;mso-line-height-alt:8.65pt"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:Arial;color:black"&gt;Provavelmente para dissimular a vultosa dívida contraída com o pensamento alheio e esconder a fonte de inspiração em que bebeu, Marx cola na testa de Proudhon a etiqueta de "ideólogo da pequena-burguesia", a ser repetida indefinidamente pelos acólitos fanatizados.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family: Arial;color:black"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0cm;margin-bottom:7.2pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;mso-line-height-alt:8.65pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:Arial;color:black"&gt;Depois da publicação de "O que é a propriedade?", sabe-se, Marx tentou aliciar Proudhon, por carta, convidando-o a integrar a corriola do Comitê Comunista de Correspondência, base da futura Liga Comunista (sediada em Bruxelas). Mas na carta, em que pese elogiar Proudhon, o "Doutor do Terror Vermelho" não consegue disfarçar o caráter virulento e ataca um discípulo deste, Karl Grun (inventor de mais um tipo de socialismo - o "socialismo verdadeiro"), a quem considera um tipo suspeito. Proudhon não apenas recusa o convite, como defende Grun e adverte Marx quanto ao caráter violento e nocivo do seu dogma revolucionário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0cm;margin-bottom:7.2pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;mso-line-height-alt:8.65pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:Arial;color:black"&gt;Além do mais, para desconforto dos "socialistas científicos", Proudhon zomba da dialética hegeliana, considerando-a mera pílula-de-miolo-de-pão. Diz ele em "La Guerre et la Paix" (Editora Tops/H. Trinquier. Paris, 2000), obra admirada por Tolstoi e que e o levou a homenageá-la como título do seu romance:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0cm;margin-bottom:7.2pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;mso-line-height-alt:8.65pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:Arial;color:black"&gt;O equilíbrio instável entre dois termos (tese e antítese), não nasce de um terceiro, mas de sua ação recíproca. A fórmula hegeliana só é uma tríade por prazer ou erro de Hegel, que vê três termos onde só existem dois e que não viu que a antinomia não se resolve. Com o seu sistema, Hegel só chega ao absolutismo governamental, à onipotência, à subalternização dos indivíduos e dos grupos. Pergunto-me se, devido a esta faceta de sua filosofia, Hegel conservou um único partidário na Alemanha".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0cm;margin-bottom:7.2pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;mso-line-height-alt:8.65pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:Arial;color:black"&gt;E para ampliar o abismo que aprofundou em definitivo a inimizade entre ambos, o anarquista francês cria dialética própria, que rejeita a síntese hegeliana e procura "equilíbrios nas diversidades" e a integração dessas diversidades em "totalidades". A dialética, que Proudhon chama de "antinômica", serve como método para a construção do "Sistema de Contradições Econômicas" (Paris, 1846), e permite a um tempo encarar a propriedade como sendo "produto espontâneo da sociedade e a dissolução desta mesma sociedade" ou, o que dá no mesmo, entender que a "propriedade é a liberdade e a propriedade é o roubo". Como a dialética proudhoniana não admite nenhum tipo de síntese, os elementos antagônicos que movem a história formam "equilíbrios imprevistos" - esses, por sua vez, em permanente estado de ebulição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0cm;margin-bottom:7.2pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;mso-line-height-alt:8.65pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:Arial;color:black"&gt;Marx acusou Proudhon de nunca ter entendido Hegel, embora ele próprio fosse crítico severo da dialética hegeliana, que achava não passar de mera "manifestação de raciocínio". Em "Miséria da Filosofia" (1847), resposta ao "Sistema de Contradições Econômicas" (livro que na verdade serve de modelo para "O Capital"), ele dá o troco, à moda da casa, cuspindo no prato que comeu, sem nenhum resquício de respeito ou gratidão. Provavelmente para dissimular a vultosa dívida contraída com o pensamento alheio e esconder a fonte de inspiração em que bebeu, Marx cola na testa de Proudhon a etiqueta de "ideólogo da pequena-burguesia", a ser repetida indefinidamente pelos acólitos fanatizados. Curiosamente, atribui a Proudhon os seus próprios defeitos, entre eles o de ser um tipo "excessivamente vaidoso" e "pavão prepotente".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0cm;margin-bottom:7.2pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;mso-line-height-alt:8.65pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:Arial;color:black"&gt;Tudo até aqui levantado não traz nenhuma novidade. A leitura anotada de uma trintena de livros, entre eles os de Marx, poderá levar o interessado a conclusões semelhantes ou parecidas. Na prática, a teoria que envolve o "socialismo científico" de Marx mostrou-se tão pouco científica como qualquer outra e - o que já é lugar comum afirmar - suas "leis", "tendências" ou "previsões" históricas jamais se cumpriram sequer remotamente. Superado o ciclo do historicismo determinista, e com ele as irrealistas projeções econômicas, os próprios membros da seita trataram de enfiar a viola no saco e partir para a institucionalização da "crítica cultural", elegendo o infinito conceito da "alienação" como novo objeto de culto. São, por assim dizer, os sanguessugas de Marx, repetindo em bloco o mesmo que o "mestre" fez com Hegel, Feuerbach, Proudhon e tantos outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0cm;margin-bottom:7.2pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;mso-line-height-alt:8.65pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:Arial;color:black"&gt;A igreja mais operante dessa nova fauna é, se não já era - ao lado das elucubrações teóricas erguidas pelo templário Antonio Gramsci (1891-1937) em torno da "revolução passiva" -, a Escola de Frankfurt, curiosamente erguida com o dinheiro de Hermann Weil, capitalista e explorador do trigo (e da mão-de-obra barata) argentino. Da cátedra da "Escola", os seus integrantes mais notáveis (alguns deles filhos de banqueiros e milionários), diante da crescente supremacia do capitalismo, atiram sofisticados petardos contra o que julgam ser a "estrutura dominante" da sociedade industrial contemporânea. Um dos seus mais destacados mentores, Theodor Adorno (1903-1969) - que morreu de enfarte após uma aluna ter ficado nua na sala de aula para testar o grau de sinceridade do mestre pelas liberdades individuais por ele proclamadas - era taxativo em afirmar ("Dialética Negativa", 1966), por meio da "ênfase dramática", que o mundo e as consciências viviam alienados e não tinham mais salvação, apontando a concentração do capital, o planejamento burocrático e a máquina "reificadora" da cultura de massa como forças destruidoras das liberdades individuais (vindo daí, naturalmente, todo o arsenal crítico mais pretensioso contra Hollywood).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0cm;margin-bottom:7.2pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;mso-line-height-alt:8.65pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:Arial;color:black"&gt;Hoje, em que pese a suposta derrocada da União Soviética e a queda do Muro de Berlim, além da falência de Cuba e o assentimento da China ao capitalismo de Estado, o "pensamento" de Marx, contra todas as evidências da insensata experiência comunista, permanece ativo e continua a causar estragos e até a apresentar-se como "hegemônico", sobretudo no espaço retardatário da descarnada América Latina. É purononsense, mas pelo menos no Brasil é inquestionável a supremacia da dogmática marxista, pois o país tornou-se o espaço vital onde milhares e milhares de militantes esquerdistas, comandada por uma máquina bem-azeitada e nutrida nos fundos públicos (com recursos subtraídos a muque do bolso do trabalhador e dos empresários contribuintes), atuam sistemática e proficuamente dentro do aparelho do Estado, nas cátedras, parlamentos, púlpitos, quartéis, tribunais, mídias, associações civis e militares, sindicatos, prisões, ONGs, palcos, telas e até prostíbulos, com o objetivo único e irreversível de "socializar" a nação. Tal qual uma Cuba ou Coréia do Norte, o Brasil consolidou a imagem de ser uma economia das mais centralizadas do planeta, onde nada se faz sem o beneplácito do governo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0cm;margin-bottom:7.2pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;mso-line-height-alt:8.65pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:Arial;color:black"&gt;De fato, sob o ditame da mistificação marxista, o Brasil atolou-se na miséria física e espiritual, coisa que trataremos de demonstrar no nosso próximo e último artigo sobre "Marx e o pensamento dos outros".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;a href="http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/11700-marx-contra-proudhon.html"&gt;http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/11700-marx-contra-proudhon.html&lt;/a&gt;, 20/12/10.&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;QSS.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1201583790946868737-1171130158743650005?l=prof-jivaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/feeds/1171130158743650005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2010/12/marx-contra-proudhon.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/1171130158743650005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1201583790946868737/posts/default/1171130158743650005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://prof-jivaldo.blogspot.com/2010/12/marx-contra-proudhon.html' title='Marx contra Proudhon'/><author><name>Prof. Dr. Jivaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11653547556798154640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_RITqknfMOOU/SuxmW4Eh9jI/AAAAAAAAAAs/Hm6nfckmGjw/S220/100_0120.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1201583790946868737.post-4064534699479009921</id><published>2010-12-19T18:16:00.000-02:00</published><updated>2010-12-19T18:19:24.891-02:00</updated><title type='text'>Falta de Respeito</title><content type='html'>&lt;p align="center" style="text-align:center;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0); " &gt;Olavo de Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center" style="text-align:center;line-height:18.0pt"&gt; &lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;i style="color: navy; "&gt;Diário do Comércio&lt;em&gt;&lt;span&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="color: navy; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;10 de dezembro de 2010&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span style="color: navy; " &gt;Por que devemos consentir em continuar chamando de “Sua Excelência, o Senhor Ministro da Educação” um semi-analfabeto que não sabe sequer soletrar a palavra “cabeçalho”? Por que devemos continuar adornando com o título de “Sua Excelência, o Senhor Ministro da Defesa” um civil bocó que se fantasia de general sem nem saber que com isso comete ilegalidade? Por que devemos honrar sob a denominação de “Sua Excelência, o Senhor Ministro da Cultura” um pateta sem cultura nenhuma? Por que devemos curvar-nos ante a magnificência presidencial de um pervertido que se gaba de ter tentado estuprar um companheiro de cela e diz sentir nostalgia do tempo em que os meninos do Nordeste tinham – se é que tinham – relações sexuais com cabritas e jumentas?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span style="color: navy; " &gt;Essas criaturas, é certo, têm o direito legal a formas de tratamento que as elevam acima do comum dos mortais, mas até quando nossos nervos suportarão o exercício supremamente antinatural e doentio de fingir respeito a pessoas que não merecem respeito nenhum, que só emporcalham com suas presenças grotescas os cargos que ocupam? Respeito, afinal de contas, é noção hierárquica: sem o senso da distinção entre o melhor e o pior, o alto e o baixo, o excelso e o vulgar, não há respeito possível. Nietzsche já observava:&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt
